Alternativas para o controle químico de plantas voluntárias de crotalária em diferentes modalidades de aplicação

Autores

  • Guilherme Braga Pereira Braz Universidade Estadual de Maringá (NAPD/UEM-PR)
  • Rubem Silvério de Oliveira Jr. Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Jamil Constantin Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Eliezer Antonio Gheno Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Denis Fernando Biffe Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Hudson Kagueyama Takano Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Fellipe Goulart Machado Universidade Estadual de Maringá (UEM)

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v16i2.504

Palavras-chave:

culturas de cobertura, Crotalaria spectabilis, manejo de herbicidas

Resumo

Com a inserção da crotalária como planta antagonista em áreas com histórico de infestação de fitonematoides, a ocorrência de plantas voluntárias desta espécie passou a ser comum, tornando-se necessária a adoção de medidas para o seu manejo. Assim, o presente trabalho teve por objetivo avaliar alternativas herbicidas aplicadas em diferentes modalidades (pré e pós-emergência) que possam ser utilizadas no controle de crotalária (Crotalaria spectabilis). Dois experimentos (herbicidas aplicados em pré e pós-emergência) foram conduzidos em campo adotando-se delineamento blocos ao acaso, em arranjo fatorial (8x2)+1, com quatro repetições. A variável avaliada nos experimentos foi porcentagem de controle em diferentes períodos após a aplicação dos tratamentos, sendo realizado estande de plantas no experimento com herbicidas aplicados em pré-emergência. Atrazine e diuron, aplicados em pré-emergência, consistiram nos melhores tratamentos visando ao controle de plantas voluntárias de crotalária, não sofrendo influência da dose aplicada. Além destes, flumioxazin e fomesafen (60 e 375 g ha-1, respectivamente) também consistiram em boas alternativas para o controle de crotalária nesta modalidade de aplicação. Para os herbicidas pós-emergentes, excluindo o diuron (1500 g ha-1), todos os demais tratamentos apresentaram eficácia no controle de crotalária em aplicações realizadas em plantas com 2 a 4 folhas. Para o segundo estádio de aplicação, 6 a 8 folhas, além do diuron (ambas as doses), o fomesafen aplicado na menor dose (187,5 g ha-1), também não apresentou eficácia no controle de crotalária.

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Biografia do Autor

Guilherme Braga Pereira Braz, Universidade Estadual de Maringá (NAPD/UEM-PR)

Pós-doutorando Júnior (CNPq) no Núcleo de Estudos Avançados em Ciência das Plantas Daninhas (NAPD) da Universidade Estadual de Maringá (UEM). CEP: 87.020-900, Maringá - PR.

Rubem Silvério de Oliveira Jr., Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Professor do Departamento de Agronomia (DAG) da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Jamil Constantin, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Professor do Departamento de Agronomia (DAG) da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Eliezer Antonio Gheno, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Doutorando no Programa de Pós-graduação em Agronomia (PGA) da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Denis Fernando Biffe, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Professor do Departamento de Agronomia (DAG) da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Hudson Kagueyama Takano, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Mestrando no Programa de Pós-graduação em Agronomia (PGA) da Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Fellipe Goulart Machado, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Doutorando no Programa de Pós-graduação em Agronomia (PGA) da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

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Publicado

2017-06-10

Edição

Seção

Manejo de plantas daninhas