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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 5 n. 3 (2006): Revista Brasileira de Herbicidas; 64 a 71</organization>
	<title>Uso de modelo mecanístico na previsão de emergência de capim-arroz (Echinochloa crus-galli)</title>
	<type></type>
	<author>Boscardin, Daniel Cezar; Acadêmico do curso de Ciências Biológicas da Universidade de Passo Fundo, RS.</author>
	<author>Roman, Erivelton S.; Pesquisador da Embrapa Trigo, Caixa Postal 451, CEP 99001-970 Passo
Fundo, RS.</author>
	<author>Rodrigues, Osmar; Pesquisador da Embrapa Trigo, Caixa Postal 451, CEP 99001-970 Passo Fundo, RS.</author>
	<author>Vargas, Leandro; Pesquisador da Embrapa Trigo, Caixa Postal 451, CEP 99001-970 Passo Fundo, RS.</author>
	<date>2006-12-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>arroz</keyword>
	<keyword>modelagem</keyword>
	<keyword>plantas daninhas</keyword>
	<keyword>temperatura</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>       O manejo eficiente das plantas daninhas é um dos fatores essenciais para a obtenção de altos rendimentos de grãos de arroz, principalmente em áreas de várzeas úmidas, que  apresentam, geralmente, maior número de espécies, provavelmente em virtude da heterogeneidade das características físicas e químicas do solo e dos teores de umidade nas diferentes áreas. Para o desenvolvimento de sistemas de manejo dessas espécies indesejáveis é necessário que seja prevista a época de emergência de plantas daninhas em relação à emergência das culturas. Para tal objetivo, modelos mecanísticos usando temperaturas podem ser usados. Esses modelos requerem para o seu desenvolvimento a utilização de temperaturas cardeais, as quais podem ser determinadas por procedimento estatístico de regressão linear. Utilizando modelo de regressão entre taxa de elongação em função da temperatura, determinou-se a temperatura basal (6,6 e 4,0 o, ótima (21,7 e 23,6 oC) e áxima (49,0 e 58,8 oC) para elongação da radícula e hipocótilo, respectivamente de Echinochloa crus-galli. Os valores observados e calculados para o processo de emergência de capim arroz (Echinochloa crus-galli) em diferentes temperaturas indicam que o modelo pode seconstituir em um mecanismo eficiente para prever a germinação e a emergência dessa espécie sob diferentes condições de ambiente.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 5 n. 3 (2006): Revista Brasileira de Herbicidas; 72 a 79</organization>
	<title>Alternativas de manejo para as populações de picão-preto (Bidens pilosa e Bidens subalternans) resistentes aos herbicidas inibidores da ALS</title>
	<type></type>
	<author>Nicolai, Marcelo; Alunos de pós-graduação do programa de fitotecnia da ESALQ-USP</author>
	<author>Christoffoleti, Pedro Jacob; Professor Associado do Departamento de Produção Vegetal da
ESALQ-USP</author>
	<author>Moreira, Murilo Sala; Alunos de pós-graduação do programa de fitotecnia da ESALQ-USP</author>
	<author>Carvalho, Saul Jorge Pinto; Alunos de pós-graduação do programa de fitotecnia da ESALQ-USP</author>
	<author>Toledo, R.; Eng. Agro. Dr. pesquisador da Arysta Life
science.</author>
	<author>Scarpari, L.; Alunos de pós-graduação do programa de fitotecnia da ESALQ-USP</author>
	<date>2006-12-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/3</other_access>
	<keyword>Herbicidas</keyword>
	<keyword>resistência</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>         Populações de Bidens pilosa e Bidens subalternans resistentes aos herbicidas inibidores da ALS, tornam-se cada vez mais freqüentes nas lavouras de soja do centro-oeste, isso devido ao uso intensivo de herbicidas inibidores da ALS. Objetivando a obtenção de dados que possam contribuir na escolha da melhor alternativa de controle dessas populações resistentes, foi realizado um ensaio na casade- vegetação, em Piracicaba-SP, afim de testar herbicidas como possíveis alternativas de manejo para o controle de Bidens pilosa e Bidens subalternans resistentes aos inibidores da ALS. Inicialmente, utillizou-se duas populações de Bidens pilosa e duas populações de Bidens subalternans, uma sabidamente resistente e outra suscetível para cada espécie. Os herbicidas foram, aplicados quando as plantas de picão-preto estavam no estádio de 2 a 4 folhas, chlorimuron (17,5 g.i.a.ha -1); imazethapyr (100 g.i.a.ha-1); chlorimuron + lactofen (10+96 g.i.a.ha-1); clomazone (800 g.i.a.ha-1); sulfentrazone (500 g.i.a.ha -1); glyphosate (600 g.i.a.ha-1); flumicorac (30+30 g.i.a.ha-1); flumicorac +  bentazon (40+480 g.i.a.ha -1); bentazon (720 g.i.a.ha-1); fomesafen (250 g.i.a.ha-1);  acifluorfen + bentazon (204+480 g.i.a.ha -1); lactofen (150 g.i.a.ha-1); metribuzin (480 g.i.a.ha -1); diclosulam + clomazone (30,24+800 g.i.a.ha-1); cloramsulan + lactofen (30,24+150 g.i.a.ha -1); lactofen (72+72 g.i.a.ha-1); lactofen (144 g.i.a.ha-1); nicosulfuron  (50 g.i.a.ha -1), além das testemunhas sem aplicação. As variáveis avaliadas foram o controle percentual aos 07, 14, 21 e 28 dias após a aplicação (DAA) e massa seca aos 28 DAA. Aplicou-se o teste F sobre a análise da variância, seguido de teste 'Tukey' a 5%. Os herbicidas chlorimuron, imazethapyr e nicosulfuron apresentaram falhas de controle para todas as populações resistentes, sendo mais ineficientes para B. subalternans , que para B. pilosa. Os demais tratamentos herbicidas foram eficazes para todas as populações. </abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 1 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 1-8</organization>
	<title>Tolerância de cultivares de soja aos herbicidas imazaquin, diclosulam e sulfentrazone, aplicados em solo de textura arenosa</title>
	<type></type>
	<author>Barros, Antônio Carlos; Engº.-Agrônomo / Pesquisador da AGENCIARURAL. Cx. Postal 164 CEP.: 75800-069 - Jataí-GO;</author>
	<author>Monteiro, Pedro M. F. de O.</author>
	<author>Furtado, Xavier Carvalho</author>
	<author>Júnior, José Nunes</author>
	<author>Guerzoni, Rodrigo Ayusso</author>
	<date>2005-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Glycine max</keyword>
	<keyword>fitotoxicidade</keyword>
	<keyword>rendimento de grãos</keyword>
	<keyword>pré-emergência</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Com o objetivo de avaliar o comportamento de genótipos de soja aos herbicidas imazaquin, diclosulan e sulfentrazone, foi conduzido um ensaio na Fazenda Três Irmãos, pertencente ao município de Jataí-GO, durante a safra 2000/2001. Após semeados os genótipos de soja em solo de textura arenosa contendo 17,19% de argila; 3,44g/Kg de matéria orgânica e CTC de 12,49cmolc/dm3, foram aplicados em pré-emergência os herbicidas imazaquin, diclosulan e sulfentrazone nas doses equivalentes a 140 e 280g/ha, 35 e 70g/ha, 600 e 1200g/ha, respectivamente. Aos 15 e 30 dias após a aplicação dos tratamentos (DAT), foi avaliada a fitotoxicidade dos herbicidas nos genótipos de soja. Por ocasião da colheita, foram avaliadas a altura de plantas e de inserção da primeira vagem, o estande final e o rendimento. Concluiu-se que: a) Os genótipos EMGOPA 302, GO BR 93-12 2243 RNC, GOIÂNIA, EMGOPA 3l6, LUZIÂNIA, foram os mais sensíveis ao herbicida sulfentrazone; b) Diclosulan 70 g/ha causou sintomas visíveis de fitotoxidez as cultivares SANTA CRUZ, EMGOPA 313 e EMGOPA 316; c) Os genótipos EMGOPA 302, SANTA CRUZ e GOIÂNIA, foram os que apresentaram maiores sensibilidade ao herbicida imazaquim 280 g/ha d) Nas doses testadas, os herbicidas não afetaram significativamente a densidade populacional, nem a altura de inserção da primeira vagem dos genótipos de soja; e) Sulfentrazone na dose equivalente a 1200 g/ha provocou reduções significativas na altura de plantas dos genótipos GOBR 93-1283, EMGOPA 316 e CRIXÁS, em relação à testemunha. GOIÂNIA, GOBR93, 122243 RNC e LUZIÂNIA. Diclosulan, em dose equivalente a 35 g/ha, provocou redução na altura de plantas dos genótipos GOIÂNIA, GOBR 93-122243 RNC e LUZIÂNIA; já GOBR 93- 122243 RCN, GOIÂNIA, LUZIANIA, EMGOPA 316, SANTA CRUZ e CRIXÁS tiveram suas alturas afetadas em relação à testemunha, em dose equivalente a 70 g/ha de diclosulan. Imazaquin, em dose equivalente a 280 g/ha, afetou significativamente a altura de plantas da variedade CRIXÁS; d) Diclosulan em dose equivalente a 70 g/há proporcionou reduções significativas nos rendimentos dos genótipos GOBR93-122243 RCN, EMGOPA 302, SANTA CRUZ e EMGOPA 313. Sulfentrazone, utilizado em dose equivalente a 1200 g/ha causou redução na produtividade dos genótipos GOBR 93-122243 RNC, GOIATUBA, LUZIÂNIA, EMGOPA 316, EMGOPA 314, SAMBAÍBA, EMGOPA 302, EMGOPA 313 e CRIXAS. Já os genótipos GOIATUBA, EMGOPA 316 e SANTA CRUZ apresentaram reduções na produtividade com o uso de imazaquin em dose equivalente a 280 g/ha; e) Os genótipos de soja apresentaram tolerância diferenciada aos herbicidas sulfentrazone, diclosulan e imazaquin, em especial quando foi empregado o dobro da dose.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 1 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 9-17</organization>
	<title>Seletividade e eficácia das formulações com os herbicidas atrazine/dimethenamid-p e atrazine/dimethenamid, no controle de plantas daninhas na cultura do milho</title>
	<type></type>
	<author>Laca-Buendía, Julio P.; Eng. Agr., M.Sc., Pesq./EPAMIG/CTTP/FEGV Caixa Postal, 351 Uberaba, MG CEP 38060-
040 . E-mail: juliolaca@epamiguberaba.com.br</author>
	<date>2005-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Controle químico</keyword>
	<keyword>Bidens pilosa</keyword>
	<keyword>Portulaca oleracea</keyword>
	<keyword>Commelina benghalensis</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract> O objetivo do ensaio foi estudar a seletividade e o controle de plantas daninhas anuais das misturas formuladas de dimethenamid-p 204 g/L/atrazine 396 g/L e dimethenamid 280 g/L/ atrazine 320 g/L, em pré-emergência, na cultura do milho (cv. Primaiz BR 3101 híbrido triplo). O solo foi um Latossolo Vermelho-Amarelo, textura média, em Uberaba, MG. Os tratamentos testados foram: dimethenamid-p 204 g/L/atrazine 396 g/L, nas doses de 1800, 2100, 2400 e 2700 g/há do i. a.; dimethenamid 280 g/L/atrazine 320 g/L, nas doses de 2100, 2400, 2700 e 3000 g/há do i. a.; s-metolachlor 960 g/L, na dose de 2880 g/há do i. a. e testemunha capinada e testemunha sem capina. As misturas formuladas de dimethenamid-p/atrazine e dimethenamid/atrazine, independentemente das doses utilizadas proporcionaram eficiente controle de Bidens pilosa (picão-preto), Portulaca oleracea (beldroega), Commelina benghalensis (trapoeraba) e Digitaria horizontalis (capim-colchão). Não foram observadas diferenças significativas entre as produtividades nos diversos tratamentos químicos, mas o rendimento foi menor na testemunha sem capina 75% em relação a testemunha capinada. A aplicação dos tratamentos não afetou significativamente a população final, altura da planta, altura de inserção da primeira espiga e o peso de 100 sementes. No índice de colheita mecânica nos tratamentos químicos verificou-se que os maiores valores foram alcançados com as misturas formuladas de dimethenamid-p/ atrazine, na dose de 2700 g/ha do i. a., com 4,5 e dimethenamid/atrazine, na dose de 2700 g/ha, com 3,8, sendo que nas outras doses testadasdas misturas de dimethenamid-p/atrazine e dimethenamid/atrazine, apresentaram índice de colheita entre 3,2 a 3,8. Todos os tratamentos químicos testados foram seletivos para o milho cv.Primaiz. </abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 1 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 18-24</organization>
	<title>Avaliação da seletividade e eficácia de misturas formuladas de bentazon + acifluorfen em soja</title>
	<type></type>
	<author>Laca-Buendía, Julio P.</author>
	<author>R., Lara J. F.</author>
	<date>2005-04-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/7</other_access>
	<keyword>controle químico</keyword>
	<keyword>Amaranthus hybridus</keyword>
	<keyword>Galinsoga parviflora</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>     O objetivo do ensaio foi avaliar a seletividade e eficácia de misturas formuladas dos herbicidas bentazon 400 g/L+acifluorfen sal de sódio 170 g/L; bentazon 400 g/L+acifluorfen sal de sódio 140 g/L e bentazon 300 g/L+acifluorfen sal de sódio 80 g/L, em pós-emergência na cultura da soja (cv. Doko). O solo foi um Latossolo- Vermelho-Escuro, textura argilo-siltoso, no município de Prudente de Morais, MG. Os tratamentos testados foram: [480+204] e [600+255] g/ha do i. a., com e sem mistura de óleo mineral; [480+168] e [600+210] g/ha do i. a., com e sem mistura de óleo mineral; [600+160 g/la do i. a.; testemunha capinada e testemunha sem capina. Todos os herbicidas testados independente da dose a adição de óleo mineral 0,25% v/v apresentaram controle eficiente de Amaranthus hybridus (caruru), Galinsoga parviflora (mentrasto) e Solanum americanum (maria-pretinha). Não foram observadas diferenças significativas entre produtividade nos diferentes tratamentos químicos testados com a testemunha capinada, sendo que a interferência das plantas daninhas diminuiu o rendimento em 1445 kg/ha em média. As aplicações dos herbicidas não afetou a população final, altura da planta, altura de inserção da primeira vagem e o peso de 100 sementes. Todas as misturas formuladas de herbicidas testadas foram seletivas para a cultura da soja.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 1 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 25-38</organization>
	<title>Efeito da chuva sobre a eficácia de diferentes formulações de glyphosate no controle de Bidens pilosa</title>
	<type></type>
	<author>Werlang, Ricardo Camara; Engenheiro - Agrônomo, Mestrando, UFV, Av. P.H. Rolfs s/n, Dep. de Fitotecnia; CEP: 36571-000,
Viçosa–MG.</author>
	<author>Silva, Antônio Alberto; UFV, Av. P.H. Rolfs s/n, Dep. de Fitotecnia; CEP: 36571-000,
Viçosa–MG.</author>
	<author>Ferreira, Lino Roberto; UFV, Av. P.H. Rolfs s/n, Dep. de Fitotecnia; CEP: 36571-000,
Viçosa–MG</author>
	<author>Miranda, Glauco Vieira</author>
	<date>2005-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>sal potássico</keyword>
	<keyword>sal isopropilamina</keyword>
	<keyword>sal amônio</keyword>
	<keyword>glyphosate SA</keyword>
	<keyword>glyphosate</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Foi objetivo deste trabalho avaliar os efeitos de doses crescentes de diferentes sais de glyphosate - amônio (Roundup WG), isopropilamina (Roundup Transorb) e potássico (Zapp Qi) - sobre as plantas de Bidens pilosa em condições controladas, quando submetidas à chuva de 20 mm durante 30 minutos, nos intervalos de 1, 2, 4, 6, 12 e 24 horas após aplicação desses produtos. A eficiência de controle de B. pilosa pelos sais de glyphosate foi afetada quando ocorreu chuva após aplicação. A redução no controle foi maior à medida que se diminuía o intervalo sem chuva após a aplicação. O controle visual de B. pilosa foi semelhante dos 7 aos 28 DAA e não diferiu na redução de matéria seca acumulada, em relação à testemunha sem herbicida, para todos os sais de glyphosate. As doses do herbicida se diferenciaram no controle da espécie, sendo o controle mais eficiente nas maiores doses. O sal isopropilamina demonstrou melhor controle da espécie nos menores intervalos sem chuva após a aplicação (1 e 2 horas), sendo superior aos demais sais. No entanto, nos intervalos sem chuva maiores do que duas horas o sal amônio foi superior no controle visual da espécie. O sal potássico proporcionou controle inferior ao dos demais nos períodos sem chuva inferiores a 12 horas, sendo superior ao sal isopropilamina nos intervalos sem chuva maiores que 12 horas. O sal amônio, mesmo apresentando excelente controle da espécie nas avaliações visuais, proporcionou menor redução na matéria seca do que os demais sais. O sal isopropilamina proporcionou maior redução da matéria seca de B. pilosa do que os demais tratamentos.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 1 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 39-46</organization>
	<title>Efeito de diferentes formulações de glifosate no manejo de plantas daninhas na cultura do cafeeiro</title>
	<type></type>
	<author>Werlang, Ricardo Camara</author>
	<author>Silva, Antonio Alberto</author>
	<author>Ferreira, Lino Roberto</author>
	<date>2005-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>carfentrazone-ethyl</keyword>
	<keyword>diuron</keyword>
	<keyword>mistura no tanque</keyword>
	<keyword>paraquat</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Com o objetivo de avaliar a eficiência de diferentes sais de glifosate - potássico, isopropilamina e diamônio - no manejo de plantas daninhas na cultura do cafeeiro, foi realizado um experimento em lavoura comercial de café com um ano de idade, após a decepa. Os tratamentos foram constituídos por 10 diferentes manejos, correspondendo a três aplicações seqüenciais de herbicidas, que podiam ou não ser com os mesmos produtos. A eficiência de controle das espécies de plantas daninhas foi verificada aos 15, 30, 41, 58, 75, 84, 116 e 140 dias após o início dos manejos (DAM). Os manejos com aplicação seqüencial de 720 g.ha-1 de eq.ac. de glifosate sal potássico e diamônio, e os manejos com diuron e paraquat (150 + 300 g.ha-1 de i.a., respectivamente, e Agral a 0,1% v/v) na terceira aplicação, ou na segunda e na terceira aplicação, com a segunda realizada aos 41 dias após a primeira e a terceira aos 54 dias após a segunda aplicação, foram eficientes no controle de Brachiaria plantaginea e Bidens pilosa e ineficientes no manejo de Euphorbia heterophylla e Commelina diffusa. O manejo com 720 g.ha-1 de eq.ac. de glifosate sal isopropilamina na primeira aplicação e posteriormente na segunda e terceira aplicações, com a mistura no tanque de 720 g.ha-1 de eq.ac. de glifosate + 30 g. ha-1 de i.a. de carfentrazone-ethyl, foi eficaz no controle de Brachiaria plantaginea e Bidens pilosa dos 7 aos 140 DAM e Commelina diffusa dos 58 aos 140 DAM. Todavia, Euphorbia heterophylla demonstrou controle moderado neste período.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 1 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 47-64</organization>
	<title>Influência do momento da chuva na eficácia do herbicida glifosate, em diferentes concentrações, no inverno e no verão</title>
	<type></type>
	<author>Pedrinho Júnior, Aimar F. F.</author>
	<author>Felici, Guilherme V.</author>
	<author>Piva, Fausto M.</author>
	<author>Martini, Gustavo</author>
	<author>Durigan, Julio C.</author>
	<date>2005-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Controle de plantas daninhas</keyword>
	<keyword>dessecação</keyword>
	<keyword>concentração</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Com o objetivo de estudar a influência da chuva sobre a eficácia de diferentes concentrações do herbicida glifosate em duas épocas do ano foram instalados dois experimentos. O de inverno foi realizado no período de julho a agosto de 2000 e o de verão, de janeiro a março de 2001. Utilizou-se o delineamento experimental de blocos ao acaso, com quatro repetições, com os tratamentos dispostos em esquema fatorial (4 X 5) + 1, sendo constituído por quatro concentrações de glifosate SAqC (360 g.L-1 de eq. ac.) (0,5; 1,0; 2,0 e 4,0%) na calda de pulverização, correspondendo as doses crescentes de 360, 720, 1440 e 2880 g.ha de eq.ac., cinco intervalos sem chuva após a aplicação. (1, 2, 4, 6 e &amp;gt; 48 horas) e uma testemunha sem herbicida. A unidade experimental foi constituída por uma parcela 3,0 X 3,5 no inverno e 3,0 X 4,0 metros no verão. Os tratamentos foram aplicados em pós-emergência das plantas daninhas, utilizando-se um pulverizador costal, à pressão constante (mantida por ar comprimido) de 30 lbf/pol2, munido de barra com seis bicos DG 11002, espaçados de 0,5 m. Tanto no inverno como no verão foi simulada uma chuva de aproximadamente 20 mm em 60 minutos com o auxílio de um sistema de irrigação por aspersão. Nas duas épocas, a ocorrência da chuva foi prejudicial à ação do glifosate, principalmente nos menores intervalos sem chuva após a aplicação. Para proporcionar controle semelhante ao tratamento com intervalo de 48 horas sem chuva após a aplicação, no inverno, a concentração do herbicida na calda de 2,0% v/v (1440 g. ha-1 de eq. ac. De glifosate) exigiu intervalo de pelo menos duas horas sem chuva após a aplicação. No verão, para alcançar o mesmo nível de controle foi necessário um período de pelo menos uma hora sem chuva após a aplicação, para a mesma dose de glifosate, e com a concentração do herbicida na calda de 1% v/v (720 g. ha-1 de eq. ac. de glifosate) obteve-se resultado satisfatório com período superior a duas horas sem chuva após a aplicação. </abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 1 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 65-77</organization>
