Época de aplicação de dessecantes em pré-emergência na soja convencional

Autores

  • Henrique Fabricio Placido Acadêmico do curso de agronomia da Universidade Federal do Paraná - Setor Palotina
  • Leandro Paiola Albrecht Professor da Universidade Federal do Paraná - Setor Palotina
  • Fabio Henrique Krenchinski Acadêmico do curso de agronomia da Universidade Federal do Paraná - Setor Palotina
  • Alfredo Junior Paiola Albrecht Professor da Universidade Federal do Paraná - Setor Palotina
  • Angelo Henrique Canan Korber Acadêmico do curso de agronomia da Universidade Federal do Paraná - Setor Palotina
  • Augusto Tessele Acadêmico do curso de agronomia da Universidade Federal do Paraná - Setor Palotina
  • Juliano Bortoluzzi Lorenzetti Acadêmico do curso de agronomia da Universidade Federal do Paraná - Setor Palotina

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v14i2.297

Palavras-chave:

dessecação de manejo, fitotoxicidade de herbicidas, plantas daninhas

Resumo

O manejo de plantas daninhas na cultura da soja destaca-se como importante ferramenta para assegurar seu alto potencial produtivo. O advento do plantio direto aumentou a importância do manejo realizado na entressafra e pré-semeadura da soja visando evitar a interferência das plantas daninhas no período inicial do cultivo. A pesquisa foi realizada com o objetivo de avaliar o controle de plantas daninhas e o desempenho agronômico da soja convencional com o uso de diferentes herbicidas dessecantes. O experimento foi realizado no delineamento de blocos casualizados, com quatro repetições. Os tratamentos foram arranjados no esquema fatorial 4x3, sendo o primeiro fator constituído dos herbicidas aplicados glyphosate - sal isopropilamida; glyphosate – sal de potássio; glyphosate – sal isopropilamida + 2,4-D; e paraquat + diuron e o segundo fator das épocas de aplicação (13 e 7 dias antes da semeadura - DAS; e 1 dia depois da semeadura - DDS). Avaliou-se o porcentual de controle de plantas daninhas, estande, emergência de plântulas, altura de plantas, número de vagens, massa de cem sementes e produtividade. A dessecação de manejo somente com glyphosate próximo a semeadura ocasionou decréscimo no percentual de controle de plantas daninhas, já uso de glyphosate + 2,4-D ocasionaram diminuição no crescimento inicial do cultivo devido à proximidade com a semeadura, aplicação de paraquat+diuron próximo a época se semeadura causou menor inserção de primeira vagem na cultura. Não houve diferenças significativas entre os tratamentos para componentes de produção da soja, nestas condições experimentais.

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Biografia do Autor

Henrique Fabricio Placido, Acadêmico do curso de agronomia da Universidade Federal do Paraná - Setor Palotina

Dep. de Ciências Agrarias, na area de biologia e manejo de plantas daninhas

Leandro Paiola Albrecht, Professor da Universidade Federal do Paraná - Setor Palotina

Dep. de Ciências Agrarias, na area de biologia e manejo de plantas daninhas

Fabio Henrique Krenchinski, Acadêmico do curso de agronomia da Universidade Federal do Paraná - Setor Palotina

Dep. de Ciências Agrarias, na area de biologia e manejo de plantas daninhas

Alfredo Junior Paiola Albrecht, Professor da Universidade Federal do Paraná - Setor Palotina

Dep. de Ciências Agrarias, na area de biologia e manejo de plantas daninhas

Angelo Henrique Canan Korber, Acadêmico do curso de agronomia da Universidade Federal do Paraná - Setor Palotina

Dep. de Ciências Agrarias, na area de biologia e manejo de plantas daninhas

Augusto Tessele, Acadêmico do curso de agronomia da Universidade Federal do Paraná - Setor Palotina

Dep. de Ciências Agrarias, na area de biologia e manejo de plantas daninhas

Juliano Bortoluzzi Lorenzetti, Acadêmico do curso de agronomia da Universidade Federal do Paraná - Setor Palotina

Dep. de Ciências Agrarias, na area de biologia e manejo de plantas daninhas

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Publicado

2015-06-10

Edição

Seção

Manejo de plantas daninhas