CONTROLE CULTURAL E QUÍMICO DE Conyza spp. NO CONSÓRCIO DE MILHO COM Urochloa ruziziensis

Autores

  • Eliezer Antonio Gheno Universidade Estadual de Maringá
  • Gustavo Delabio da Silva Universidade Estadual de Maringá
  • Rafael Romero Mendes Universidade Estadual de Maringá
  • Fabiano Aparecido Rios Universidade Estadual de Maringá
  • Lucas Matheus Padovese Universidade Estadual de Maringá
  • Willian Daróz Matte Universidade Estadual de Maringá
  • Rubem Silvério de Oliveira Júnior Universidade Estadual de Maringá

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v19i2.702

Palavras-chave:

Buva, capim-ruziziensis, manejo integrado, manejo outonal

Resumo

As integrações de métodos de controle, visando o manejo de buva (Conyza spp.) passaram a ser práticas fundamentais nos sistemas integrados de produção, tais como milho (Zea mays) em consórcio com capim-ruziziensis (Urochloa ruziziensis). Os objetivos deste trabalho foram avaliar a eficácia da cobertura do capim-ruziziensis sobre a supressão da buva e avaliar opções de controle químico de buva em capim-ruziziensis. O primeiro experimento foi realizado após a colheita de milho consorciado com capim-ruziziensis, realizando avaliações da infestação de buva e sua correlação com a massa seca do capim. O segundo experimento consistiu na aplicação em mistura dos seguintes tratamentos, em esquema fatorial 3 x 7: 2,4-D (1209 g ha-1 e.a.), [halauxifen-methyl + 2,4-D] (5,76 + 780 g ha-1 i.a.) e dicamba (960 g ha-1 i.a.) compondo o primeiro fator; e metsulfuron-methyl (2,4 g ha-1 i.a.), chlorimuron-ehtyl (20 g ha-1 i.a.), diclosulam (25,2 g ha-1 i.a.), saflufenacil (35 g ha-1 i.a.), bentazon (576 g ha-1 i.a.), atrazine (1000 g ha-1 i.a.) e testemunha sem aplicação de herbicidas compondo o segundo fator. O cultivo do milho safrinha consorciado com capim-ruziziensis, reduziu respectivamente, em 80, 60 e 96% a emergência, o crescimento e a massa seca das plantas de buva durante o período de entressafra. Todos os tratamentos proporcionaram controle de buva com até 8 cm, exceto 2,4-D isolado. Para plantas de 8 a 16 cm, todos os tratamentos com associação de herbicidas foram satisfatórios. Em plantas maiores que 16 cm, houve morte total das plantas com a aplicação de saflufenacil em associação com todos os herbicidas auxínicos. Os tratamentos seletivos para o capim-ruziziensis foram 2,4-D e dicamba isolados e as associações com bentazon.

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Biografia do Autor

Gustavo Delabio da Silva, Universidade Estadual de Maringá

Engenheiro Agrônomo formado na Universidade Estadual de Maringá. Atualmente atuo como mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Agronomia na área de Proteção de Plantas, subárea Planta Daninha.

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Publicado

2020-06-06

Edição

Seção

Manejo de plantas daninhas