	<title>Mobilidade do sulfentrazone no perfil de classes de solos</title>
	<type></type>
	<author>Rossi, Caio Vitagliano Santi</author>
	<author>Salgado, Tiago Pereira</author>
	<author>Alves, Pedro Luís da Costa Aguiar</author>
	<author>Júnior, José Marques</author>
	<date>2005-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Herbicida</keyword>
	<keyword>lixiviação</keyword>
	<keyword>adsorção</keyword>
	<keyword>óxido de ferro.</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O trabalho objetivou determinar a mobilidade do sulfentrazone em duas classes de solos em função de índices pluviométricos crescentes, bem como possíveis influências das propriedades químicas e físicas de solos com diferentes teores de ferro na ação do herbicida. Foram utilizados como recipientes 36 tubos de PVC de 10cm de diâmetro por 50cm de comprimento. Os recipientes foram preenchidos com os solos e umedecidos a 65% (p/p) da capacidade de saturação, quando fez-se a aplicação do sulfentrazone (800g i.a/ha) na área exposta dos solos. Na seqüência, foram simuladas chuvas diárias de 10mm e, ao atingir-se o índice pluviométrico desejado (30, 60 e 90mm), foram desmontados seis tubos de cada solo (com e sem aplicação). Foram semeadas cinco sementes de sorgo (Sorghum bicolor) nas profundidades de 2,5-7,5-12,5-17,5-22,5-30,0cm, que assim foram mantidas em casa de vegetação por 15 dias para avaliação da germinação e crescimento inicial. Decorrido esse tempo, foi realizada uma avaliação de possíveis alterações morfofisiológicas que pudesse ser caracterizada como efeitos tóxicos do produto e mediu-se o comprimento da parte aérea até a última lígula visível. As partes aéreas foram secas em estufa com circulação forçada de ar (70°C por 96h) para obtenção de matéria seca. Pelos resultados obtidos, verificou-se que no Latossolo Vermelho distroférrico o produto foi até os 12,5 cm com 90mm de precipitação e no Latossolo Vermelho – Amarelo o sulfentrazone foi pouco móvel, permanecendo nos 7,5cm superficiais, independentemente da precipitação.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 1 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 78-88</organization>
	<title>Eficácia do herbicida flazasulfuron no controle de plantas daninhas em cana-de-açúcar e seus efeitos no crescimento e produtividade da cultura</title>
	<type></type>
	<author>Carvalho, Fernando Tadeu</author>
	<author>Cavazzana, Maurício Alessandro</author>
	<author>Júnior, Walter Galbiatti</author>
	<date>2005-04-10</date>
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	<keyword>Cyperus rotundus</keyword>
	<keyword>interferência</keyword>
	<keyword>controle químico</keyword>
	<keyword>seletividade</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O objetivo foi avaliar a tolerância da cana-de-açúcar (variedade RB 72-454) ao herbicida flazasulfuron e sua eficiência no controle de Cyperus rotundus. O experimento foi desenvolvido em um Latossolo Vermelho-Escuro, com textura arenosa, na Usina Destivale, em Araçatuba, SP. A. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, com 12 tratamentos e 4 repetições. Os herbicidas foram aplicados em pós-emergência da cultura e plantas daninhas, aos 20 e 45 dias após o plantio. Estudou-se a seletividade dos herbicidas à cana-de-açúcar e a eficiência no controle das plantas daninhas, através de avaliações visuais e contagem do número de tubérculos de tiririca. Avaliou-se também, o efeito dos tratamentos no crescimento e produtividade da cultura. Concluiu-se que o herbicida flazasulfuron, nas doses de 100; 125; 150; 37,5+37,5; 50+50; 62,5+62,5 e 75+75 g/ha, foi seletivo à cultura da cana-de-açúcar e eficiente no controle de C. rotundus, proporcionando redução média de 80% no número de tubérculos viáveis. A produtividade média da cana-de-açúcar foi de 81,2 t/ha contra 55,6 t/ha da testemunha no mato. Nas doses de 50 e 75 g/ha, o herbicida foi pouco eficiente. O herbicida 2,4-D foi pouco eficiente no controle da tiririca e o MSMA foi eficiente até os 45 DAPA, com 85% de controle. </abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 1 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 89-104</organization>
	<title>Avaliação da eficiência e seletividade de herbicida Cobra aplicado isolado ou em mistura com CLASSIC na cultura da soja</title>
	<type></type>
	<author>Barros, Antônio Carlos; Engº.-Agrônomo / Pesquisador da AGENCIARURAL. Cx. Postal 164 CEP.: 75800-069 - Jataí-GO;</author>
	<date>2005-04-10</date>
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	<keyword>Classic</keyword>
	<keyword>cobra</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>     Foi conduzido um ensaio no município de Serranópolis-GO, com o objetivo de avaliar a eficiência agronômica e seletividade do herbicida COBRA aplicado isolado ou em mistura com CLASSIC, para o controle de plantas daninhas na cultura da soja. Os tratamentos foram: COBRA 0,625 e 0,750l/ha, COBRA + CLASSIC (0,5l + 50g)/ha, CLASSIC 80g/ha, além das testemunha com e sem capina. Conforme resultados  conclui se que: a) nas doses testadas os herbicidas foram seletivos para a cultura da soja; b) COBRA + CLASSIC (0,5l + 50g)/ha e CLASSIC 80g/ha apresentaram praticabilidade e eficiência agronômica no controle do carrapicho-rasteiro, picão-preto e erva-palha, podendo, portanto, ser recomendada para o controle destas espécies; c) COBRA 0,750l/há foi eficiente no controle da erva-palha; d) Não foram observadas diferenças significativas entre as produtividades obtidas nos tratamentos químicos e a testemunha capinada.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 1 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 105-111</organization>
	<title>Controle químico de Brachiaria decumbens em pastagem de Cynodon dactylon híbridos Coast-cross e Tifton 85</title>
	<type></type>
	<author>Carvalho, Joaquim Antônio</author>
	<author>Werlang, Ricardo Camara</author>
	<author>Zaiden Paro, Paulo Henrique</author>
	<author>Neto, Ernesto Finotti</author>
	<date>2005-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>diuron</keyword>
	<keyword>MSMA</keyword>
	<keyword>espécies forrageiras</keyword>
	<keyword>toxicidade</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>     Objetivando controlar Brachiaria decumbens em pastagens degradadas de Cynodon dactylon híbridos Coast-Cross e Tifton 85, realizaram-se dois experimentos, um para cada forrageira, em que foram aplicadas doses crescentes da mistura comercial diuron / MSMA e uma dose de MSMA. Foi utilizado o delineamento experimental em blocos ao acaso, com sete tratamentos e quatro repetições, e parcelas com seis metros de  comprimento e quatro de largura. Os tratamentos foram aplicados em área total e nas plantas daninhas adultas. Diuron / MSMA nas doses de 1120 + 2880 g/ha, espectivamente, proporcionou controle eficaz de B. decumbens até os 42 DAA (90%).MSMA na dose de 2880 g/ha não foi eficaz no controle de B. decumbens, durante o período avaliado, tendo controle inferior a 70% dos 14 aos 42 DAA. Diuron / MSMA na dose de 1120 + 2880 g/ha e MSMA na dose de 2880 g/ha proporcionaram injúrias leves nos híbridos de C. dactylon, desde os 7 até aos 14 DAA, efeito este que desapareceu aos 30 DAA, não afetando o desenvolvimento das forrageiras e possibilitando rápido restabelecimento da pastagem.</abstract>
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	<title>Eficácia do glifosato potássico em mistura com butafenacil no controle de trapoeraba na cultura do café</title>
	<type></type>
	<author>Souza, Luciano Soares</author>
	<author>Correa, Tiago Mattosinho</author>
	<author>Mauri, Fábio Daniel</author>
	<author>Losasso, Pedro Henrique Lorenzetti</author>
	<date>2005-04-10</date>
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	<keyword>Herbicidas</keyword>
	<keyword>trapoeraba</keyword>
	<keyword>controle</keyword>
	<keyword>café</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O objetivo do presente trabalho foi avaliar a eficácia do glifosato potássico (Zapp plus) em mistura com butafenacil no controle da trapoeraba (Commelina benghalensis L.) na cultura do café, nos meses de fevereiro (granação) e maio (arruação). Foram instalados dois experimentos à campo na Fazenda Bom Retiro, localizada no município de Vera Cruz-SP. Os tratamentos utilizados foram: glifosato potássico+butafenacil (concentrado emulsionável contendo 100 g i.a./L) (1000+30; 1000+40; 1000+50; 1000+60; 1000+70; 1000+80; 1000+90; 1000+100 g/ha + óleo mineral a 0,5% v/v), glifosato+carfentrazone-ethyl (2000+30 g/ha + óleo mineral a 0,5% v/v), glifosato potássico (1000 g/ha), butafenacil (60 e 100 g/ha + óleo mineral a 0,5% v/v), com aplicação dirigida em pós-emergência avançada, além da testemunha sem controle. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com quatro repetições. O herbicida butafenacil propiciou melhora no desempenho de glifosato potássico no controle de trapoeraba; a combinação de glifosato potássico + butafenacil foi eficaz no controle de trapoeraba na dose de 1000 + 100 g/ha, aos 15 e 7 DAT, para a fase de granação e arruação respectivamente; a mistura glifosato + carfentrazone-ethyl foi eficaz no controle de trapoeraba nas doses testadas; os herbicidas testados proporcionaram controle mais rápido e com período mais curto, na época da granação (fevereiro), e o inverso para a época da arruação (maio), onde o controle foi mais lento e prolongado.</abstract>
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	<organization>v. 4 n. 1 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 120-132</organization>
	<title>Influência da época de controle das plantas daninhas, sobre a eficácia do herbicida acetochlor em milho</title>
	<type></type>
	<author>Martini, Gustavo</author>
	<author>Pedrinho Junior, Aimar Francisco Ferrari</author>
	<author>Durigan, Julio Cezar</author>
	<date>2005-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>herbicidas</keyword>
	<keyword>mistura em tanque</keyword>
	<keyword>milho</keyword>
	<keyword>pós-emergência</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O presente trabalho objetivou avaliar a eficácia do acetochlor, aplicado num estágio precoce e semi-tardio, no controle de Cenchrus echinatus, Digitaria horizontalis, Indigofera hirsuta, Portulaca oleracea e Ipomoea grandifolia, além de verificar possíveis efeitos de intoxicação às plantas de milho. Utilizou-se uma área da Fazenda Experimental de Ensino e Pesquisa da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Câmpus de Jaboticabal-SP, onde cultivou-se o híbrido AG 3010, para a instalação do experimento. Testou-se três dosagens (1,68; 2,52 e 3,36 kg/ha) do acetochlor em misturas com o nicosulfuron a 0,032 kg/ha. Utilizou-se como referências para comparações entre os resultados os tratamentos com nicosulfuron isolado (0,032 kg/ha) e as testemunhas capinada e sem capina. Os herbicidas foram aplicados com o auxílio de um pulverizador costal manual à pressão constante (mantida por CO2 comprimido) de 2,8 kg/cm2, munido de barra com 4 bicos XR 110.02 e com um consumo de calda equivalente a 200 L/ha, quando as plantas daninhas apresentavam 2 folhas e mais tardiamente com 4 a 6 folhas. Deve-se preconizar a aplicação dos herbicidas mais precocemente, sendo que o acetochlor adicionado ao nicosulfuron proporcionou um melhor efeito residual, exceto para o C. echinatus onde a aplicação feita mais tardiamente proporcionou um melhor controle. As dosagens testadas do acetochlor não apresentaram diferenças expressivas de controle entre si, e podem ser utilizadas sem restrições no híbrido testado.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 1 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 133-145</organization>
	<title>Efeito de herbicidas de pré-emergência sobre o desenvolvimento inicial de espécies arbóreas</title>
	<type></type>
	<author>Ferreira, Robério Anastácio</author>
	<author>Davide, Antonio Claudio</author>
	<author>Alcântara, Elifas Nunes</author>
	<author>Motta, Marcelo Souza</author>
	<date>2005-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>herbicida</keyword>
	<keyword>pré-emergência</keyword>
	<keyword>espécies arbóreas</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes tratamentos com herbicidas de pré-emergência, na emergência de plântulas e desenvolvimento inicial das mudas de espécies arbóreas de matas ciliares. O experimento foi realizado em casa de vegetação, em delineamento em blocos casualizados, com cinco tratamentos e quatro repetições. Os herbicidas utilizados foram imazapyr, atrazina, acetochlor e oxyfluorfen,  as seguintes dosagens: 3,0L p.c./ha, 5,0L p.c./ha, 3,0L p.c./ha e 4,5L p.c./ha, respectivamente. Para comparação destes, foi utilizado um tratamento testemunha (sem herbicida). O acetochlor apresentou resultados satisfatórios na emergência de plântulas e na sobrevivência de mudas de Senna multijuga, Senna macranthera, Solanum granulosoleprosum e Trema micrantha. Com exceção da T. micrantha, as demais espécies mostraram-se altamente susceptíveis a ação do imazapyr na sobrevivência de mudas. A atrazina e o oxyfluorfen mostraram-se passíveis de utilização, mas necessita uma criteriosa avaliação quanto a definição das espécies. Deve-se enfatizar que nenhum dos herbicidas apresentou resultado igual ao tratamento controle (testemunha), quer seja na emergência de plântulas ou na sobrevivência de mudas. Os efeitos fitotóxicos observados corroboraram as informações já registradas para os herbicidas empregados. Pôde-se também constatar eficiência dos herbicidas no controle de plantas daninhas, presentes no tratamento controle (testemunha).</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 1 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 146-155</organization>
	<title>Seletividade de herbicidas sobre as características de produção da cana-de-açúcar utilizando-se duas testemunhas</title>
	<type></type>
	<author>Montório, Gilmar A.</author>
	<author>Constantin, Jamil</author>
	<author>Velini, Edivaldo D.</author>
	<author>Montório, Thiago</author>
	<date>2005-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Tolerância</keyword>
	<keyword>Saccharum officinarum</keyword>
	<keyword>mistura de herbicidas</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>No Brasil estudos de seletividade de herbicidas sobre os parâmetros de produção em cana-de-açúcar, são feitos geralmente juntos com ensaios de eficácia agronômica em plantas daninhas e sempre utilizando uma testemunha por bloco experimental. Quando se analisa o contraste tratamento com herbicida em relação a uma única testemunha sem herbicida, há tendência em se obter maiores valores para o coeficiente de variação, podendo ocultar alguns herbicidas considerados não seletivos. Logo, o objetivo do presente trabalho, foi avaliar especificamente a seletividade de herbicidas sobre os parâmetros diâmetro, comprimento, número de entrenós e produção de colmos de cana-de-açúcar, mantendo as parcelas constantemente capinadas, e utilizando-se duas testemunhas laterais adjacentes a cada tratamento com herbicida. Os resultados mostraram que em pós-emergência, 2,4-D + hexazinone/ diuron (1,34 + 0,27/ 0,94 kg i.a./ha) afetaram significativamente o diâmetro e o comprimento de colmos, reduzindo a produção em 16,6 t/ha. Tebuthiuron (0,96 kg i.a./ha) afetou o diâmetro, tebuthiuron + diuron (0,96 + 1,25 kg i.a./ha) e diuron + ametryn (1,25 kg i.a./ha) afetaram o no de entrenós, reduzindo a produção de colmos em 11,9; 17,0; 5,5 t/há respectivamente. Ametryn (2,25 kg i.a./ha) e oxyfluorfen (0,72 kg i.a./ha) aplicados em préemergência foram considerados não seletivos para o parâmetro número de entrenós, entretanto não causaram redução na produção de colmos.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 1 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 156-162</organization>
	<title>Seletividade e eficiência do herbicida flumiclorac-pentil no controle de Euphorbia heterophylla na cultura de soja</title>
	<type></type>
	<author>Roman, Erivelton Scherer</author>
	<author>Vargas, Leandro</author>
	<author>Rizzardi, Mauro Antônio</author>
	<date>2005-04-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/19</other_access>
	<keyword>leiteiro</keyword>
	<keyword>imazethapyr</keyword>
	<keyword>chloransulam-metil</keyword>
	<keyword>soja</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O objetivo deste trabalho foi verificar a eficiência de flumiclorac-pentil isolado e em associação, aplicado em pós-emergência, no controle de Euphorbia heterophylla L., na cultura da soja sob plantio direto. O experimento foi conduzido em campo, na Embrapa Trigo, no município de Passo Fundo, RS. O solo é um Latossolo Vermelho Distrófico típico, de textura média. A cultivar de soja reagente foi BRS 154. Os tratamentos constaram de flumiclorac-pentil mais imazethapyr (40 + 59,5 g ha-1) e mais cloransulam-metil(40 e 30 g ha-1) e de aplicações isoladas de flumiclorac (60 g ha-1), chloransulam (41 g ha-1) e imazethapyr (98 g ha-1). Em todos os tratamentos foi adicionado o óleo mineral Assist a 0,5%. Os tratamentos com flumiclorac-pentil, isolado ou em associação, proporcionaram os maiores danos nas plantas de soja, os quais variaram de 27,0 a 33,7% aos 5 dias após a aplicação (DAA). Aos 14 DAA, as plantas de soja se recuperaram dos sintomas presentes na avaliação anterior, estando estes evidenciados tão somente nas folhas mais velhas. Todos os tratamentos apresentaram controle da planta daninha em níveis superiores a 95%, aos 14 DAT, sendo estatisticamente iguais entre si. Na avaliação realizada aos 30 DAA, os tratamentos com herbicidas repetiram a sua performance, sendo o controle superior a 92,0%. Nessa avaliação, flumiclorac-pentil, aplicado isolado apresentou-se inferior estatisticamente aos demais, mas mesmo assim, com controle de 92,5%. O mesmo comportamento foi observado nas avaliações realizadas aos 60 DAA e na pré-colheita.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 2 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 1 a 7</organization>
	<title>Efeito da aplicação de diferentes doses de metolachlor  o desenvolvimento do feijoeiro comum (Phaseolus vulgaris L.)</title>
	<type></type>
	<author>Farinelli, Rogério</author>
	<author>Penariol, Fernando Guido</author>
	<author>Alvarez, Angela Cristina Camarim</author>
	<author>Souza, Sandra Aparecida</author>
	<author>Rossi, Caio Vitagliano Santi</author>
	<author>Silva, Monica Martins</author>
	<author>Rodrigues, João Domingos</author>
	<date>2005-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Seletividade</keyword>
	<keyword>precocidade</keyword>
	<keyword>feijão</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>No Brasil, a cultura de milho apresenta o maior consumo do herbicida metolachlor, porém com o aumento da área cultivada do feijão de inverno, esta cultura tornou-se um importante mercado para este produto. O trabalho foi desenvolvido na FCA/UNESP, Botucatu, SP, com o objetivo de avaliar os efeitos de diferentes doses do herbicida metolachlor no feijoeiro, utilizando o cultivar FT Bonito, no período “de inverno”. Os tratamentos foram constituídos de cinco doses (0; 1,0; 2,0; 3,0; 4,0 e 5,0 L/ha) totalizando seis tratamentos com cinco repetições. O herbicida foi aplicado em pré-emergência, sendo realizadas nos estádios fenológicos V2, V3 e V4, correspondendo ao desdobramento de folhas primárias, emissão da primeira folha trifoliada e emissão da terceira folha trifoliada, as seguintes avaliações: altura de plantas; matéria seca da parte aérea e sintomas de fitotoxicidade. Verificou-se que, para a altura de plantas, no estádio V2 não foi verificada diferença significativa. No entanto, observou-se a ocorrência de sintomas de fitotoxicidade, que foram mais intensos no tratamento correspondente à maior dose do herbicida. Apesar da redução no desenvolvimento das plantas nos três estádios fenológicos não houve diminuição na produção de matéria seca.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 2 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 8 a 22</organization>
