ESTÁGIOS FENOLÓGICOS ASSOCIADOS AO CONTROLE QUÍMICO NO MANEJO DE SPERMACOCEA DENSIFLORA ORIGINADA DE SEMENTES E REBROTA

Autores

  • Cauê Costa Lima UFSCar
  • Rafael Pires da Silva UFSCar
  • Ana Victoria Jeronimo CCA/UFSCar
  • Patricia Andrea Monquero Universidade Federal de São Carlos
  • Andreia Cristina Silva Hirata APTA

DOI:

https://doi.org/10.7824/rbh.v18i3.686

Palavras-chave:

Tolerância, Herbicidas alternativos, Desenvolvimento

Resumo

A seleção da espécie Spermacoceae densiflora tem sido verificada em áreas com o uso contínuo do herbicida glifosato. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de herbicidas isolados ou associados ao glifosato aplicados em pós-emergência no controle de S. densiflora em plantas oriundas de sementes e de rebrota, em diferentes estádios fenológicos. Em ambos os casos, utilizou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado, com 5 repetições, em esquema fatorial 2 x 17 + 1, sendo dois estádios fenológicos da planta daninha (4 e 8 folhas totalmente expandidas) e 16 tipos de controle químico mais a testemunha sem herbicida. Os tratamentos químicos foram: glifosato (1.440 g i.a ha-1), glufosinato de amônio (500 g i.a ha-1), 2,4-D (1.000 g i.a ha-1), chlorimuron-ethyl (20 g i.a ha-1), carfentrazone-ethyl (920 g i.a ha-1), flumioxazin (50 g i.a ha-1), s-metolachlor (960 g i.a ha-1), imazethapyr (100 g i.a ha-1), saflufenacil (50 g i.a ha-1) e a associação de glifosato com estes herbicidas, exceto com glufosinato. No segundo ensaio, plantas de S. densiflora foram cortadas rente ao solo e as plantas oriundas dos rebrotes com diferentes estádios fenológicos (4 e 8 folhas) foram submetidos aos respectivos tratamentos químicos do ensaio 1. No estádio inicial de aplicação destacaram-se os tratamentos glufosinato de amônio, flumioxazin, glifosato + chlorimuron, glifosato + flumioxazin e glifosato + saflufenacil, com controle acima de 96,00%. Para as aplicações mais tardias, os respectivos tratamentos mantiveram elevado controle (acima de 88,00%) excetuando-se glifosato + chlorimuron com 48% de controle. Para plantas oriundas de rebrote todos os tratamentos avaliados não foram eficazes no controle da espécie.

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Biografia do Autor

Cauê Costa Lima, UFSCar

Aluno bolsista CNPq

Rafael Pires da Silva, UFSCar

aluno do CCA

Ana Victoria Jeronimo, CCA/UFSCar

Aluna de graduação

Patricia Andrea Monquero, Universidade Federal de São Carlos

Departamento de Recursos Naturais e Proteção Ambiental

Andreia Cristina Silva Hirata, APTA

Pesquisadora do APTA

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Publicado

2019-09-10

Edição

Seção

Manejo de plantas daninhas