Eficiência e deposição da aplicação de paraquat com adjuvantes e ângulo de inclinação das pontas sobre capim-colchão, falsa-serralha e caruru

Autores

  • Cleber Daniel de Goes Maciel Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Philipp Naoki Yokoyama Kondo Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama
  • André Prechlak Barbosa Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama
  • André Felipe Moreira Silva Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama
  • Matheus Akiyama Mendes Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama
  • Juliano Guilherme Sapia Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama
  • Andréia Paula Carneiro Martins Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v12i1.237

Palavras-chave:

controle, tecnologia de aplicação, plantas daninhas

Resumo

O uso de herbicidas de ação de contato com o paraquat normalmente necessita de maior atenção com aspectos de tecnologia de aplicação em relação aos de ação sistêmica. Com objetivo de avaliar a deposição e eficiência da aplicação de paraquat associado a adjuvantes e ângulos de inclinação das pontas de pulverização no controle de plantas daninhas, um experimento foi conduzido a campo em fatorial 2x3+1, com cinco repetições. Sete tratamentos foram constituídos por duas condições do herbicida Gramoxone® (paraquat, 150 g i.a. ha-1), utilizado com os adjuvantes Agral® (0,1% v/v) e Fulltec® (0,05% v/v;), três angulações da inclinação da ponta de pulverização no sentido do deslocamento da aplicação (+30°; 90°; -30°) e uma testemunha sem aplicação. Os alvos naturais foram plantas de Digitaria spp., Sonchus oleraceos e Amaranthus viridis, e os alvos artificiais, tampas plásticas sobre a superfície do solo, sendo todos com 10 repetições. Não foram constadas diferenças significativas entre a deposição média da aplicação de paraquat com adjuvantes e ângulos da ponta de pulverização para A. viridis e lâminas de plástico. Para Digitaria spp. a deposição do paraquat com Agral® foi superior ao Fulltec® utilizando-se ângulos de +30° e 90°. Para S. oleraceos houve aumento da deposição do paraquat com Fulltec® para o ângulo de -30°. Todos os tratamentos controlaram eficientemente (³ 91,0%) as plantas daninhas aos 3 dias após aplicação, não havendo diferenças significativas em relação as condições estudadas.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Cleber Daniel de Goes Maciel, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Ciencia das Plantas Daninhas

Philipp Naoki Yokoyama Kondo, Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama

Acadêmicos de Agronomia da Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama, Estrada da Paca, s/n°, CP 65, 87501-970, Umuarama-PR.

André Prechlak Barbosa, Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama

Acadêmicos de Agronomia da Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama, Estrada da Paca, s/n°, CP 65, 87501-970, Umuarama-PR.

André Felipe Moreira Silva, Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama

Acadêmicos de Agronomia da Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama, Estrada da Paca, s/n°, CP 65, 87501-970, Umuarama-PR.

Matheus Akiyama Mendes, Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama

Acadêmicos de Agronomia da Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama, Estrada da Paca, s/n°, CP 65, 87501-970, Umuarama-PR.

Juliano Guilherme Sapia, Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama

Acadêmicos de Agronomia da Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama, Estrada da Paca, s/n°, CP 65, 87501-970, Umuarama-PR.

Andréia Paula Carneiro Martins, Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama

Técnica do Laboratório de Bioquímica da Universidade Estadual de Maringá, Campus Regional de Umuarama-PR.

Downloads

Publicado

2013-04-10

Edição

Seção

Tecnologia de aplicação de herbicidas