	<title>Eficiência dos surfatantes de uso agricola na redução da tensão superficial</title>
	<type></type>
	<author>Montório, Gilmar A.</author>
	<author>Velini, Edivaldo D.</author>
	<author>Maciel, Cleber D. G.</author>
	<author>Montório, Thiago</author>
	<date>2005-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>adjuvantes</keyword>
	<keyword>adesivos</keyword>
	<keyword>herbicidas</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O presente trabalho teve como objetivo estudar o comportamento da tensão superficial em gotas de solução elaboradas com diferentes concentrações de surfatantes. Para analisar a tensão fez-se pesagens das gotas formadas na extremidade de uma bureta, com os seguintes tratamentos combinados de forma fatorial (15x12) 15 surfatantes (Ag-Bem, Agral, Aterbane BR, Agrex, Break Thru, Extravon, Energic, Fixade, Gotafix, Haiten, Herbitensil, Iharaguem, Lanzar, Silwet L-77 e Wil Fix) e 12 concentrações (0; 0,001; 0,0025; 0,005; 0,01; 0,025; 0,05; 0,1; 0,25; 0,5%; 1 e 2%) num total de 180 tratamentos. A análise estatística dos dados foi realizada com auxilio do programa SAS e para análise de regressão, adotou-se o modelo de Mitscherlich ajustado e modificado para os dados obtidos.Observou-se que os surfatantes organosiliconados Break Thru e Silwet L-77 reduziram significativamente a tensão superficial (19,87 e 19,08 mN/m; respectivamente) e apresentaram os mais elevados coeficientes de eficácia (169,81 e 143,43). Wil Fix e Agrex apesar de terem apresentados baixos coeficientes de eficácia (1,52 e 4,01; respectivamente), reduziram significativamente a tensão superficial (24,71 e 29,29 mN/m) porem numa concentração elevada próxima a 2% v/ v. Os demais surfatantes (Ag-Bem, Agral, AterbaneBR, Extravon, Energic, Fixade, Gotafix, Haiten, Herbitensil, Iharaguem e Lanzar) apresentaram tensões mínimas bastante próximas, portanto, a comparação entre eles pode ser feita exclusivamente pelo coeficiente de eficácia.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 2 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 23 a 31</organization>
	<title>Atividade de superóxido dismutase em plantas de soja (Glycine max L.) cultivadas sob estresse oxidativo causado por herbicida</title>
	<type></type>
	<author>Cataneo, Ana Catarina</author>
	<author>Chamma, Karina Luiz</author>
	<author>Ferreira, Leonardo Cesar</author>
	<author>Déstro, Guilherme Fernando Gomes</author>
	<author>Sousa, Débora Cristina Ferreira de</author>
	<date>2005-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>oxyfluorfen</keyword>
	<keyword>radicais livres</keyword>
	<keyword>sistema antioxidante</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>     Alguns herbicidas freqüentemente utilizados em culturas agrícolas de importância econômica, tais como a soja, causam nos organismos aeróbicos estresse oxidativo, caracterizado pela formação de espécies reativas de oxigênio, como os radicais superóxido (O2-). A superóxido dismutase (SOD) é uma enzima que desempenha importante papel na resposta ao estresse oxidativo nas plantas, atuando sobre o radical O2-, formando peróxido de hidrogênio e oxigênio molecular. Este trabalho teve como objetivo determinar a atividade da SOD a fim de verificar sua ação na proteção das plantas de soja contra o estresse oxidativo induzido pelo herbicida oxyfluorfen e também o teor de lipoperóxidos formados nas condições do experimento. As doses aplicadas do herbicida foram de 2500, 5000 e 10000 mg/L, através de pulverização na parte aérea das plantas de soja em diferentes estádios de desenvolvimento (16, 23 e 30 dias após a germinação). Amostras da parte aérea foram coletadas às 24, 48 e 72 horas após a aplicação dos tratamentos e utilizadas para as determinações. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4x3 (quatro tratamentos e três estádios de desenvolvimento), com cinco repetições. O oxyfluorfen nas doses de 2500 e 10000 mg/L ocasionou aumento da atividade da SOD nos estádios de 16, 23 e 30 dias, enquanto que o teor de lipoperóxidos aumentou nas plantas submetidas à todas as concentrações. Os resultados confirmam que a SOD tem ação contra o estresse oxidativo induzido pelo oxyfluorfen em plantas de soja.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 2 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 32 a 39</organization>
	<title>Metodologia para estudo de seletividade de herbicidas na cultura da cana-de-açúcar (Saccharum spp).</title>
	<type></type>
	<author>Montório, Gilmar A.</author>
	<author>Constantin, Jamil</author>
	<author>Velini, Edivaldo D.</author>
	<author>Montório, Thiago</author>
	<date>2005-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>herbicidas</keyword>
	<keyword>cana-de-açúcar</keyword>
	<keyword>seletividade</keyword>
	<keyword>produção</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>    Estudos sobre seletividade de herbicidas na cultura cana-de-açúcar, são feitos geralmente juntos com ensaios de eficácia sobre plantas daninhas e sempre utilizando-se uma testemunha por bloco experimental. Quando se analisa o contraste tratamento com herbicida em relação a uma única testemunha sem herbicida, há uma tendência em se obter maior valores para o coeficiente de variação, podendo dessa forma, ocultar os efeitos de alguns produtos não seletivos. O objetivo do presente trabalho, foi avaliar especificamente a seletividade de herbicidas sobre a produção de colmos da cana-de-açúcar, mantendo-se as parcelas constantemente capinadas, e utilizando-se duas testemunhas laterais adjacentes a cada tratamento com herbicida. Com essa metodologia, os resultados mostraram que os herbicidas 2,4-D + ametryn (1,34 +1,50 l i.a./ ha), tebuthiuron + diuron (0,96 + 1,25 l i.a/ ha), 2,4-D + hexazinone + diuron (1,34 + 0,27 + 0,94 l i.a./ ha), ametryn (1,50 l i.a./ ha), tebuthiuron (0,96 l i.a./ ha) e tebuthiuron + ametryn (0,96 + 1,50 l i.a/ ha) reduziram significativamente a produção de colmos em 19,5; 17,0; 16,6; 15,1; 11,9 e 10,9 t/ há respectivamente, com níveis de significância menor que 3%. Logo, tais produtos foram considerados não seletivos a cv. RB 835089 quando aplicados na pós-emergência da cultura.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 2 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 40 a 54</organization>
	<title>Eficiência do herbicida foramsulfuron + iodosulfuron no controle de plantas daninhas na cultura do milho</title>
	<type></type>
	<author>Contiero, Robinson Luiz</author>
	<author>Lopes, Mario César</author>
	<author>Bloedorn, Mauricio</author>
	<author>Blanco, Idelvan Bonadiman</author>
	<date>2005-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Controle químico</keyword>
	<keyword>foramsulfuron</keyword>
	<keyword>iodosulfuron</keyword>
	<keyword>Zea mays</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>        O objetivo do trabalho foi avaliar a eficiência do herbicida foramsulfuron + Iodosulfuron, aplicado em pós-emergência, para o controle de plantas daninhas na cultura do milho. O ensaio foi conduzido na UNIOESTE – Campus de Marechal Cândido Rondon-PR, no período de outubro/2000 a março/2001. A aplicação dos herbicidas em pós-emergência foi realizada quando o milho estava com 4 a 5 folhas totalmente desprendidas do cartucho, utilizando-se um pulverizador costal a pressão constante (CO2) de 2,1 kgf/cm2, barra equipada com 6 bicos leque XR Teejet 110-02 e consumo de calda de 200 l/ha. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, com 4 repetições e os tratamentos foram os seguintes: foramsulfuron (35 e 45,3 g/ha), foramsulfuron + iodosulfuron (36 + 2,4 e 45 + 3 g/ha), foramsulfuron + atrazine (35 + 1000 e 45,5 + 1000 g/ha), nicosulfuron (50 g/ha), testemunha capinada e testemunha sem capina. Todos os produtos utilizados apresentaram excelente controle das plantas daninhas existentes nas unidades experimentais do ensaio. Nenhum herbicida causou qualquer tipo de injúria na cultura, que comprometesse seu desenvolvimento. Quanto ao parâmetro produção, não se observou diferença significativa entre os produtos testados, sendo porém todos superiores à testemunha sem capina.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 2 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 55 a 61</organization>
	<title>Controle de gramíneas em solos de várzea</title>
	<type></type>
	<author>Vernetti Junior, Francisco de Jesus</author>
	<author>Andres, André</author>
	<date>2005-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>sistemas de cultivo</keyword>
	<keyword>atrazine</keyword>
	<keyword>s-metolachlor</keyword>
	<keyword>soja</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>      O objetivo deste trabalho foi estudar o efeito de herbicidas e sistemas de cultivo no controle de gramíneas, nas culturas do milho, soja e sorgo implantadas nos sistemas de cultivo mínimo, de semeadura direta e de semeadura convencional, em Planossolo Hidromórfico (resteva de arroz irrigado). O sistema convencional apresentou os melhores resultados para essas culturas, neste tipo de solo. A cultura do sorgo apresentou o melhor desempenho, independentemente do sistema de cultivo utilizado, enquanto o milho teve o pior comportamento e a soja comportamento intermediário. Os herbicidas atrazine (sorgo), s-metolachlor (soja) e atrazine + s-metolachlor (milho) controlaram, respectivamente, 80%, 70% e 50% das invasoras, independentemente da dose empregada. As doses de máxima eficiência técnica foram respectivamente, 3,85 e 3,26 l/ha p.c., para atrazine e s-metolachlor, independentemente do sistema de cultivo. Para atrazine + s-metolachlor (milho), houve interação de doses e sistemas e as doses de máxima eficiência técnica foram 5,7; 3,9 e 3,65 l/ha p.c., respectivamente, para os sistemas de cultivo mínimo, de semeadura direta e de semeadura convencional.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 2 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 62 a 76</organization>
	<title>Adsorção de atrazina, desetilatrazina e hidroxiatrazina em latossolo vermelho escuro sob cerrado e sob plantio direto no Distrito Federal</title>
	<type></type>
	<author>Krahenbuhl, Fernando M.</author>
	<author>Nasser, Luiz C. B.</author>
	<author>Santos, Roberto V.</author>
	<author>Macalady, D.</author>
	<date>2005-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>adsorção</keyword>
	<keyword>herbicidas</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>        O destino de um agrotóxico no meio ambiente depende de vários fatores, entre estes as alguns atributos do solo como mineralogia, composição química e conteúdo de matéria orgânica. Este estudo teve como objetivos verificar de que forma a adaptação de algumas das características de um Latossolo Vermelho Escuro do cerrado ao uso continuado do plantio direto (PD) influencia a retenção da atrazina e dois de seus principiais metabólitos (desetilatrazina e hidroxiatrazina). Desta forma, além da caracterização do solo, desenvolveram-se estudos da interação do solo com a atrazina, tanto com solos utilizados para PD, quanto solos de mata nativa nunca usados na prática agrícola. A comparação entre ambos evidenciou que as mudanças ocasionadas pelo solo agrícola, embora pequenas, foram suficientes para causar ligeira modificação na afinidade deste pelos compostos estudados. Atrazina e desetilatrazina apresentaram maior afinidade com os horizontes mais ricos em matéria orgânica, enquanto que os horizontes mais profundos, mais pobres em matéria orgânica, a adsorção da atrazina foi desprazível, desetilatrazina esta presente, porém em quantidades pequenas.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 2 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 77 a 85</organization>
	<title>Seletividade do herbicida diclosulam, aplicado em pré e pós-emergência em diversas cultivares de cana-de-açúcar.</title>
	<type></type>
	<author>Martins, Dagoberto</author>
	<author>Velini, Edivaldo D.</author>
	<author>Negrisoli, Eduardo</author>
	<author>Marchi, S. R.</author>
	<author>Silva, J. R. V</author>
	<date>2005-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Herbicida</keyword>
	<keyword>fitotoxicidade</keyword>
	<keyword>Saccharum officinalis</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O objetivo do presente trabalho foi avaliar a seletividade do herbicida diclosulam aplicado em pré e pós-emergência sob diversas cultivares de soqueira de cana-de-açúcar. O experimento foi instalado no município de Barra Bonita/SP, em um Latossolo Roxo distrófico, utilizando-se onze cultivares distintas de cana-de-açúcar: RB 72 454, RB 82 5336, RB 83 5089, RB 83 5486, RB 85 5035, RB 85 5156, SP 70 1143, SP 71 1406, SP 79 1011, SP 80 1842 e PO 8503. Os tratamentos estudados foram (i) diclosulam a 200 g ha-1 aplicado em pré-emergência, (ii) diclosulam a 200 g ha-1 aplicado em pós-emergência e, (iii) uma testemunha sem aplicação de herbicidas. Além da fitointoxicação visual das plantas de cana-de-açúcar, também avaliou-se, por ocasião da colheita, vários parâmetros tecnológicos, como Pol, Brix, fibra e produtivos como diâmetro de colmo, número de colmos, comprimento de colmos e rendimento de colmos e açúcar. Apenas as variedades RB 85 5035 e RB 85 5156 apresentaram sintomas visuais de intoxicação provocados pelo herbicida diclosulam aplicado tanto em pré como em pós-emergência, sintomas esses que dissiparam-se no decorrer do ciclo da cultura. As características tecnológicas Pol, fibra e Brix não foram afetadas pela aplicação do herbicida diclosulam.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 2 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 86 a 91</organization>
	<title>Efeitos da mistura pronta de ametryne mais simazine com glyphosate e paraquat no controle de plantas daninhas na cultura do cafeeiro</title>
	<type></type>
	<author>Carvalho, Joaquim Anônio</author>
	<author>Almeida, Maira A. N.</author>
	<author>Santos, Vera L. M.</author>
	<author>Brito, Césio H.</author>
	<author>Santos, Carlos M.</author>
	<date>2005-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>pós-emergência</keyword>
	<keyword>diuron</keyword>
	<keyword>café</keyword>
	<keyword>coffea arabica</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>        Este trabalho foi realizado de 06/01 a 08/03/98 em Iraí de Minas, com objetivo de avaliar a atividade biológica da mistura pronta de ametryne mais simazine com glyphosate e paraquat no controle de Brachiaria plantaginea (link) Hitchc , Digitaria horizontalis Willd, Amaranthus hybridus L., Commelina benghalensis L. e Eleusine indica (L.) Gaertn, na cultura do cafeeiro catucaí. Os tratamentos foram constituídos por duas doses (2500+960 e 3000+960 g.ha-1) da mistura pronta de ametryne+simazine com glyphosate, duas doses (2500+300 e 3000+300 g.ha-1) de ametryne+simazine com paraquat comparadas com uma dose (2500+300 g.ha-1) de diuron com paraquat e duas testemunhas sem herbicidas (com e sem capina). Para aplicação dos produtos utilizou-se um pulverizador manual, costal, pressurizado por CO2 a 39 libras/pol2, munido de quatro bicos de jato plano, tipo leque, 110.02 XR, calibrado para distribuir o correspondente a 200 litros de calda por hectare. O delineamento foi em blocos casualizados, com quatro repetições. As avaliações de controle de plantas daninhas, foram realizadas aos 15, 30, 45 e 60 dias após a aplicação. Concluiu-se que: 1) a mistura de ametryne + simazine com glyphosate, nas doses 2500 + 960 g.ha-1, controlam com eficácia B. plantaginea, D. horizontalis, A. hybridus e C. benghalensis, até aos 60 DAA e, E. indica até aos 45 DAA; 2) a mistura de ametryne + simazine com glyphosate nas doses 3000+960 g.ha-1 foram eficazes no controle de D. horizontalis e C. benghalensis até aos 60 DAA e aos 45 DAA de E. indica e A. hybridus; 3) a mistura de ametryne + simazine com paraquat nas duas doses estudadas (2500+300 e 3000+300 g.ha-1), controlaram bem A. hybridus e C. benghalensis até aos 45 DAA; 4) a mistura diuron mais paraquat, foi eficaz no controle de A. hybridus e C. Benghalensis.        </abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 2 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 92 a 101</organization>
	<title>Lixiviação de atrazina em solo em área de recarga do Aquífero Guarani</title>
	<type></type>
	<author>Cerdeira, Antonio Luiz</author>
	<author>Pessoa, Maria Conceição Peres Young</author>
	<author>Santos, Neife Aparecida Guinaim dos</author>
	<author>Lanchote, Vera Lucia</author>
	<date>2005-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>lixiviação</keyword>
	<keyword>atrazine</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>      No aqüífero Guarani, o maior e mais importante lençol de água subterrânea de toda a região centro-sul do país, encontra-se a microbacia do Córrego do Espraiado, um dos seus pontos de recarga. Nesta área, existe predomínio de culturas, nas quais são utilizados herbicidas da família das triazinas e a presença de solo arenoso, que tornam a área vulnerável à lixiviação. Entre os produtos aplicados encontra-se a atrazina (2- chloro-4-(ethylamino)-6-(isopropylamino)-S-triazine). Devido as suas características físico-químicas, esse herbicida tem alto potencial de risco de movimentar-se para água subterrânea. Para avaliar a lixiviação da atrazina foram feitas amostragens de solo para análise física e de água superficial e subterrânea, durante os anos de 2000 a 2002, para análise de resíduo através de cromatografia líquida HPLC (High Performance Liquid Chromatography), e confirmadas com GC-MS (Gas chromatography-mass spectrometry). Apenas quatro amostras de água superficial apresentaram resíduos de atrazina. Destas, duas com 0,04; e as outras com 0,05 e 0,09 μg/L. Nas amostras de água subterrânea os resultados indicaram uma amostra contendo 0,03 μg/L de atrazina. Entretanto, nenhuma delas foi confirmada pelo GC-MS, não indicando resíduos. A presente avaliação contou também com o uso do simulador de sistemas CMLS-94 “Chemical Movement in Layered Soils”. O simulador também mostrou que a atrazina não atinge profundidades comprometedoras para a qualidade do aquífero.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 2 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 102 a 113</organization>
	<title>Efeito de herbicidas aplicados na pré-colheita na qualidade fisiológica das sementes de feijão</title>
	<type></type>
	<author>Penckowski, Luiz Henrique</author>
	<author>Podolan, M. J.</author>
	<author>Lopez-Ovejero, Ramiro F.</author>
	<date>2005-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>qualidade fisiologia</keyword>
	<keyword>sementes</keyword>
	<keyword>herbicidas</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>       Uma das estratégias para melhorar o desempenho da colheita mecanizada é a utilização de dessecantes na pré-colheita. O presente trabalho teve o objetivo de avaliar o efeito de herbicidas aplicados na pré-colheita da cultura de feijão na qualidade das sementes (germinação e vigor), após a colheita e após um período de oito meses de armazenamento. O experimento foi conduzido a campo na Estação Experimental da Fundação ABC (Arapoti, PR), na safra 2001/02. A cultura de feijão, cultivar carioca, foi instalada em sistema de plantio direto. A aplicação dos herbicidas foi realizada quando a cultura apresentava 55% de vagens secas. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso com 10 tratamentos e 4 repetições os quais foram (g i.a. ha-1): glufosinato de amônio + ethefon (120 + 100) + Hoefix (0,2%), glufosinato de amônio + ethefon (120 + 100) + Agral (0,1%); glufosinato de amônio + ethefon (240 + 200 e 480 + 400); diquat (300 e 600); glufosinato de amônio (300); paraquat (240); glyphosate (720) e a testemunha sem aplicação. As médias foram comparadas pelo teste da DMS a 5% de probabilidade. Os tratamentos com glufosinato de amônio + etephon (240 + 200 e 480 + 400 g i.a.ha-1), diquat (300 e 600 g i.a.ha-1) e glufosinato de amônio (300 g i.a.ha-1) foram eficientes na dessecação da cultura e não afetaram a germinação e vigor das sementes. O paraquat (240 g i.a.ha-1) e o glyphosate (720 g e.a.ha-1) apresentaram eficácia inferior aos demais tratamentos e afetaram negativamente a germinação. O glyphosate também reduziu o vigor das sementes.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 2 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 114 a 122</organization>
	<title>Efeito do teor de umidade do solo na seletividade e na Eficiência de carfentrazone-ethyl no controle de plantas daninhas na cultura de soja</title>
	<type></type>
	<author>Roman, Erivelton Scherer</author>
	<author>Vargas, Leandro</author>
	<author>Ribeiro, Marcelo Carlos Fortes</author>
	<date>2005-08-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/31</other_access>
	<keyword>herbicida</keyword>
	<keyword>eficiência</keyword>
	<keyword>fitotoxicidade</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O presente trabalho teve por objetivo verificar a influência do teor de umidade do solo e, por inferência, das plantas, na resposta da soja e de Euphorbia heterophylla L. à aplicação de carfentrazone-ethyl aplicado sozinho e em mistura com imazethapyr. O experimento foi conduzido em campo, na área experimental da Embrapa Trigo, no município de Passo Fundo, RS, na safra agrícola 2001/2002. O solo é um Latossolo Vermelho Distrófico típico, de textura média. A cultivar de soja reagente foi a BRS 154. O delineamento experimental foi de experimento em faixas, com quatro repetições. As faixas eram constituídas pela irrigação: sem irrigação e irrigação com 30 mm de água, através de aspersores, realizada no dia anterior à aplicação dos tratamentos com os herbicidas e pelos dois herbicidas testados: carfentrazone-ethyl, na dose de 10,0 g i.a./ha, isoladamente e em mistura com imazethapyr, na dose de 24,5 g i.a./ha. Foram incluídas uma testemunha capinada e uma testemunha sem capina. O status hídrico do solo, e das plantas, antes da aplicação dos tratamentos, influenciou o efeito de carfentrazone-ethyl: os sintomas fitotóxicos foram em maior grau quando o produto foi aplicado sobre as plantas de soja que não estavam sob estresse hídrico. O melhor controle de E. heterophylla foi obtido pela mistura de carfentrazone-ethyl + imazethapyr, aplicado sobre plantas que não apresentavam estresse hídrico. As plantas de soja recuperaram-se da fitotoxicidade inicial causada pelos tratamentos com carfentrazone-ethyl e não houve efeito sobre a altura final de plantas e nem na produtividade de biomassa e de grãos. </abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 3 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 1 a 10</organization>
	<title>Seletividade e eficiência de herbicidas em cereais de inverno</title>
	<type></type>
	<author>Vargas, Leandro</author>
	<author>Roman, Erivelton Scherer</author>
	<date>2005-12-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/32</other_access>
	<keyword>seletividade</keyword>
	<keyword>herbicidas</keyword>
	<keyword>cereais</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>     O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência e a seletividade de herbicidas em cereais de inverno. O experimento foi conduzido em campo, na Embrapa Trigo, no município de Passo Fundo, RS, no ano de 2005. O solo é um Latossolo Vermelho Distrófico típico, de textura média. As culturas avaliadas foram trigo, cevada, centeio e triticale. Foram semeadas na área aveia-preta, aveia-branca, nabo e ervilhaca, espécies que constituiram-se nas plantas daninhas avaliadas. O herbicidas avaliados foram bentazon, metsulfuron-methyl, diclofop-methyl, clodinafop-propargil, 2,4-D, 2,4-D + picloram, 2,4-D + glifosato (aplicação sequencial) e iodosulfurommetílico. Os tratamentos herbicidas pré-emergentes foram aplicados no dia 23/06/2005, um dia antes da semeadura das culturas. Os pós-emergentes no dia 27/07/05, quando as espécies avaliadas estavam no estádio de 3-5 folhas. Os resultados, de forma geral, indicam que os herbicidas, nas doses avaliadas, são seletivos para as culturas do trigo, triticale e centeio, e que a cevada apresenta maior sensibilidade aos herbicidas, principalmente ao iodosulfurom-metílico, indicando que a aplicação deste herbicida deve ser criteriosa. Evidenciam ainda que a aveia-preta, a aveia-branca e o azevém apresentam resposta diferenciada aos herbicidas diclofop-methyl, clodinafop-propargil e iodosulfurom-metílico, sendo que a dose é fator importante no nível de controle de cada espécie, devendo-se proceder recomendações específicas para cada uma delas. Já o nabo e a ervilhaca são controlados com eficiência pelos herbicidas iodosulfurom-metílico e 2,4-D e 2,4-D + picloram.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 3 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 11 a 17</organization>
	<title>Eficácia e seletividade do herbicida flumioxazin aplicado em pré-emergência na cultura transplantada da cebola</title>
	<type></type>
	<author>Durigan, Julio C.</author>
	<author>Silva, M. R. M</author>
	<author>Azania, A. A.P.M</author>
	<date>2005-12-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/33</other_access>
	<keyword>Fitotoxicidade</keyword>
	<keyword>Allium cepa L.</keyword>
	<keyword>planta daninha</keyword>
	<keyword>herbicida</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar o desempenho do herbicida flumioxazin comparado aos padrões comerciais aplicados em pré-emergência na cultura transplantada da cebola. O experimento foi instalado em Monte Alto, SP, segundo o delineamento experimental de blocos ao acaso com quatro repetições. Os herbicidas utilizados foram: flumioxazin (0,080; 0,120; 0,180; 0,240 kg ha-1), oxadiazon + linuron (0,500 + 0,900 kg ha-1), linuron (1,350 kg ha-1) e oxadiazon (0,75 kg ha-1). Também foram mantidas duas testemunhas, uma com e outra sem controle das plantas daninhas durante todo o ciclo da cultura. As parcelas constaram de quatro linhas espaçadas de 0,36 m e três metros de comprimento cada, totalizando área de 4,32 m2. Foram consideradas úteis as três linhas centrais. A distância entre plantas na linha foi de 0,36 m. Todos os herbicidas foram considerados excelentes para o controle de mentruz (Lepidium virginicum.), destacando-se flumioxazin (100%) em todas as dosagens, até os 80 dias após a aplicação (DAA), com grande seletividade para a cultura. As plantas recuperaram-se bem dos sintomas iniciais do oxadiazon (a 0,750 kg ha-1). A mistura de oxadiazon + linuron (0,500 + 0,900 kg ha-1), assim como, o linuron isolado a 1,350 kg ha-1, promoveram fitointoxicação variando de moderada a média.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 3 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 18 a 34</organization>
	<title>Glifosato e glufosinato como agentes seletivos para transformação genética de maracujá amarelo (Passiflora edulis f. Flavicarpa deg.)</title>
	<type></type>
	<author>Martinez, Camila Ortiz</author>
	<author>Santen, Márcia Van</author>
	<author>Ayub, Ricardo Antônio</author>
	<author>Cortez, Marluce Gonçalves</author>
	<date>2005-12-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/34</other_access>
	<keyword>agentes seletivos</keyword>
	<keyword>maracujá</keyword>
	<keyword>neoformação de gemas</keyword>
	<keyword>rizogênese</keyword>
	<keyword>transformação genética</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O maracujá amarelo é uma das espécies de maior interesse econômico da família Passifloraceae. A biotecnologia pode contribuir para solucionar alguns dos principais problemas que afetam o seu potencial produtivo, como murcha precoce e a suscetibilidade à bacteriose, assim como a criação de variedades mais produtivas. Neste contexto foi conduzido um experimento com o objetivo de avaliar os herbicidas glifosato e glufosinato como agentes seletivos para transformação genética de maracujá amarelo. Foi utilizado o meio de cultura Murashige &amp;amp; Skoog (1962) suplementado com as vitaminas B5, 30 g.L-1 de sacarose, 100 mg.L-1 de inositol, 1 mg.L-1 de BAP e solidificado com 2,6 g.L-1 de Phytagel_. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado e avaliados os experimentos de neoformação de gemas e rizogênese. Os tratamentos com glifosato para a neoformação de gemas corresponderam às concentrações 0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8; 1,0 mg.L-1, que, para rizogênese foram 0; 0,05; 0,1; 0,15; 0,20; 0,30; 0,40 mg.L-1. No caso do glufosinato para a formação de gemas utilizou-se as concentrações 0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 mg.L-1, e para a rizogênese 0,0; 0,1; 0,15; 0,20; 0,25 mg.L-1. A neoformação de gemas foi avaliada pelo número de explantes com gemas e o número médio de gemas por explante, e a rizogênese pelo número de ápices meristemáticos enraizados, o comprimento da maior raiz, o número de raízes primárias e a biomassa de raízes. Ambos os herbicidas glifosato e glufosinato foram eficientes na inibição da regeneração de brotos a uma baixa concentração (0,785 mg.L-1 e 0,768mg.L-1 respectivamente). Assim como na inibição do enraizamento (0,404 mg.L-1 e 0,249 mg.L-1 respectivamente). Isso permite a recomendação desses herbicidas como agentes seletivos na cultura de tecidos do maracujá para trabalhos de transferência gênica.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 3 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 35 a 46</organization>
	<title>Persistência de isoxaflutole em solo argiloso cultivado com Batata</title>
	<type></type>
	<author>Novo, Maria do Carmo S. S.</author>
	<author>Adoryan, Márcio L.</author>
	<author>Favoretto, Patrícia</author>
	<author>Tessarioli Neto, João</author>
	<author>Melo, Paulo César T.</author>
	<date>2005-12-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/35</other_access>
	<keyword>bioensaio</keyword>
	<keyword>isoxazole</keyword>
	<keyword>período residual</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Foi realizado um experimento de campo na Estação Experimental Agrícola da Bayer CropScience, localizada em Paulínia - SP, com o objetivo de estudar a persistência de isoxaflutole aplicado em pré-emergência, na cultura de batata cv. Monalisa, em solo argiloso. O experimento foi disposto em blocos ao acaso, com parcelas subdivididas e repetidos quatro vezes. Nas parcelas foram estudadas as doses de isoxaflutole 0, 75, 150 e 300 g/ha. No dia da aplicação do produto e em intervalos semanais até os 140 dias, exceto aos 119 dias, foram retiradas amostras de solo. A atividade residual do isoxaflutole foi avaliada empregando-se a técnica de bioensaios, sendo usado o feijão (Phaseolus vulgaris L. cv. Eté) , como planta-teste. O período residual de cada dose foi determinado através de análise de regressão polinomial, estabelecida por dose. A perda da atividade residual de isoxaflutole em solo argiloso nas condições de outono-inverno foi bastante lenta. Para as doses de 75 e 150 g/ha, o período residual foi de, respectivamente, 84 e 112 dias, sendo observado aos 70 e 98 dias atividade de recarga. Para a dose de 300 g/ha, o período residual foi superior a 140 dias.           </abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 3 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 47 a 58</organization>
	<title>Aplicação de glifosato em pós-emergência, em soja transgênica cultivada no cerrado</title>
	<type></type>
	<author>Foloni, Luiz Lonardoni</author>
	<author>Rodrigues, Domingos</author>
	<author>Ferreira, Fabiano</author>
	<author>Miranda, Ricardo</author>
	<author>Ono, Elizabeth Orika</author>
	<date>2005-12-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>fitotoxicação</keyword>
	<keyword>glifosato</keyword>
	<keyword>plantas transgênicas</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O experimento foi instalado na cultura de soja transgênica (Glycine max (L.) Merrill) da variedade Soy 8888-RR plantada em 11 de janeiro de 1999. Antes da semeadura foi realizada uma aplicação de glifosato a 1,2 kg/L e sete dias após esse manejo foi efetuada a semeadura em sistema de plantio direto. Os produtos foram aplicados em área total da parcela, empregando equipamento de precisão a gás carbônico (CO2). Os tratamentos empregados foram: glifosato a 0,48; 0,72; 0,96; 1,20 e 1,44 kg/ha aos 31 dias após a emergência (DAE); glifosato a 0,72 kg/ha aos 22 DAE e 0,48 kg/ha aos 42 DAE; glifosato a 0,96 kg/ha aos 22 DAE e 0,72 kg/ha aos 42 DAE; chlorimuron-ethyl + lactofen a 0,01 + 0,072 kg/ha, respectivamente, aos 31 DAE e testemunha com capina e sem capina. Os parâmetros avaliados foram fitotoxicação aparente aos 15, 20, 42 e 51 dias após a aplicação dos tratamentos (DAA), altura das plantas e eficácia agronômica aos 20 e 51 DAA e produção de grãos. Através dos resultados obtidos pode-se observar que glifosato na formulação utilizada, independentemente da concentração empregada, apresentou efeito de fitotoxicação aparente muito leve nas plantas de soja e em uma única ou duas aplicações seqüenciais, mostrou-se eficazes no controle das plantas daninhas presentes.  </abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 3 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 59 a 67</organization>
	<title>Seletividade de herbicidas a Stylosanthes capitata e a S. macrocephala</title>
	<type></type>
	<author>Verzignassi, Jaqueline Rosemeire</author>
	<author>Pereira, Francisco Assis Rolim</author>
	<author>Fernandes, Celso Dornelas</author>
	<author>Vida, João Batista</author>
	<date>2005-12-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>estilosantes</keyword>
	<keyword>fitotoxicidade</keyword>
	<keyword>leguminosa forrageira</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Com o objetivo de avaliar a seletividade de herbicidas, aplicados em pré-emergência e em pós-emergência, às leguminosas Stylosanthes capitata e S. macrocephala, foram instalados ensaios em Neossolo Quartzarênico (antiga classificação: Areia Quartzosa) e Latossolo Vermelho Distroférrico em Campo Grande, MS. Para os produtos aplicados em pré-emergência, os ensaios foram instalados nos dois tipos de solo, para cada uma das espécies de leguminosas, e utilizados os seguintes ingredientes ativos: diclosulam (35,28 g i.a./ha), flumetsulan (120 g i.a./ha), flumioxazin (50 g i.a./ha), imazaquin (30 g i.a./ha), smetolachlor (1.920 g i.a/ha) e sulfentrazone (600 g i.a./ha). Para os herbicidas aplicados em pós-emergência, os ensaios foram instalados somente em Latossolo Vermelho Distroférrico, mas para ambas as espécies da leguminosa, e utilizados: flumioxazin (25 g i.a./ha), 2,4-D (840 g i.a./ha), 2,4-D (536 g i.a./ha), bentazon/acifluorfen-sódio (450 g i.a./ha), acifluorfensódio/ bentazon (240 g i.a./ha), chlorimuron-ethyl (17,5 g i.a./ha), fomesafen (250 g i.a./ha), imazethapyr (100 g i.a./ha) e lactofen (100 g i.a./ha). No caso dos produtos aplicados em préemergência, as avaliações foram baseadas em percentagem de fitotoxicidade dos produtos através do método visual aos 10, 20, 30 e 40 dias após a aplicação dos tratamentos (DAT). Para os produtos de aplicação em pós-emergência, as avaliações foram efetuadas baseadas no mesmo critério utilizado para os produtos aplicados em pré-emergência, porém aos 15 e 40 DAT. Determinou-se, também, ao final dos ensaios, as biomassas verde e seca das plantas do experimento em Latossolo Vermelho Distroférrico. Os resultados permitiram selecionar, sob Latossolo Vermelho Distroférrico, os herbicidas aplicados em pré-emergência imazaquin e diclosulam, com sintomas leves de fitotoxicidade, sem comprometimento da produtividade de biomassa das plantas das duas espécies de Stylosanthes. Para o solo de textura arenosa, nenhum dos produtos aplicados em pré-emergência foi seletivo para as plantas, apresentando alta fitotoxicidade para ambas as espécies da leguminosa. No caso dos produtos aplicados em pós-emergência, os herbicidas testados não proporcionaram valores altos de fitotoxicidade e os que mais afetaram as plantas foram 2,4-D e flumioxazin, seguidos por chlorimuron-ethyl. Os herbicidas lactofen, imazethapyr, fomesafen, acifluorfen-sódio/bentazon e bentazon/acifluorfen-sódio, em pós-emergência, mostraram-se promissores no controle de plantas daninhas em áreas de produção de sementes das espécies de leguminosas.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 4 n. 3 (2005): Revista Brasileira de Herbicidas; 68 a 76</organization>
	<title>Desempenho de foransulfuron + iodosulfuron e imazapic + imazapyr em biótipos de Bidens spp.</title>
	<type></type>
	<author>Nunes, A. L.</author>
	<author>Vidal, Antônio R.</author>
	<author>Trezzi, Michelangelo Muzell</author>
	<date>2005-12-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>herbicida</keyword>
	<keyword>resistência</keyword>
	<keyword>rotação de cultura</keyword>
	<keyword>picão-preto</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Bidens spp. encontra-se presente em 74% das lavouras do planalto central do Rio Grande do Sul. A espécie Bidens pilosa foi a primeira planta daninha a ser relatada como resistente aos herbicidas inibidores da enzima acetolactato sintase (ALS) no Brasil. Foransulfuron + iodosulfuron e imazapic + imazapyr são herbicidas inibidores da enzima ALS usados nacultura de milho e não há relatos na literatura sobre a ação destes herbicidas em biótipos resistentes de Bidens spp. O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho de foransulfuron + iodosulfuron e imazapic + imazapyr em biótipos de Bidens ssp. oriundas de vários locais do país. Foram instalados experimentos em casa de vegetação na Faculdade de Agronomia da UFRGS. Sementes de Bidens spp. foram semeadas em bandejas com capacidade para 2000 ml, com substrato de solo-areia (2:1). Após emergência, plântulas foram transplantadas para vasos de 300 ml e mantidas sem déficit hídrico. Quando as plântulas atingiram quatro folhas verdadeiras foram aspergidas com os herbicidas em até 8 vezes a dose recomendada, em quatro repetições. Aos 21 dias após a aplicação, avaliou-se o controle das plantas. Os resultados foram submetidos à análise de variância e quando constatada interação entre biótipo e dose ajustaram-se curvas de resposta à dose, para cada biótipo. Os resultados confirmaram diferença de sensibilidade aos herbicidas entre os biótipos testados. Os biótipos suscetíveis a outros inibidores de ALS, confirmaram a sua susceptibilidade aos herbicidas foransulfuron + iodosulfuron e imazapic + imazapyr. Mas, os biótipos resistentes a outros inibidores de ALS também confirmaram sua resistência a estes herbicidas. Conclui-se que foransulfuron + iodosulfuron e imazapic + imazapyr são novos herbicidas para a cultura de milho e são iguamente ineficientes sobre os biótipos de Bidens spp resistentes aos inibidores da ALS.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 5 n. 1 (2006): Revista Brasileira de Herbicidas; 1 a 9</organization>
	<title>Efeito do plantio direto no controle de tiririca (Cyperus rotundus l.) e outras plantas daninhas na cultura do milho</title>
	<type></type>
	<author>Cordeiro, L. A. M.</author>
	<author>Reis, M. S.</author>
	<author>Agnes, E. L.</author>
	<author>Cecon, P. R.</author>
	<date>2006-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Plantio direto</keyword>
	<keyword>controle de plantas daninhas</keyword>
	<keyword>tiririca</keyword>
	<keyword>milho</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>        Objetivou-se neste trabalho avaliar a dinâmica populacional de tiririca (Cyperus rotundus L.) e de outras espécies de plantas daninhas na cultura do milho (Zea mays L.) cultivado para grão e para silagem, sob plantio direto e convencional. No primeiro ano, cultivou-se o milho em área total, sendo metade da área sob plantio direto e a outra metade sob preparo convencional. Posteriormente, dividiu-se cada área em duas partes: uma para produzir milho para grão e outra para produzir milho para silagem. Foram avaliadas: a) plantas daninhas antes da dessecação e/ou preparo do solo e após a colheita do milho; e, b) controle de plantas daninhas após a aplicação dos herbicidas em pós-emergência no cultivo do milho e do feijão. Concluiu-se que: o tipo de manejo do solo influenciou o controle de C. rotundus L., sendo superior nas áreas onde fez o plantio direto, independentemente se para produção de milho para grão ou para silagem. Observou-se aumento do número de plantas de C. rotundus L. nos tratamentos sob preparo convencional e milho para silagem. Quanto às demais espécies de plantas daninhas, estas não foram influenciadas pelo tipo de manejo do solo e a finalidade de cultivo de milho, exceto a S. niveum Kuntze, que ocorreu somente nos tratamentos sob milho silagem.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 5 n. 1 (2006): Revista Brasileira de Herbicidas; 10 a 18</organization>
	<title>Fitotoxicidade de sulfoniluréias em duas cultivares de batata</title>
	<type></type>
	<author>Miranda Filho, Hilario S.</author>
	<author>Novo, Maria do Carmo S. S.</author>
	<date>2006-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Solanum tuberosum L.</keyword>
	<keyword>metsulfuron-methyl</keyword>
	<keyword>nicosulfuron</keyword>
	<keyword>sulfometuron-methyl</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>         Em 2004, nos municípios de Casa Branca e Aguaí (SP), foram observadas anormalidades na tuberização da batata em áreas de plantio devido à contaminação de tanques de pulverizadores com sulfoniluréias. A quase totalidade dos tubérculos de todas as plantas apresentavam numerosas rachaduras o que os desclassificava comercialmente. A resposta de plantas de batata à simulação de contaminação de tanques de pulverizadores com sulfoniluréias foi avaliada em experimento em vasos em Águas da Prata, SP. Metsulfuron-methyl, nicosulfuron e sulfometuron-methyl foram aplicados em pós-emergência em plantas de batata das cultivares Atlantic e Lady Rosetta nas doses correspondentes a 0; 0,00001; 0,0001; 0,001; 0,01; 0,1 e 1 vezes às doses recomendadas o que corresponde respectivamente a 3 g ha-1; 60 g ha-1 e 15 g ha-1. Aos 5, 20, 35 e 42 dias após a aplicação dos produtos foram realizadas avaliações de altura média das plantas e de fitotoxicidade, empregando-se a escala de notas onde o valor zero correspondeu à ausência de injúria e a morte da planta ao valor 100. A altura das plantas tratadas com metsulfuron-methyl, nicosulfuron e sulfometuron-methyl não foi influenciada pelo incremento das doses. Nenhuma das doses aplicadas causou morte nas plantas de batata. A injúria na parte aérea geralmente foi maior com metsulfuronmethyl e menor com nicosulfuron. De maneira geral, na cultivar Atlantic foiobservada que em todas as avaliações, a fitotoxicidade aumentou exponencialmente com o aumento dose de sulfometuron-methyl . Para metsulfuron-methyl e nicosulfuron, a fitotoxicidade aumentou de acordo com uma equação do segundo grau. Para a cultivar Lady Rosetta, aos 5 e 20 dias, a fitotoxicidade aumentou exponencialmente, mas, aos 35 dias para metsulfuron-methyl e sulfometuron-methyl aumentou de acordo com uma equação do segundo grau. Os produtos, especialmente o metsulfuron-methyl e o sulfometuron-methyl atrasaram marcadamente o ciclo vegetativo, mesmo nas doses mais baixas.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 5 n. 1 (2006): Revista Brasileira de Herbicidas; 19 a 29</organization>
	<title>Efeito da aplicação de herbicida hormonal em diferentes estádios de  desenvolvimento de trigo (Triticum aestivum l. cvs. Embrapa 16 e BR 23)</title>
	<type></type>
	<author>Rodrigues, Osmar</author>
	<author>Marchese, José A.</author>
	<author>Vargas, Leandro</author>
	<author>Velloso, José A. O.</author>
	<author>Rodrigues, Rita C. S.</author>
	<date>2006-04-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/41</other_access>
	<keyword>Triticum aestivum (L.)</keyword>
	<keyword>Estádios de cresimento</keyword>
	<keyword>Herbicidas hormonais</keyword>
	<keyword>Épocas de aplicação</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>A fitotoxidade dos herbicidas hormonais a base de reguladores de crescimento em trigo está associada ao estádio de desenvolvimento do meristema apical da planta. Aplicações entre os estádios de duplo anel e espigueta terminal são improváveis de causarem deformações nas espigas e danos na produção de grãos. Assim, torna-se necessária a correta determinação desses estádios para um uso seguro desses herbicidas. Mesmo assim, pequenas alterações podem ocorrer em função do ambiente, do padrão de translocação do herbicida na planta e do desenvolvimento diferencial dos afilhos na planta. Com o objetivo de conhecer o comportamento de duas cultivares de trigo ( Embrapa 16 e Trigo BR 23), frente a aplicação de herbicida hormonal, foram realizado dois experimento à campo. Aplicações de herbicidas hormonais entre os estádios de duplo anel e espigueta terminal não causaram deformações nas plantas nem danos na produção de grãos. Contudo, aplicações anteriores a esse período em ambas as cultivares, causaram deformações nas espigas e na folha bandeira, sem no entanto afetarem o rendimento de grãos. Por outro lado aplicações após esse período, causaramreduções significativas no rendimento em ambas as cultivares, reduzindo em até 60 % o rendimento de grãos. O número de grãos por espiga foi o componente determinante da redução do rendimento em ambas as cultivares.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 5 n. 1 (2006): Revista Brasileira de Herbicidas; 30 a 36</organization>
	<title>Manejo de azevém resistente ao glyphosate em pomares de  maçã com herbicida Select (clethodim)</title>
	<type></type>
	<author>Vargas, Leandro</author>
	<author>Roman, Erivelton Scherer</author>
	<author>Rizzardi, Mauro Antonio</author>
	<author>Toledo, Roberto Estêvão Bragion</author>
	<date>2006-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Lolium multiflorum</keyword>
	<keyword>resistência</keyword>
	<keyword>inibidores EPSPs</keyword>
	<keyword>glyphosate.</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O glyphosate é um herbicida de amplo espectro, utilizado há mais de 15 anos, em pomares de maçã na região de Vacaria-RS, para manejo da vegetação nas linhas da cultura. São realizadas, em geral, três a quatro aplicações por ciclo e a dose normalmente utilizada é de 720 a 1080 g e.a. ha-1 de glyphosate (2 a 3 L ha-1 do produto comercial). Azevém (Lolium multiflorum L.) é uma planta daninha comum em pomares e, tradicionalmente, sensível ao glyphosate. Os biótipos resistentes ao glyphosate não manifestam sintomas significativos de toxicidade em resposta a tratamentos com o herbicida glyphosate. O clethodim é um herbicida graminicida com alta eficiência de controle do azevém. O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência do herbicida Select (clethodim) sobre os biótipos de azevém resistentes ao glyphosate. Para isso foi conduzido experimento a campo no ano de 2004, avaliando-se a resposta de azevém resistente a diferentes doses do herbicida Select. Os resultados evidenciam que a menor dose testada do herbicida 60 g ha-1 de clethodim (Select, 0,25 L ha-1) apresentou controle de 99%, enquanto as doses acima desta (0,3 e 0,35 L ha-1) proporcionaram controle total (100%) dos biótipos resistentes.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 5 n. 2 (2006): Revista Brasileira de Herbicidas; 45 a 56</organization>
	<title>Eficácia do flumioxazin, aplicado isolado e em mistura com Glyphosate, para o controle de plantas daninhas em citros</title>
	<type></type>
	<author>Durigan, Julio C.</author>
	<author>Correia, Núbia Maria</author>
	<author>Bellotte, José Antônio Miranda</author>
	<author>Revoredo, Marcos Donizetti</author>
	<date>2006-08-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/43</other_access>
	<keyword>Flumyzin 500</keyword>
	<keyword>Roundup</keyword>
	<keyword>controle químico de plantas daninhas</keyword>
	<keyword>laranjeira</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Avaliou-se a eficácia do herbicida flumioxazin, aplicado isolado e em mistura com o glyphosate, na cultura de laranja, para controle de Panicum maximum, Cenchrus echinatus, Digitaria horinzotalis, Alternanthera tenella, Bidens pilosa, Malvastrum coromandelianum, Commelina benghalensis, Amaranthus spinosus e Ageratum conyzoides. Os oito tratamentos testados foram: 0,025 e 0,05 kg ha-1 de flumioxazin (mais óleo mineral a 0,5%); 0,025 kg ha-1 de flumioxazin mais 1,08 kg e.a. ha-1 de glyphosate (mais óleo mineral a 0,5%); 0,025 kg ha-1 de flumioxazin mais 1,44 kg e.a. ha-1 de glyphosate (mais óleo mineral a 0,5%); 1,08 e 1,44 kg e.a. ha-1 de glyphosate, além das testemunhas capinada e infestada. Os herbicidas foram aplicados utilizando-se pulverizador costal manual, à pressão constante (30 lbf pol-2), munido de barra com quatro bicos tipo “leque” XR 110.02 e consumo de calda equivalente a 200 L ha-1. As avaliações visuais de controle foram realizadas aos 7, 13, 29, 50, 70 e 133 dias após a aplicação, atribuindo-se notas em percentagens. A fitotoxicidade dos  herbicidas às plantas cultivadas também foi avaliada. A mistura de flumioxazin com glyphosate, assim como glyphosate isolado, resultou em excelente controle das plantas daninhas, em todas as doses testadas, com exceção de C. benghalensis. Não houve benefício da mistura dos herbicidas, nem para C. benghalensis que não é bem controlada pelo glyphosate. Os herbicidas não causaram intoxicação às plantas de citros.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 5 n. 2 (2006): Revista Brasileira de Herbicidas; 57 a 63</organization>
	<title>Nodulação e desenvolvimento de plantas de soja iac-19 com aplicaçãodos herbicidas diclosulam e flumetsulam</title>
	<type></type>
	<author>Deuber, Robert</author>
	<author>Novo, Maria do Carmo de Salvo Soares</author>
	<date>2006-08-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/44</other_access>
	<keyword>Glycine max</keyword>
	<keyword>Bradyrhizobium japonicum</keyword>
	<keyword>seletividade</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>      Estudou-se o efeito dos herbicidas diclosulam e flumetsulam na nodulação e no desenvolvimento de plantas de soja IAC-19, em vasos, em casa-de-vegetação, utilizando-se solos arenobarrento e argiloso. As sementes de soja foram inoculadas com as estirpes recomendadas de Bradyrhizobium japonicum (SEMIA 5079, CPAC – 15, SEMIA 5080 E CPAC-7). Foi utlizado inoculante turfoso comercial na base de 10 gramas de inoculante por quilograma de semente de soja. Os tratamentos foram: sem herbicida e sem inoculação, sem herbicida e com inoculação, diclosulam nas doses de 16,8, 33,6 (dose recomendada) e 50,4 g/ha e, flumetsulam, nas doses de 60, 120 (dose recomendada) 180 g/ha, todos em i.a. e aplicados em préemergência e com inoculação das sementes de soja. A avaliação da nodulação foi feita aos 41 dias após a aplicação, quando se mediu também a altura das plantas e avaliou-se a massa fresca e seca de parte aérea e de raízes. No final do ciclo mediu-se a massa fresca e seca de vagens e grãos. Observou-se seletividade dos herbicidas à soja, nas doses avaliadas.. As plantas se desenvolveram melhor no solo areno-barrento que no argiloso em função de características físicas deste solo. Houve tolerância aos herbicidas pelas bactérias, nos dois tipos de solo, não havendo redução do número ou da massa fresca e seca de nódulos.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 5 n. 2 (2006): Revista Brasileira de Herbicidas; 37 a 44</organization>
	<title>Resistência de picão-preto encontrada em lavoura de soja na metade sul do Rio Grande do Sul</title>
	<type></type>
	<author>Oliveira, Jesus Juares</author>
	<author>Zanatta, Jocemar Francisco</author>
	<author>Fontana, Lisiane Camponogara</author>
	<author>Noldin, José Alberto</author>
	<author>Galon, Leandro</author>
	<author>Rosenthal, Mariane D`Ávila</author>
	<author>Neves, Rodrigo</author>
	<date>2006-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>lfonALS</keyword>
	<keyword>imidazolinonas</keyword>
	<keyword>suanilidas</keyword>
	<keyword>chloransulam-metil</keyword>
	<keyword>imazethapyr</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>       A resistência de plantas daninhas a herbicidas é um fenômeno de ocorrência mundial e que se caracteriza pela capacidade de um biótipo em sobreviver a um tratamento herbicida que controla os demais indivíduos de outros biótipos, componentes dessa espécie. Este trabalho teve o objetivo de determinar, o nível de resistência de biótipos de Bidens subalternans a diferentes herbicidas. Foram selecionados para o teste os herbicidas bentazon, fomesafen, imazethapyr e chloransulam-metil, aplicados, em pós-emergência, quando as plantas de B. subalternans apresentavam quatro pares de folhas. Os tratamentos herbicidas foram utilizados em doses crescentes, obedecendo à escala logarítmica de 0,0; 0,001; 0,01; 0,1; 1,0; 10 e 100 vezes a dose recomendada para controle. Os dados obtidos para controle foram obtidos visualmente, com auxílio da escala percentual. As relações entre o C50 do biótipo resistente e o C50 do biótipo suscetível (R/S) foram de 0,79; 1,87, 53,69 e 486,02 para os herbicidas bentazon, fomesafen, imazethapyr e chloransulam-metil, respectivamente. A resistência de plantas daninhas a herbicidas ocorre nas lavouras de soja do sul do RS e o biótipo R de B. subalternans apresentou elevado nível de resistência cruzada a herbicidas inibidores da ALS, dos grupos químicos das imidazolinonas e sulfonanilidas.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 7 n. 1 (2008): Revista Brasileira de Herbicidas; 15-25</organization>
	<title>Associação de sulfentrazone e glyphosate para o controle de plantas daninhas na cultura da soja RR®</title>
	<type></type>
	<author>Osipe, Jethro Barros; Graduação pela UENP - CLM
Mestrando pela UEM</author>
	<author>Teixeira, Emerson da Silva</author>
	<author>Osipe, Robinson</author>
	<author>Sorace, Maria Aparecida da Fonseca</author>
	<author>Cossa, Conceição Aparecida</author>
	<author>Oliveira Neto, Antonio Mendes de</author>
	<date>2008-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Competição inicial</keyword>
	<keyword>seletividade</keyword>
	<keyword>produtividade</keyword>
	<keyword>soja transgênica</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>     A utilização de herbicidas com atividade residual, na operação de manejo, tem se tornado uma prática comum a fim de diminuir a competição inicial exercida pelas plantas daninhas. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a seletividade e a eficiência da associação de glyphosate+sulfentrazone, na operação de manejo em pré-plantio, complementada com glyphosate em pós-emergência. Para isso, instalou-se um experimento na cidade de Bandeirantes, PR, em um Latossolo Roxo Eutrófico. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, em esquema de parcelas subdivididas, com 11 tratamentos e 04 repetições. As principais plantas daninhas presentes na área experimental (Bidens pilosa e Commelina benghalensis) encontravam-se em pleno desenvolvimento vegetativo no momento da aplicação de manejo. Foram avaliados, neste período, a fitointoxicação dos tratamentos à cultura da soja, a densidade de plantas daninhas e o rendimento de grãos da cultura.  Os resultados mostraram que o herbicida sulfentrazone reduziu significativamente a densidade de Bidens pilosa e Commelina benghalensis, o que garantiu um aumento de produtividade de até 22,49%. Além disso, a cultura da soja não apresentou sintomas de fitointoxicação pela utilização dos herbicidas.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 6 n. 2 (2007): Revista Brasileira de Herbicidas; 32-41</organization>
	<title>Performance de associações de herbicidas em cana-de-açúcar (Saccharum officinarum)</title>
	<type></type>
	<author>Inoue, Miriam Hiroko; Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT</author>
	<author>Santin, Anderson José; Syngenta do Brasil S/A</author>
	<author>Dallacort, Rivanildo; Departamento de Agronomia - UNEMAT</author>
	<author>Possamai, Ana Silva; Departamento de Agronomia - UNEMAT</author>
	<author>Santana, Diogo Carneiro; Departamento de Agronomia - UNEMAT</author>
	<date>2007-08-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/50</other_access>
	<keyword>Fitotoxicidade</keyword>
	<keyword>manejo</keyword>
	<keyword>plantas daninhas</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>A presente pesquisa teve como objetivo avaliar a seletividade e a eficácia de associações de herbicidas na cultura da cana-de-açúcar variedade RB 83-5486. Para tanto, foram instalados quatro ensaios de pesquisa, sendo dois localizados no município de Nova Londrina, PR, e dois em Marilena, PR. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, com nove tratamentos e quatro repetições. Em todos os ensaios, os tratamentos foram aplicados em pré-emergência da cana-de-açúcar e das plantas daninhas, a saber: T1 (tebuthiuron) + (hexazinone + diuron), T2 (clomazone + ametrina) + (clomazone), T3 (clomazone + ametrina), T4 (trifloxysulfuron sodium + ametrina), T5 (trifloxysulfuron sodium + ametrina) + (hexazinone + diuron), T6 (clomazone + ametrina) + (hexazinone + diuron), T7 (hexazinone + diuron) + (clomazone), além das testemunhas sem aplicação de herbicidas (T8 - capinada e T9 - sem capina). A maioria dos tratamentos causou leves sintomas de fitotoxicidade na cultura. No entanto, em todos os ensaios, foram observados que aos 100 dias após a aplicação (DAA) as plantas de cana-de-açúcar se recuperaram desses sintomas de fitotoxicidade. Em Nova Londrina, T1 e T7 foram os tratamentos que atingiram controle total de plantas daninhas até aos 100 DAA. Do mesmo modo, os tratamentos T5 e T6 se destacaram no controle das plantas daninhas em Marilena. Nas duas localidades, a biomassa seca da parte aérea da cultura obtida aos 150 DAA nas parcelas tratadas com os herbicidas, não apresentou diferenças significativas em relação à testemunha capinada. Já a interferência das plantas daninhas proporcionou reduções no desenvolvimento da cultura, que variam de 49,9% e 56,2%, respectivamente para as áreas de Nova Londrina e Marilena.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 6 n. 1 (2007): Revista Brasileira de Herbicidas; 22-31</organization>
	<title>Adição de redutores de pH e doses de glyphosate na dessecação de plantas daninhas</title>
	<type></type>
	<author>Inoue, Miriam Hiroko; Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT</author>
	<author>Komatsu, Roberto Akitoshi; Faculdade Integrado de Campo Mourão</author>
	<author>Guerreiro, Roberto Marins; Faculdade Integrado de Campo Mourão</author>
	<author>Dallacort, Rivanildo; Departamento de Agronomia - UNEMAT</author>
	<author>Santana, Diogo Carneiro; Departamento de Agronomia - UNEMAT</author>
	<author>Santana, Cleverton Carneiro; Departamento de Agronomia - UNEMAT</author>
	<date>2007-04-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/51</other_access>
	<keyword>Adjuvantes</keyword>
	<keyword>doses reduzidas</keyword>
	<keyword>herbicida</keyword>
	<keyword>manejo</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Foram conduzidos dois experimentos visando avaliar a influência de redutores de pH e doses de glyphosate associados à calda de pulverização sobre a dessecação de Euphorbia heterophylla (Amendoim–bravo) e Glycine max (Soja tiguera). Adotou-se o esquema fatorial (4 x 2) + 1, em blocos casualizados com quatro repetições. Foi utilizado um redutor comercial em cada experimento (pH Fós ou Redumax), sendo quatro doses do redutor (0, 50, 75 e 100% da dose recomendada pelo fabricante) e duas doses de glyphosate (450 e 900 g ha-1), além de uma testemunha sem aplicação. O controle das plantas daninhas foi avaliado aos 4, 6, 8, 10, 12 e 14 dias após a aplicação (DAA) dos tratamentos, em escala visual de 0 a 100% de controle. Em ambos os experimentos, na dose de 450 g ha-1 de glyphosate, a adição de redutores à calda de pulverização proporcionou maior controle das plantas daninhas, em relação ao uso de glyphosate isolado. Não houve diferenças no desempenho proporcionado pelas quantidades de 50, 75 e 100% da dose recomendada dos redutores, em todas as avaliações. Constatou-se ainda que aos 14 DAA, o uso de adjuvante permitiu um controle satisfatório com metade da dose de glyphosate recomendada. Tais resultados evidenciam a possibilidade de redução na dose de glyphosate quando forem utilizados esses adjuvantes.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 7 n. 1 (2008): Revista Brasileira de Herbicidas; 26-35</organization>
	<title>Redutores de pH e complexantes de metais em condições de laboratório</title>
	<type></type>
	<author>Inoue, Miriam Hiroko; Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT</author>
	<author>Komatsu, Roberto Akitoshi; Faculdade Integrado de Campo Mourão</author>
	<author>Tanahashi, Ricardo Ferri; Faculdade Integrado de Campo Mourão</author>
	<author>Possamai, Ana Silva; Departamento de Agronomia - UNEMAT</author>
	<author>Dallacort, Rivanildo; Departamento de Agronomia - UNEMAT</author>
	<author>Piza, Marcos Antônio; Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Unidade de Campo Mourão</author>
	<date>2008-04-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/52</other_access>
	<keyword>Adjuvantes</keyword>
	<keyword>calda de pulverização</keyword>
	<keyword>dureza da água</keyword>
	<keyword>herbicidas</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O objetivo deste trabalho foi analisar, em condições de laboratório, o comportamento de diversos redutores de pH e complexantes de metais utilizados comercialmente. Foram utilizados 15 produtos comerciais, sendo 10 redutores de pH e 5 complexantes de metais, adicionados à calda de pulverização. Foram conduzidos cinco experimentos; dois visando avaliar a estabilidade de pH, após a adição de redutores de pH (Experimento 1) e complexantes de metais (Experimento 2) a 1% de concentração na calda, dois com o intuito de determinar a quantidade necessária de redutor (Experimento 3) e complexantes de metais (Experimento 4) para o pH da calda atingir valores próximos a 3,5, além de um experimento com o objetivo de avaliar a redução da atividade do cálcio em CaCO3, após a adição dos complexantes de metais (Experimento 5). No Experimento 1, os tratamentos com redutores não diferenciaram entre si e apresentaram valores de pH inferiores à testemunha. Redumax destacou-se como o complexante que proporcionou o menor pH da calda, com valor médio de pH 1,3 (Experimento 2). No experimento 3, pH Fós (0,06 L), P 30 (0,07 L) e Ubyphos (0,08 L) foram os produtos em que empregaram-se as menores doses para a redução do pH da calda. O maior volume necessário para reduzir o pH, foi observado para o NP10, com 0,8 L (Experimento 3). O produto que utilizou o menor volume no Experimento 4 foi o Redumax com 0,12 L. O complexante que necessitou de volume maior foi o L1, com 3,56 L (Experimento 4). No Experimento 5, independente do nível de dureza avaliado, não houve diferença significativa entre L1 e a testemunha, evidenciando que este produto não conferiu ação complexante.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 8 n. 3 (2009): Revista Brasileira de Herbicidas; 75-84</organization>
	<title>Eficácia e seletividade do herbicida imazapic isolado ou associado a outros herbicidas aplicado com e sem cobertura de palha de cana-de-açúcar</title>
	<type></type>
	<author>Santos, Gizelly; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Francischini, Alessandra Constantin; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Oliveira Neto, Antonio Mendes; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Guerra, Naiara; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Alonso, Diego Gonçalves; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Dan, Hugo Almeida; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Oliveira Jr., Rubem Silvério; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Constantin, Jamil</author>
	<date>2009-12-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/53</other_access>
	<keyword>Saccharum officinarum</keyword>
	<keyword>palhada</keyword>
	<keyword>planta daninha</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O manejo de plantas daninhas na cultura da cana-de-açúcar está baseado na integração de métodos culturais, mecânicos, físicos e químicos. Em decorrência da adoção da colheita da cana sem queima, foi introduzido um novo componente que altera tanto a dinâmica de infestação de plantas daninhas como a ação dos herbicidas sobre a palha da cana. Em virtude disso, o presente trabalho tem como objetivo analisar o efeito da camada de palha sobre o solo na ação do herbicida imazapic, isolado ou em misturas, no controle de plantas daninhas na cultura da cana-de-açúcar, em área onde a cultura foi colhida mecanicamente sem a queima da palha (cana crua). Os herbicidas avaliados no experimento foram imazapic isolado, imazapic+[diuron+hexazinone], imazapic+sulfentrazone e tebuthiuron+[diuron+hexazinone], aplicados na ausência e na presença de palha, além de uma testemunha sem herbicida. De modo geral, a presença da palha contribuiu no controle de Brachiaria decumbens e Ipomoea grandifolia. A eficácia dos tratamentos herbicidas na presença de palha foi semelhante ou superior ao desempenho dos mesmos na ausência de palha. A presença da palha não afetou o funcionamento do imazapic no controle de plantas daninhas, e pode, inclusive, aumentar sua eficácia de controle. Todos os tratamentos herbicidas foram seletivos para a cultura, independente da presença de palha.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 6 n. 1 (2007): Revista Brasileira de Herbicidas; 1-12</organization>
	<title>Efetividade de herbicidas no controle de Alternanthera tenella</title>
	<type></type>
	<author>Canossa, Rosecler Salete</author>
	<author>Oliveira Jr., Rubem Silvério</author>
	<author>Constantin, Jamil</author>
	<author>Rios, Fabiano Aparecido</author>
	<author>Cavalieri, Sidnei Douglas</author>
	<date>2007-04-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/54</other_access>
	<keyword>Apaga-fogo</keyword>
	<keyword>controle químico</keyword>
	<keyword>pré-emergência</keyword>
	<keyword>pós-emergência</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficácia de diferentes herbicidas, aplicados em pré e pós-emergência, no controle de Alternanthera tenella. Foram realizados dois ensaios em casa-de-vegetação: no primeiro, foram avaliados herbicidas aplicados em pré-emergência, e no segundo foram avaliados herbicidas em pós-emergência, aplicados quando a planta daninha apresentava dois pares de folhas. Os tratamentos em pré-emergência e as respectivas doses (g ha-1) avaliadas foram: alachlor (2880); chlorimuron-ethyl (15); metribuzin (576); clomazone (1000); flumetsulam (120); sulfentrazone (600); trifluralin (540); amicarbazone (1050); pendimethalin (1500); oxyfluorfen (360); ametryn (1500); diuron (1500); imazapic (140); isouron (175); s-metolachlor (576 e 960) e testemunha sem aplicação. Os tratamentos avaliados em pós-emergência foram: fomesafen (250); [diuron+paraquat][200+400]; 2,4-D (1005); carfentrazone-ethyl (60); chlorimuron-ethyl (15); lactofen (168); bentazon (720); flumiclorac-pentyl (60); [glyphosate+imazethapyr][444,5+75]; diquat (400); glyphosate (540 e 1440) e testemunha sem aplicação. Nas aplicações em pré-emergência, todos os herbicidas foram considerados eficazes para o controle de A. tenella, proporcionando controle acima de 98% aos 28 dias após aplicação (DAA). Os resultados das aplicações pós-emergentes demonstraram que os herbicidas fomesafen, lactofen e bentazon não foram eficazes no controle de A. tenella. Os demais herbicidas aplicados em pós-emergência foram altamente eficazes, resultando num controle acima de 97% aos 28 DAA.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 6 n. 1 (2007): Revista Brasileira de Herbicidas; 13-21</organization>
	<title>Herbicidas no controle de Chloris distichophylla (Falso-capim-de-rhodes)</title>
	<type></type>
	<author>Nunes, Anderson Luis</author>
	<author>Vidal, Ribas Antonio</author>
	<author>Trezzi, Michelangelo Muzzel</author>
	<author>Kalsing, Augusto</author>
	<author>Goulart, Ives Clayton Gomes Reis</author>
	<date>2007-04-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/55</other_access>
	<keyword>Controle químico</keyword>
	<keyword>tolerância</keyword>
	<keyword>plantas daninhas</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O falso-capim-de-rhodes (Chloris distichophylla) tem sido selecionado em áreas de fruticultura e soja transgênica no Rio Grande do Sul, em função de sua possível tolerância ao herbicida glyphosate. Esta seleção ocorre devido à utilização intensa deste herbicida nestes sistemas de cultivo, o que acarreta em elevada pressão de seleção do herbicida sobre as plantas tolerantes. O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficácia de herbicidas pertencentes a diferentes mecanismos de ação no controle do falso-capim-de-rhodes e a possível tolerância desta espécie em três estádios de desenvolvimento ao herbicida glyphosate. Foram realizados três experimentos em casa de vegetação na Faculdade de Agronomia da UFRGS, em Porto Alegre – RS, utilizando-se o delineamento experimental inteiramente casualizado e quatro repetições por tratamento. Pode-se verificar que, nos estádios de 4, 8 e 15 folhas, o falso-capim-de-rhodes não foi tolerante ao glyphosate. Ainda, no estádio de 4 folhas, os herbicidas atrazine, glufosinate, glyphosate e paraquat apresentam controle eficaz e os herbicidas fluazifop, imazapyr e mesotrione apresentaram apenas controle satisfatório.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 6 n. 2 (2007): Revista Brasileira de Herbicidas; 42-49</organization>
	<title>Controle de plantas daninhas e seletividade do herbicida tembotrione na cultura do milho</title>
	<type></type>
	<author>Zagonel, Jeferson</author>
	<author>Fernandes, Eliana Cuéllar</author>
	<date>2007-08-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/56</other_access>
	<keyword>Zea mays</keyword>
	<keyword>plantio direto</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>    Objetivando avaliar a eficiência e a seletividade do herbicida tembotrione, isolado e complementado com atrazina no controle de plantas daninhas na cultura do milho, instalou-se um experimento na Fazenda Escola da Universidade Estadual de Ponta Grossa, no ano agrícola 2004/05. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso com nove tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos constaram da aplicação em pós-emergência de 0,12 L ha-1 de Equip Plus (foransulfuron &amp;amp; iodosulfuron methyl sodium) complementado com 2 L ha-1 de Atrazinax (atrazina) e de 1,0 L ha-1 de Hoefix (espalhante adesivo); 0,60 L ha-1 de Sanson (nicosulfuron) complementado com 2,0 L ha-1 de Atrazinax; 0,30 L ha-1 de Callisto (mesotrione) complementado com 3,0 L ha-1 de Primóleo (atrazina); Soberan (tembotrione) nas doses de 0,18 e 0,24 L ha-1 complementado com 2 L ha-1 de Atrazinax e adicionados de 1,0 L ha-1 de Aureo (óleo metilado de soja) e nas doses de 0,24 e 0,30 L ha-1 adicionado de 1,0 L ha-1 de Aureo; testemunha capinada e testemunha sem capina. O híbrido utilizado foi DKB-215. O Soberan complementado com atrazina é eficiente no controle para Brachiaria plantaginea, Digitaria horizontalis e Bidens pilosa, com resultados similares a Callisto + Atrazinax e iguais ou superiores a Equip Plus e a Sanson + Atrazinax. Quando aplicado isolado, o Soberan mostrou igual resultado para as gramíneas, porém, para Bidens pilosa o controle foi eficiente, mas inferior a alguns tratamentos; o Soberan isolado, ou em mistura com Atrazinax, causou leves sintomas de fitotoxicidade até 14 dias após sua aplicação, tal qual a mistura de Equip Plus e de Sanson + Atrazinax.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 6 n. 2 (2007): Revista Brasileira de Herbicidas; 50-61</organization>
	<title>Quantificação do controle químico de plantas daninhas através de diferentes formas de absorção</title>
	<type></type>
	<author>Maciel, Cleber Daniel de Goes; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Poletine, Juliana Parisotto</author>
	<author>Constantin, Jamil</author>
	<author>Jardim, Celso Eduardo</author>
	<author>Bernardo, Rodrigo Santos</author>
	<date>2007-08-10</date>
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	<keyword>Herbicida</keyword>
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	<keyword>Brachiaria decumbens</keyword>
	<keyword>Digitaria horizontalis</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>     O trabalho objetivou quantificar a intensidade de ação de herbicidas no controle de Brachiaria decumbens (BRADC) e Digitaria horizontalis (DIGHO), através de diferentes formas de absorção. Para tanto, três experimentos foram conduzidos em estufas plásticas representados pelos herbicidas atrazine (3,00 kg i.a. ha-1 + óleo mineral Assistâ 0,5% v/v), oxyfluorfen (0,72 kg i.a. ha-1) e isoxaflutole (0,06 kg i.a. ha-1), aplicados em pós-emergência inicial. Três possibilidades de absorção (radicular, foliar e radicular + foliar) e uma testemunha foram estudadas em solos de textura arenosa e argilosa, constituindo fatorial 4 x 2, com cinco repetições. Para o isolamento da absorção dos herbicidas foi utilizado canudos plásticos e papel alumínio para garantir a presença ou ausência de proteção das plântulas ou solo. Observou-se que a absorção foliar e radicular de isoxaflutole controlou eficientemente a BRADC nos solos de textura arenosa e argilosa aos 15 DAA (dias após aplicação). Para DIGHO, o isoxaflutole proporcionou controle eficiente através da via radicular, na ordem de 1,9 e 5,6 vezes, superior a via foliar para os solos arenoso e argiloso aos 15 DAA. A absorção foliar de oxyfluorfen controlou a BRADC (&amp;gt; 93,0%) na ordem de 16,8 e 15,1 vezes superiores a via radicular para os solos de textura arenosa e argilosa. A espécie DIGHO não foi satisfatoriamente controlada pelos herbicidas atrazine e oxyfluorfen por nenhuma das diferentes vias de absorção e tipos de solo.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 7 n. 1 (2008): Revista Brasileira de Herbicidas; 1-14</organization>
	<title>Efeito de sulfentrazone no sistema integrado palha de cana-de-açúcar, herbicida e vinhaça no desenvolvimento inicial da tiririca (Cyperus rotundus)</title>
	<type></type>
	<author>Novo, Maria do Carmo Salvo Soares</author>
	<author>Victoria Filho, Ricardo</author>
	<author>Langbeck, Fábio Molchanski</author>
	<author>Lago, Antonio Augusto</author>
	<author>Deuber, Robert</author>
	<author>Rolim, Glauco de Souza</author>
	<date>2008-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Cana crua</keyword>
	<keyword>resíduo da agroindústria</keyword>
	<keyword>Cyperaceae</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>      O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da interação palha de cana-de-açúcar, do herbicida sulfentrazone e de diferentes meios de aplicação de vinhaça no desenvolvimento inicial da tiririca (C. rotundus). O experimento foi instalado em vasos com terra, em casa de vegetação, e disposto em blocos ao acaso, com quatro repetições, sendo avaliados, vinte oito dias após a instalação do experimento, os tratamentos: controle (C); apenas palha (P); apenas vinhaça (V); apenas o herbicida (H), palha + vinhaça (PV); palha + herbicida (PH); herbicida + vinhaça aplicada antes do herbicida (HVa); herbicida + vinhaça aplicada depois do herbicida (HVd); herbicida + vinhaça aplicada junto com o herbicida (HVj); palha + herbicida + vinhaça aplicada antes do herbicida (PHVa); palha + herbicida + vinhaça aplicada depois do herbicida (PHVd); e palha + herbicida + vinhaça aplicada junto com o herbicida (PHVj). Sulfentrazone foi aplicado na dose de 700 g ha-1 e nos tratamentos HVj foi diluído com água até ¼ do volume necessário e completado com vinhaça. Na análise estatística empregou-se o teste F e quando houve significância das variáveis, o teste de Scheffé foi usado para avaliar os contrastes: C x H; C x P; C x V; C x H; C x tratamentos com palha; C x tratamentos com vinhaça; sem H x com H; sem P x com P; sem V x com V; HVa x HVd; HVa x HVj; HVd x HVj; HVa x PHVa; HVd x PHVd; HVj x PHVj; PHVa x PHVd; PHVa x PHVj e PHVd x PHVj. Para avaliar o nível de umidade da palha foi empregado o teste de Duncan a 5% de probabilidade. Concluiu-se que sulfentrazone, tanto em aplicação isolada como sobre palha ou associado à vinhaça aplicada antes, depois ou em mistura com o produto, controlou o desenvolvimento inicial da tiririca. A deposição da palha sobre o solo reduziu o desenvolvimento inicial da tiririca, mas aumentou a altura das plantas devido ao estiolamento. A vinhaça aplicada sobre o solo descoberto e sem herbicida estimulou o desenvolvimento da tiririca; entretanto, associada à palha e ao sulfentrazone, reduziu o crescimento. Não houve diferença entre aplicação de vinhaça antes, depois e mesmo em mistura com sulfentrazone nos tratamentos sem ou com palha.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 7 n. 2 (2008): Revista Brasileira de Herbicidas; 36-42</organization>
	<title>Seletividade de associações herbicidas pós-emergentes em variedade de soja precoce</title>
	<type></type>
	<author>Barroso, Alberto Leão de Lemos; Universidade de Rio Verde</author>
	<author>Shimohiro, André K.</author>
	<author>Dan, Hugo Almeida</author>
	<author>Dan, Lilian G. de Moraes</author>
	<author>Almeida Júnior, Joaquim J.</author>
	<author>Procópio, Sérgio Oliveira</author>
	<author>Braz, Guilherme Braga P.</author>
	<date>2008-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Glycine max</keyword>
	<keyword>precocidade</keyword>
	<keyword>fitointoxicação</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>    A frequente utilização de associações entre herbicidas pós-emergentes tem deixado inúmeras indagações a respeito da seletividade destes para a cultura da soja. Dessa maneira, o presente trabalho teve por objetivo avaliar a seletividade de misturas herbicidas em pós-emergência na cultivar de soja de ciclo precoce Msoy 6101®, levando em consideração a influência destas associações herbicidas sobre os caracteres agronômicos e produtividade desta variedade. O experimento foi realizado no município de Montividiu - GO, durante a safra 2004/2005, utilizando-se o delineamento experimental de blocos ao acaso, com quatro repetições, fazendo adoção de testemunhas duplas adjacentes. Os tratamentos testados foram: flumiclorac-pentil + chlorimuron-ethyl (40,0 + 12,5 g ha-1), lactofen + chlorimuron-ethyl (96,0 + 12,5 g ha-1), chlorimuron-ethyl + imazethapyr (60,0 + 12,5 g ha-1), flumiclorac-pentil + chlorimuron-ethyl + clethodim (40,0 + 12,5 + 60,0 g ha-1) e lactofen + chlorimuron-ethyl + haloxyfop-methyl (96,0 + 12,5 + 42,0 g ha-1). Os resultados obtidos permitiram constatar que a associação entre os herbicidas lactofen + chlorimuron-methyl + haloxyfop-methyl causou níveis mais elevados de fitointoxicação, havendo redução na altura das plantas. Nenhuma das associações herbicidas reduziu o número de vagens por planta. Dentre todos os tratamentos, apenas a associação dos herbicidas flumiclorac-pentil + chlorimuron-ethyl + clethodim causou redução no ciclo e na produtividade da cultivar de soja precoce Msoy 6101®.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 7 n. 2 (2008): Revista Brasileira de Herbicidas; 43-52</organization>
	<title>Misturas em tanque de 2,4-d+picloram e reguladores vegetais em pastagem de Brachiaria brizantha cv. MG-5</title>
	<type></type>
	<author>Maciel, Cleber Daniel de Goes; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Nogueira, Ilca Fabiane</author>
	<author>Alves, Elza</author>
	<author>Alves, Leandro Souza</author>
	<date>2008-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Fitorreguladores</keyword>
	<keyword>herbicida</keyword>
	<keyword>sementes</keyword>
	<keyword>produtividade</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Com o objetivo de estudar misturas em tanque de 2,4-D + picloram e reguladores de crescimento vegetal em pastagem de Brachiaria brizantha cv. MG-5, um experimento foi conduzido a campo no Município de Rancharia/ SP. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados, com 14 tratamentos e 4 repetições, constituídos pela mistura comercial de 2,4-D + picloram (Tordon®) na dose de 750 g i.a. ha-1, e nas suas misturas em tanque com os fitoreguladores Ethrel® (ethephon), Pro-Gibb® (GA3) Moddus® (trinexapac-ethyl), nas doses de 40, 80 e 120 g i.a. ha-1 e Stimulate® [citocinina (0,09 g L-1) + GA3(0,05 g L-1) + IBA(0,05 g L-1)], nas doses de 35, 70 e 140 mL ha-1 e uma testemunha capinada. As aplicações foram efetuadas na pastagem perfilhada e com seis folhas expandidas. Todas as misturas controlaram eficientemente a Sida glaziovii aos 21 dias após aplicação, sem causar fitointoxicação à pastagem. A proteína bruta nas folhas da B. brizantha, após colheita de sementes, apresentou aumento médio na ordem de 1,0 % para Tordon® isolado em relação aos demais tratamentos. As misturas Tordon® + Ethrel® (80 g ha-1) e Tordon® + Moddus® (120 g ha-1) proporcionaram aumento da biomassa seca da parte aérea da pastagem, superando o tratamento apenas com Tordon® e igualando-se significativamente a testemunha. As misturas em tanque de Ethrel®, Moddus® e Stimulate® com Tordon® não interferiram na produção de semente de B. brizantha cv. MG-5, mas podem favorecer o desenvolvimento da parte aérea da pastagem, sem interferir no controle da infestação de S. glaziovii.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 7 n. 2 (2008): Revista Brasileira de Herbicidas; 53-58</organization>
	<title>Baixas doses de glyphosate e seus efeitos no crescimento de</title>
	<type></type>
	<author>Meschede, Dana Katia</author>
	<author>Velini, Edivaldo Domingues</author>
	<author>Carbonari, Caio Antonio</author>
	<date>2008-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Trapoeraba</keyword>
	<keyword>deriva</keyword>
	<keyword>EPSPs</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>       Com o objetivo de verificar o efeito de baixas doses, simulando a deriva do herbicida glyphosate no crescimento e desenvolvimento inicial da Commmelina benghalensis foi realizado um trabalho em condições de casa-de-vegetação. A trapoeraba foi semeada superficialmente (aproximadamente 2 cm) em tubetes preenchidos com substrato. Após a germinação, deixou-se apenas uma planta por tubete e realizou-se aplicação dos tratamentos. Os tratamentos foram constituídos por diferentes doses de glyphosate, 2, 4, 8, 16, 20 e 24 g e.a. ha-1 e uma testemunha sem aplicação. Pelos resultados obtidos pode-se verificar que em geral, doses a partir de 2 g e.a. ha-1 podem causar efeitos no crescimento e desenvolvimento da parte aérea e radicular de plantas de C. bengalensis.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 8 n. 1 (2009): Revista Brasileira de Herbicidas; 1-10</organization>
	<title>Metodologia para determinar a viabilidade de tubérculos de Cyperus rotundus</title>
	<type></type>
	<author>Silva, Ferdinando Marcos Lima</author>
	<author>Velini, Edivaldo Domingues</author>
	<author>Rossi, Caio Vitagliano Santi</author>
	<author>Negrisoli, Eduardo</author>
	<author>Corrêa, Marcelo Rocha</author>
	<date>2009-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Planta daninha</keyword>
	<keyword>tetrazólio</keyword>
	<keyword>tiririca</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>        Este trabalho teve como objetivo desenvolver e validar uma metodologia fundamentada no uso de tetrazólio para determinar a viabilidade de tubérculos de tiririca (Cyperus rotundus). Os tratamentos para o desenvolvimento da metodologia foram combinados em esquema fatorial 3 x 4 x 5, sendo 3 condições de tubérculos (mortos como testemunha, condicionamento com água e para perda de umidade); 4 concentrações de tetrazólio (0,1; 0,25; 0,5; e 1%); e 5 períodos de avaliação (8, 16, 24, 32 e 48 horas após imersão na solução). Para a validação da metodologia, os tratamentos foram combinados em esquema fatorial 2 x 5, sendo 2 métodos para avaliação dos tubérculos (teste de tetrazólio e brotação) e 5 doses de glyphosate: 0, 180, 360, 720 e 1440 g e.a. ha-1, aplicado sobre C. rotudus no estádio de pré-florescimento. Aos 30 dias após a aplicação do glyphosate os tubérculos foram coletados para as avaliações pelos testes de tetrazólio e brotação. A concentração de tetrazólio utilizado para validação foi de 1%, mantendo os tubérculos na solução por um período de 24 horas. Ao término de cada período estudado os tubérculos foram retirados, lavados e cortados para proceder a avaliação visual, determinando a presença e intensidade de coloração ao longo da superfície dos mesmos. Os melhores tratamentos foram aqueles nos quais os tubérculos foram previamente desidratados, indicando que a entrada do tetrazólio ocorre predominantemente por fluxo de massa. Os resultados dos tratamentos para validação da metodologia indicaram que a porcentagem de coloração foi decrescente em resposta ao aumento da dose de glyphosate. O teste de tetrazólio é um bom indicador da viabilidade de tubérculos de tiririca, com resultados satisfatórios quando imersos em solução de 1% de concentração por no mínimo 8 horas.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 8 n. 1 (2009): Revista Brasileira de Herbicidas; 11-18</organization>
	<title>Crescimento do curauá branco sob efeito de subdoses de glyphosate</title>
	<type></type>
	<author>Maciel, Cleber Daniel de Goes; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Velini, Edivaldo Domingues</author>
	<author>Santos, Renan Florentino</author>
	<author>Viana, Antônio Giovanni Pontes</author>
	<date>2009-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Ananas erectifolius</keyword>
	<keyword>seletividade</keyword>
	<keyword>desenvolvimento</keyword>
	<keyword>produtividade</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>     Planta nativa da Amazônia, o curauá (Ananas erectifolius) tem sido uma espécie de grande interesse para indústria automobilística, devido às fibras de suas folhas apresentarem resistência, maciez e peso reduzido. Alguns estudos sobre simulação de deriva de glyphosate têm demonstrado a ocorrência de tolerância e/ou estímulos de crescimento da parte aérea de algumas espécies vegetais. Desta forma, com o objetivo de avaliar os efeitos da aplicação de subdoses de glyphosate no crescimento, desenvolvimento e produtividade de curauá branco um experimento foi conduzido a campo na Fazenda Pematec Triangel do Brasil Ltda, Santarém/PA. Os tratamentos estudados foram constituídos pela aplicação de glyphosate nas concentrações de 0,0; 11,2; 22,5; 45,0; 90,0; 180,0; 360,0 g e.a. ha-1 e uma testemunha capinada. As plantas de curauá branco apresentaram baixa tolerância ao herbicida glyphosate, sendo que subdoses superiores a 45,0 g e.a. ha-1 promoveram as reduções mais significativas de produtividade de folhas beneficiáveis quando aplicadas em pós-emergência. Nenhuma das subdoses estudadas promoveu estimulo ou incremento do desenvolvimento vegetativo das plantas de curauá branco.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 8 n. 1 (2009): Revista Brasileira de Herbicidas; 19-26</organization>
	<title>Eficácia do herbicida amicarbazone no controle em pós-emergência de espécies de corda-de-viola (Ipomoea grandifolia e Merremia cissoids)</title>
	<type></type>
	<author>Perim, Lucas</author>
	<author>Toledo, Roberto Estevão Bragion</author>
	<author>Negrisoli, Eduardo</author>
	<author>Corrêa, Marcelo Rocha</author>
	<author>Carbonari, Caio Antônio</author>
	<author>Rossi, Caio Vitagliano Santi</author>
	<author>Velini, Edivaldo Domigues</author>
	<date>2009-04-10</date>
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	<keyword>Corriola</keyword>
	<keyword>plantas daninhas</keyword>
	<keyword>controle</keyword>
	<keyword>efeito residual</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>       Diferentes espécies de plantas daninhas estão presentes nos canaviais brasileiros, interferindo negativamente no processo produtivo, sendo e as espécies de corda-de-viola Ipomoea sp e Merremia sp, ocupam lugar de destaque, principalmente em áreas de cana crua. Portanto, o objetivo do trabalho foi verificar a eficácia do herbicida amicarbazone no controle de Ipomoea grandifolia e Merremia cissoides, aplicado em pós-emergência e comparado ao herbicida 2,4-D. Para tanto, conduziu-se um experimento em condições de casa de vegetação, em vasos, com Latossolo Vermelho distrófico (LVd), semeados com as plantas daninhas. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com cinco tratamentos e quatro repetições, e as médias submetidas ao teste de Tukey ao nível de 5 % de probabilidade. Os tratamentos foram constituídos por 700; 1050; 1400 g i.a. ha-1 de amicarbazone, 1612 g i.a. ha-1 de 2,4-D e testemunha sem aplicação. A aplicação dos tratamentos foi realizada em pós-emergência, quando as plantas daninhas encontravam-se com 15 cm, e aos 7, 14 e 21 dias após a aplicação (DAA) e avaliou-se o controle, com coleta da parte aérea das plantas para obtenção de massa seca, aos 21 DAA. Após a coleta das plantas, realizou-se nova semeadura nos vasos com as mesmas espécies de plantas daninhas e aos 7, 14 e 21 dias após a semeadura (DAS) foram realizadas avaliações visuais de controle, com o objetivo de verificar o efeito residual dos tratamentos. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com cinco tratamentos e quatro repetições, e as médias comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5 % de probabilidade. Verificou-se que, independentemente da espécie de cordas-de-viola estudada, o herbicida amicarbazone, nas doses de 700; 1050 e 1400 g i.a. ha-1 apresentou controle total aos 21 DAA, assim como até os 21 DAS, também se constatou excelente efeito residual para este herbicida.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 8 n. 1 (2009): Revista Brasileira de Herbicidas; 27-36</organization>
	<title>Lixiviação de flazasulfuron e flumioxazin em dois diferentes latossolos</title>
	<type></type>
	<author>Deuber, Robert</author>
	<author>Pastre, Waldinei</author>
	<author>Giusto, Andressa Barbosa</author>
	<date>2009-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Comportamento de herbicidas</keyword>
	<keyword>resíduos no solo</keyword>
	<keyword>precipitação</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>     Estudou-se a lixiviação dos herbicidas flazasulfuron (50 e 100 g ha-1) e flumioxazin (50 g ha-1) em um Latossolo Vermelho eutroférrico (LRe) e um Latossolo Vermelho amarelo distrófico (LVd), aplicando chuvas simuladas de 50 e 100 mm. Amostras de cada solo foram colocadas em tubos de PVC com 50 cm de altura e 10 cm de diâmetro, previamente cortados ao meio, longitudinalmente e emendados com fita adesiva. Os herbicidas foram aplicados com pulverizador de CO2 sobre a superfície dos tubos. As chuvas foram aplicadas de 10 em 10 mm, gotejados por meio de uma chapa  crivada. Havia uma testemunha que apenas recebeu as chuvas e todos os tratamenos foram repetidos quatro vezes em um delineamento totalmente casualizado. Após a aplicação das chuvas os tubos foram seccionados longitudinalmente, semeando-se pepino (Cucumis sativus) e aveia (Avena sativa) ao longo dos mesmos, como plantas-teste. Aos 7, 11, 14 e 23 dias após a semeadura, foram feitas avaliações visuais de sintomas nessas plantas, registrando-se até que profundidade do perfil eram perceptíveis. Não houve nenhuma resposta com a aveia para os dois herbicidas. Flazasulfuron a 50 g ha-1 no solo LRe lixiviou até 6,5 cm com 50 mm de chuva e até 10 cm com 100 mm. No solo LVd atingiu 3,6 cm com 50 mm de chuva e detectado até 1,1 cm com 100 mm. Na dose de 100 g.ha-1, no LRe atingiu 6,2 cm com 50 mm e 10,5 cm com 100 mm. No LVd  sintomas foram  detectados apenas até 2,0 cm com ambas as chuvas. O flumioxazin apresentou pouca lixiviação em ambos os solos, sendo os sintomas observados apenas até 2,7 cm no LRe e, até 2,0 cm no LVd. As diferenças de lixivação observadas foram dependentes dos teores de matéria orgânica dos solos.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 8 n. 2 (2009): Revista Brasileira de Herbicidas; 37-43</organization>
	<title>Avaliação da brotação de tubérculos de Cyperus rotundus pelo teste de respiração</title>
	<type></type>
	<author>Silva, Ferdinando Marcos Lima</author>
	<author>Velini, Edivaldo Domingues</author>
	<author>Rossi, Caio Vitagliano Santi</author>
	<author>Negrisoli, Eduardo</author>
	<author>Corrêa, Marcelo Rocha</author>
	<date>2009-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>CO2</keyword>
	<keyword>glyphosate</keyword>
	<keyword>tiririca</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>      O teste de respiração é um teste bioquímico, indireto, que permite medir a quantidade de oxigênio consumida, sendo bastante utilizado na medição da taxa de respiração de sementes e na respiração edáfica. O objetivo do trabalho foi desenvolver e validar uma metodologia para verificar a brotação de tubérculos de tiririca (Cyperus rotundus) através de teste de respiração. Para o desenvolvimento da metodologia, foram realizados testes em que os tubérculos sofreram um pré-condicionamento com glicose, ácido-giberélico ou com água destilada, na tentativa de homogeneizar a brotação. O CO2 produzido pela respiração dos tubérculos era capturado por NaOH e a taxa de respiração foi determinada por titulação utilizando HCl. Para a validação da metodologia utilizou-se o herbicida glyphosate em cinco dosagens, o qual foi aplicado em vasos infestados com C. rotundus no estágio de pré-florescimento. Os resultados obtidos demonstraram que não houve diferença significativa na somatória da taxa respiratória quanto ao uso de glicose ou água no pré-condicionamento e uma redução com uso de ácido-giberélico. No período de 48-96 horas, a produção de CO2 foi decrescente com o aumento da dose de glyphosate, assim como a porcentagem de brotação dos tubérculos. Portanto a metodologia proposta pode ser utilizada como uma técnica rápida e simples para prever a porcentagem de brotação de tubérculos.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 8 n. 2 (2009): Revista Brasileira de Herbicidas; 44-53</organization>
	<title>Viabilidade de tubérculos de tiririca (Cyperus rotundus) tratados com sulfentrazone e flazasulfuron</title>
	<type></type>
	<author>Pastre, Waldinei</author>
	<author>Deuber, Robert</author>
	<author>Rolim, José Carlos</author>
	<date>2009-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Triazolinone</keyword>
	<keyword>Cyperaceae</keyword>
	<keyword>sulfoniluréia</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>      A utilização de herbicidas para o controle de plantas infestantes evoluiu muito nos últimos anos, principalmente para aquelas de difícil manejo como a tiririca (Cyperus rotundus L.). O objetivo deste trabalho foi estudar a eficácia de sulfentrazone e flazasulfuron isoladamente e em mistura, na redução da viabilidade de tubérculos de tiririca, após uma aplicação e reaplicação dos tratamentos após um ano. Os produtos foram aplicados em pós-emergência inicial da ciperácea (4 a 5 folhas). Foram avaliados os dados relativos à viabilidade dos tubérculos de C. rotundus, coletado na camada arável (25x25x25cm), e levados para casa-de-vegetação, onde foram plantados em badejas de isopor contendo 128 células, avaliando-se o percentual de germinação 20 dias após o plantio dos tubérculos. Os resultados demonstraram que os herbicidas causaram reduções significativas na viabilidade de tubérculos de tiririca.  Os melhores resultados foram obtidos pelo herbicida flazasulfuron na dose de 50 g.ha-1 e em aplicações seqüenciais de 50 + 50 g.ha-1.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 8 n. 2 (2009): Revista Brasileira de Herbicidas; 54-61</organization>
	<title>Interação entre herbicidas e nematicidas em cana-de-açúcar</title>
	<type></type>
	<author>Azania, Carlos Alberto Mathias</author>
	<author>Azania, Andréa Aparecida Mathias</author>
	<author>Furtado, Déborah Emilia</author>
	<author>Pizzo, Igor Vanzela</author>
	<author>Schiavetto, Ana Regina</author>
	<author>Zera, Fabrício Simone</author>
	<date>2009-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Interação sinérgica</keyword>
	<keyword>inseticidas de solo</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>       O trabalho objetivou estudar os efeitos da interação entre inseticidas/nematicidas aplicados no sulco de plantio e herbicidas, aplicados em pré e pós-emergência, na fase inicial de desenvolvimento da cana-de-açúcar. O delineamento experimental para as condições de pré e pós-emergência foi o de blocos casualizados com três repetições distribuídos em parcelas subdivididas, sendo os inseticidas alocados nas parcelas e os herbicidas nas subparcelas. Os inseticidas utilizados foram carbofuran (2100 g ha-1) e aldicarb (1500 g ha-1) e os herbicidas em pré-emergência foram tebuthiuron (1000 g ha-1), diuron+hexazinone (702+198 g ha-1), diuron+hexazinone (936+264 g ha-1), ametryn+trifloxysulfuron-sodium (1097+27,8 g ha-1) + diuron+hexazinone (702+198 g ha-1), ametryn+trifloxysulfuron-sodium (1097+27,8 g ha-1) + metribuzin (960 g ha-1). Os herbicidas aplicados na pós-emergência foram: diuron+hexazinone (936+264 g ha-1), diuron+hexazinone (936+264 g ha-1) + mesotrione (120 g ha-1), metribuzin (960 g ha-1), metribuzin (1440 g ha-1) + mesotrione (120 g ha-1), todos acrescidos de 0,5% (v/v) de óleo mineral. Concluiu-se que não ocorreram interações sinérgicas entre inseticidas/nematicidas e herbicidas, pois os produtos não interferiram significativamente no desenvolvimento inicial da cultura.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 8 n. 2 (2009): Revista Brasileira de Herbicidas; 62-67</organization>
	<title>Ação de diferentes maturadores na produtividade e qualidade tecnológica da cana-de-açúcar</title>
	<type></type>
	<author>Meschede, Dana Katia</author>
	<author>Carbonari, Caio Antonio</author>
	<author>Velini, Edivaldo Domingues</author>
	<date>2009-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Saccharum sp</keyword>
	<keyword>maturação</keyword>
	<keyword>atributos tecnológicos</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Este trabalho teve por objetivo determinar o efeito de diferentes maturadores, ethephon, trinexapac-ethyl, sulfumeturon-methyl, fluazifop-p-butil e glyphosate, sobre a qualidade tecnológica e produtividade da cana-de-açúcar. O experimento foi conduzido em cana-soca, variedade RB86 – 7515 na Fazenda Santa Antonina, localizada no município de Sertãozinho, estado de São Paulo, no ano de 2007. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos completos casualizados com quatro repetições. Os tratamentos consistiram da aplicação dos seguintes produtos: glyphosate 0,40 L ha-1, sulfumeturon-methyl 20 g ha-1, sulfumeturon-methyl 10 g ha-1 + glyphosate 0,20 L  ha-1, fluazifop-p-butil 75 mL  ha-1, trinexapac-ethyl  0,80 L ha-1, ethephon 0,67 L  ha-1 e testemunha (maturação natural). As avaliações foram realizadas no ponto zero, 15, 30, 45 e 60 dias após aplicação dos produtos (DAA). A aplicação de todos os produtos utilizados como maturadores promoveu efeito significativo, em relação à testemunha, para a característica Pol da cana, desde a primeira época de avaliação (15 DAA) até o final (60 DAA). A altura da planta e o ATR foram alterados pela aplicação dos maturadores dentro dos períodos avaliados. A aplicação de fluazifop-p-butil paralisou o crescimento da cana. A produtividade foi alterada pela aplicação dos maturadores em todas as épocas avaliadas. A aplicação de fluazifop-p-butil aumentou a produtividade, logo após a aplicação (até 15 DAA), no entanto para os demais períodos este tratamento revelou as menores produtividades. Sulfumeturon-methyl, sulfumeturon-methyl + glyphosate, e ethephon apresentaram os melhores resultados de produtividade a partir dos 30 e 60 DAA. Os valores de ATR foram maiores com aplicação de glyphosate e fluazifop-p-butil.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 8 n. 3 (2009): Revista Brasileira de Herbicidas; 68-74</organization>
	<title>Efeitos de diferentes condições de umidade do solo e profundidades de germinação de Brachiaria plantaginea e Digitaria spp. sobre a eficácia do herbicida amicarbazone</title>
	<type></type>
	<author>Carbonari, Caio Antonio</author>
	<author>Toledo, Roberto Estevão Bragion</author>
	<author>Velini, Edivaldo Domingues</author>
	<author>Negrisoli, Eduardo</author>
	<author>Correa, Marcelo Rocha</author>
	<author>Rossi, Caio Vitagliano Santi</author>
	<date>2009-12-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Planta daninha</keyword>
	<keyword>lixiviação</keyword>
	<keyword>adsorção</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>        Um experimento foi realizado em casa-de-vegetação, com o objetivo de avaliar a eficácia do herbicida amicarbazone no controle de Brachiaria plantaginea e Digitaria spp. em função da profundidade de germinação e condições de umidade do solo. Os tratamentos foram constituídos por cinco profundidades de germinação das plantas daninhas (1; 2; 3; 4 e 5 cm) e quatro condições de umidade (15 mm de chuva seguido da aplicação de herbicida; 15 mm de chuva seguido de aplicação de herbicida e 15 mm de chuva aos 7 dias após a aplicação (DAA); 15 mm de chuva seguido de aplicação de herbicida e 15 mm de chuva aos 14 DAA; aplicação do produto em solo seco e 15 mm de chuva aos 14 DAA), e testemunha sem aplicação do herbicida, dispostos em esquema fatorial 5 x 5, com quatro repetições. As sementes das plantas daninhas foram semeadas em vasos nas diferentes profundidades de germinação e realizaram-se avaliações visuais de controle das plantas aos 14, 28 e 42 dias após a aplicação (DAA). Observou-se que para B. plantaginea, os melhores resultados de controle ocorreram nos tratamentos com a ocorrência de chuvas, sendo observadas falhas iniciais no controle, quando o produto foi aplicado em solo úmido e sem ocorrência de chuvas nas profundidades de 1, 2 e 5 cm, com a recuperação e bons níveis de controle aos final do estudo. Para Digitaria spp. foram observados bons níveis de eficácia de controle das plantas, nas diferentes condições de aplicação.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 8 n. 3 (2009): Revista Brasileira de Herbicidas; 85-95</organization>
	<title>Efeitos de períodos de permanência do flumioxazin no solo e na palha de milho e aveia na eficácia de controle de plantas daninhas</title>
	<type></type>
	<author>Carbonari, Caio Antonio</author>
	<author>Gomes, Giovanna Larissa Gimenes Cotrick</author>
	<author>Velini, Edivaldo Domingues</author>
	<date>2009-12-10</date>
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	<keyword>Cobertura morta</keyword>
	<keyword>plantio direto</keyword>
	<keyword>herbicida</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>         O presente trabalho teve por objetivo avaliar a eficácia de flumioxazin aplicado sobre o solo e sobre a palha de aveia e milho no controle de plantas daninhas, após diferentes períodos sem chuvas. O experimento foi conduzido em vasos, em condições de casa de vegetação, no município de Botucatu-SP. Os vasos foram preenchidos com solo, e as sementes de plantas daninhas (Brachiaria decumbens, Ipomoea nil, Digitaria spp, Bidens pilosa, Ipomoea grandifolia e Sida rhombifolia) foram semeadas e, em seguida, cobertas ou não com palha de aveia e milho, dependendo do tratamento utilizado. Para cada espécie de cobertura (aveia e milho), os tratamentos foram constituídos em esquema fatorial 2 x 4, em delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições, sendo dois posicionamentos do herbicida, (sobre o solo e sobre a palha) e quatro períodos sem ocorrência de chuvas após a aplicação do herbicida (1, 15, 30 e 60 dias), além de testemunhas sem aplicação do produto, na presença e ausência de palha.De maneira geral, observou-se que a aplicação de flumioxazin sobre a palha de milho e aveia promoveu excelentes níveis de controle das plantas daninhas. Também houve tendência de redução nos níveis de controle para algumas espécies de plantas daninhas quando o produto foi exposto a períodos superiores à 30 dias entre a aplicação e a ocorrência de chuvas.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 8 n. 3 (2009): Revista Brasileira de Herbicidas; 96-101</organization>
	<title>Controle Químico de plantas voluntárias de soja Roundup Ready®</title>
	<type></type>
	<author>Dan, Hugo Almeida; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Barroso, Alberto Leão de Lemos</author>
	<author>Procópio, Sergio de Oliveira</author>
	<author>Dan, Lilian Gomes de Moraes</author>
	<author>Oliveira Neto, Antonio Mendes</author>
	<author>Guerra, Naiara</author>
	<author>Braz, Guilherme Braga Pereira</author>
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	<keyword>Soja tiguera</keyword>
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	<keyword>vazio sanitário</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Objetivou-se com este trabalho avaliar a eficácia de diversos herbicidas no controle de plantas voluntárias de soja Roundup Ready®. O experimento foi conduzido em casa de vegetação na Fesurv, Rio Verde - GO, no ano de 2008, e as unidades experimentais foram compostas de vasos de 10 dm3 de capacidade. Utilizou-se a cultivar de soja Valiosa RR®, através de um delineamento experimental em blocos casualisados, com cinco repetições. Foram aplicados os seguintes tratamentos: atrazine (1.500 g ha-1), tembotrione (100,8 g ha-1), mesotrione (120 g ha-1), nicosulfuron (40 g ha-1), 2,4 D (670, 1.050 e 1.340 g ha-1), diquat (300 g ha-1), paraquat (400 g ha-1), [paraquat + diuron] (500+250 g ha-1) e uma testemunha sem controle. A aplicação foi realizada quando as plantas encontravam-se no estádio V3. Observou-se que os herbicidas nicosulfuron mesotrione, tembotrione e 2,4 D na dose de 670 g ha-1 não foram efetivos no controle da soja voluntária. Em contrapartida, os melhores níveis de controle final foram obtidos por atrazine e paraquat + diuron.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 9 n. 1 (2010): Revista Brasileira de Herbicidas; 1-8</organization>
	<title>Manejo de plantas daninhas em cana-de-açúcar (Saccharum spp.) cultivada com a operação de quebra-lombo visando colheita mecanizada</title>
	<type></type>
	<author>Carvalho, Fernando Tadeu</author>
	<author>Moretti, Talita Breda</author>
	<date>2010-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Cana-crua</keyword>
	<keyword>s-metolachlor</keyword>
	<keyword>ametryn</keyword>
	<keyword>hexazinone-diuron</keyword>
	<keyword>amicarbazone</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract> A colheita mecanizada introduziu alguns fatores novos no cultivo da cana-de-açúcar que afetaram a dinâmica de ocorrência e o controle das plantas daninhas. Um desses fatores é a operação de quebra-lombo realizada entre 60 a 90 dias após o plantio (DAP) visando uniformizar o terreno para o trabalho da máquina colhedora, entretanto, esta operação causa uma redução no período residual dos herbicidas aplicados no plantio. O presente trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar a seletividade e a eficácia do controle químico de plantas daninhas aplicado em duas épocas: no plantio da cultura e após a operação de quebra-lombo. O experimento foi desenvolvido no período de novembro de 2008 a junho de 2009, em área de cultivo da Usina Vale do Paraná, SP, em cana-plantavariedade RB 92579, com espaçamento de 1,5 m entrelinhas. A operação de quebra-lombo foi realizada aos 70 DAP. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, com oito tratamentos e quatro repetições. As aplicações foram realizadas em pré-emergência (no plantio) e em pós-emergência da cultura (após o quebra-lombo), utilizando-se um pulverizador pressurizado (CO2), com barra equipada com quatro pontas do tipo leque, espaçadas de 0,5 m e volume de calda de 200 L ha-1. Observou-se que o tratamento s-metolachlor (1920 g ha-1, no plantio) e s-metolachlor + ametryn (1920 + 1500 g ha-1, após o quebra-lombo) foi eficiente no controle de Brachiaria decumbens e Mimosa pudica, e foi seletivo às plantas de cana-de-açúcar. O tratamento s-metolachlor (1920 g ha-1, no plantio) e s-metolachlor + hexazinone+diuron (1920 + 900g ha-1, após o quebra-lombo) foi eficiente no controle de B. decumbense foi seletivo às plantas de cana-de-açúcar. O tratamento s-metolachlor (1920 g ha-1, no plantio) e s-metolachlor + amicarbazone (1920 + 1050 g ha-1, após o quebra-lombo) foi altamente eficiente no controle de B. decumbens e M. pudica, mas foi pouco seletivo às plantas de cana-de-açúcar. O tratamento s-metolachlor + ametryn (960 + 750 g ha-1, no plantio) e s-metolachlor + ametryn (960 + 1500 g ha-1, após o quebra-lombo) foi eficiente no controle deM. pudicae foi seletivo às plantas da cultura.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 9 n. 1 (2010): Revista Brasileira de Herbicidas; 9-16</organization>
	<title>Avaliação de herbicidas aplicados em cana-de-açúcar durante estação chuvosa no Brasil</title>
	<type></type>
	<author>Azania, Carlos Alberto Mathias</author>
	<author>Schiavetto, Ana Regina</author>
	<author>Zera, Fabrício Simone</author>
	<author>Lorenzato, Cássia Morilha</author>
	<author>Azania, Andréa Aparecida Mathias</author>
	<author>Borges, Alan</author>
	<date>2010-04-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/74</other_access>
	<keyword>Plantas daninhas</keyword>
	<keyword>palha</keyword>
	<keyword>Saccharum spp.</keyword>
	<keyword>umidade</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O trabalho objetivou estudar diferentes herbicidas aplicados na cultura da cana-deaçúcar durante a estação chuvosa. O experimento foi instalado em soqueira de 3° corte de canade-açúcar, cv SP84-2025, em solo com 49,9% de argila, 36,6% de areia e 13,5% de silte. O delineamento foi em blocos casualizados em esquema de parcelas sub-divididas, sendo as unidades experimentais constituídas por 5 entre linhas da cultura, com 5 m, espaçadas em 1,5 m (37,5 m-2) e as sub-parcelas com uma entre linha de 5 m (7,5m -2). As sementes de Ipomoea quamoclit, Ipomoea hederifolia, Merremia cissoides, Panicum maximum e Brachiaria decumbens foram semeadas nas sub-parcelas e nas testemunhas. Os herbicidas avaliados foram: imazapic (147 g ha-1); imazapic (98 g ha-1)+sulfentrazone (600 g ha-1); sulfentrazone (800 g ha-1); tebuthiuron(1000 g ha-1); amicarbazone (1400 g ha-1); flumioxazin(125 g ha-1); diuron (1066 g ha- 1 )+hexazinone (134 g ha-1)+imazapic (98 g ha-1); amicarbazone (840 g ha-1)+ isoxaflutol (82,5 g ha-1); imazapic (98 g ha-1)+isoxaflutol (85 g ha-1) e aplicados em pré-emergência das plantas daninhas e cultura. Após 120 dias da aplicação foram observados 698,7 mm de chuva, apresentando temperatura média de 21,9 e 30,6°C para temperatura mínima e máxima, respectivamente. Os herbicidas que apresentaram maior persistência em relação às intempéries e melhor controle sobre as espécies estudadas foram na seguinte ordem decrescente: amicarbazone (91,2%), imazapic (90,8%), imazapic + sulfentrazone (89,6%), amicarbazone + isoxaflutol (89,2%), imazapic + isoxaflutole (85,6%), diuron + hexazinone + imazapic (84,4%), tebuthiuron (76%), sulfentrazone (70,8%), flumioxazin (19,2%).</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 9 n. 1 (2010): Revista Brasileira de Herbicidas; 17-25</organization>
	<title>Eficácia da associação entre os herbicidas clomazone e hexazinona no controle de plantas daninhas em cana-de-açúcar</title>
	<type></type>
	<author>Carbonari, Caio Antonio</author>
	<author>Velini, Edivaldo Domingues</author>
	<author>Negrisoli, Eduardo</author>
	<author>Corrêa, Marcelo Rocha</author>
	<author>Rossi, Caio Vitagliano Santi</author>
	<date>2010-04-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/75</other_access>
	<keyword>Déficit hídrico</keyword>
	<keyword>controle químico</keyword>
	<keyword>palha</keyword>
	<keyword>Saccharum spp.</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>         O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficácia da associação entre os herbicidas clomazone+hexazinona, aplicados em período de seca e em diferentes doses, sobre o solo e sobre a palha de cana-de-açúcar, no controle de plantas daninhas. O experimento foi instalado em 22 de agosto de 2007, em área pertencente à Fazenda Córrego do Campo, no município de Santa Maria da Serra/SP. As parcelas experimentais foram constituídas de cinco linhas de cana-de-açúcar espaçadas de 1,5 m, com 6 m de comprimento. Em todas as parcelas foram semeadas as espécies Brachiaria decumbens, Euphorbia heterophylla, Ipomoea grandifolia, Ipomoea nil, Ipomoea hederifolia, Ipomoea quamoclit e Merremia cissoides. Os tratamentos testados foram clomazone + hexazinona nas respectivas doses de 720 + 180; 800 + 200; 880 + 220 e 1000 + 250 g ha-1 e imazapic isolado a 147 g ha-1, aplicados sobre o solo descoberto e sobre a palha de cana-de-açúcar e testemunhas sem aplicação de herbicidas, com e sem palha. Os tratamentos testados proporcionaram bons níveis de controle das espécies de plantas daninhas avaliadas, principalmente no período até 119 dias após a aplicação (DAA). Aos 153 DAA foram observados bons níveis de controle para M. cissoides, E. heterophylla, I. nil e B. decumbens para a associação de clomazone + hexazinona. Para I. quamoclit somente clomazone + hexazinona nas maiores doses, na presença e ausência de palha e o imazapic aplicado sobre a palha promoveram níveis satisfatórios de controle. Para I. hederifolia, aos 153 DAA, nenhuma das doses da associação de clomazone + hexazinona promoveram níveis satisfatórios de controle e o imazapic aplicado sobre a palha promoveu um controle efetivo desta espécie e para I. grandifolia somente o imazapic e clomazone + hexazinona na maior dose, ambos sobre a palha promoveram bons níveis de controle.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 9 n. 1 (2010): Revista Brasileira de Herbicidas; 26-34</organization>
	<title>Efeito do residual no solo de nicosulfuron isolado e em mistura com atrazine sobre culturas agrícolas subsequentes</title>
	<type></type>
	<author>Carvalho, Fernando Tadeu</author>
	<author>Moretti, Talita Breda</author>
	<author>Souza, Priscila Alves</author>
	<date>2010-04-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/76</other_access>
	<keyword>Accent</keyword>
	<keyword>Atrazinax 500</keyword>
	<keyword>carryover</keyword>
	<keyword>herbicidas</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>        O trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o efeito do residual no solo dos herbicidas nicosulfuron isolado e nicosulfuron + atrazine sobre as culturas de soja, feijão, algodão, pepino, girassol e arroz, semeadas em diferentes períodos após a aplicação dos herbicidas. O experimento foi desenvolvido no período de novembro/2008 a abril/2009, na FEP-UNESP, no município de Selvíria/MS, em solo com textura argilosa. O experimento foi conduzido sob o sistema de plantio convencional com as culturas sendo semeadas em espaçamento de 0,5 m. O delineamento foi em blocos ao acaso, com 13 tratamentos e 4 repetições, por cultura. As parcelas foram dimensionadas com 15 m2 (3m x 5m), com 10 m2 centrais de área aplicada. Os tratamentos foram constituídos pelos herbicidas nicosulfuron + atrazine (30 g + 1500 g ha-1) e nicosulfuron (60 g ha-1) aplicados ao solo aos 75, 60, 45, 30, 15 e 7 dias antes da semeadura das culturas e uma testemunha sem herbicida. Considerando-se os resultados obtidos concluiu-se que as culturas do feijão (Carioca), pepino (Caipira-Esmeralda) e girassol (Dow M734-G3) podem ser semeadas após 30 dias da aplicação de nicosulfuron + atrazine e nicosulfuron isolado. A cultivar de soja Carrera pode ser semeada 15 e 30 dias após a aplicação de nicosulfuron + atrazine e nicosulfuron isolado, respectivamente. O algodão (Delta-Opal) pode ser semeado após 60 e 45 dias da aplicação de nicosulfuron + atrazine e nicosulfuron isolado, respectivamente. Já o arroz (Primavera) pode ser semeado após 60 dias da aplicação de nicosulfuron + atrazine e nicosulfuron isolado.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 1 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 57-63</organization>
	<title>Efeitos do glyphosate nos teores de lignina, celulose e fibra em Brachiaria decumbens</title>
	<type></type>
	<author>Meschede, Dana Katia; FCA/UNESP - Botucatu</author>
	<author>Carbonari, Caio Antonio; FCA/UNESP</author>
	<author>Velini, Edivaldo Domingues; FCA/UNESP</author>
	<author>Trindade, Maria Lucia Bueno; Biocompostos</author>
	<author>Gomes, Giovanna Larissa Gimenes Cotrick; FCA/UNESP</author>
	<date>2011-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>digestibilidade</keyword>
	<keyword>herbicida</keyword>
	<keyword>capim braquiária</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>    Este trabalho teve como objetivo quantificar os teores de fibra, celulose e lignina, na parte aérea do capim-braquiária (Brachiaria decumbens), submetida à diferentes dosagens de glyphosate. O experimento foi realizado em uma área de pastagem de Brachiaria decumbens, na Fazenda Experimental Lageado, FCA/UNESP, Botucatu/SP. Os tratamentos foram constituído de cinco dosagens de glyphosate (36; 72; 180; 360 e 720 g e.a. ha-1) mais uma testemunha sem aplicação, utilizando-se delineamento em blocos casualizados, com quatro repetições. Para aplicação do herbicida, foi utilizado pulverizador costal pressurizado por CO2, munido de barra de pulverização composta por quatro pontas DG11002 VS, espaçadas de 0,5 m entre si, e com volume de calda de 200 L ha-1. Em geral, observou-se que os teores de fibra não foram alterados pela aplicação do glyphosate e que todas as dosagens aplicadas promoveram incremento nos teores de celulose, aos 60 dias após aplicação do produto. A aplicação de glyphosate diminuiu significativamente os níveis de lignina a partir de 30 dias após aplicação do produto, melhorando a digestibilidade de Brachiaria decumbens pela redução dos níveis de lignina na planta.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 9 n. 3 (2010): Revista Brasileira de Herbicidas; 81-88</organization>
	<title>Efeitos de períodos sem a ocorrência de chuva na eficácia do flumioxazin aplicado no solo e na palha de cana-de-açúcar</title>
	<type></type>
	<author>Carbonari, Caio Antonio; Faculdade de Ciências Agronomicas - FCA/UNESP</author>
	<author>Gomes, Giovanna Larissa Gimenes Cotrick; FCA/UNESP</author>
	<author>Velini, Edivaldo Domingues; FCA/UNESP</author>
	<date>2010-12-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>controle químico</keyword>
	<keyword>cobertura morta</keyword>
	<keyword>herbicida</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>        O presente trabalho teve por objetivo avaliar a eficácia do flumioxazin aplicado sobre o solo e em associação com a palha de cana-de-açúcar, seguido de diferentes períodos sem ocorrência de chuvas. O experimento foi conduzido em vasos em casa-de-vegetação, no município de Botucatu/SP. Os vasos foram preenchidos com solo e as plantas daninhas Brachiaria decumbens, Digitaria horizontalis, Ipomoea nil, Ipomoea grandifolia, Bidens pilosa e Sida rhombifolia, foram semeadas e em seguida cobertos ou não com palha de cana-de-açúcar, dependendo do tratamento utilizado. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado com quatro repetições. Os tratamentos foram dispostos em esquema fatorial 4 x 2, sendo os fatores, quatro períodos sem ocorrência de chuvas, 1, 15, 30 e 60 dias e dois posicionamentos do produto, sobre o solo sem palha e sobre a palha de cana-de-açúcar. Foram realizadas avaliações de controle aos 14, 28 e 42 dias após a ocorrência da chuva. De maneira geral, pode-se observar que a aplicação do flumioxazin sobre o solo ou sobre a palha de cana-de-açúcar promoveu bons níveis de controle das plantas daninhas. Foram observadas reduções nos níveis de controle para algumas espécies de plantas daninhas, quando o produto foi exposto ao período de 60 dias sem ocorrência de chuvas.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 9 n. 2 (2010): Revista Brasileira de Herbicidas; 35-41</organization>
	<title>Eficácia e seletividade de associações de herbicidas utilizados em pós-emergência na cultura do milho</title>
	<type></type>
	<author>Carvalho, Fernando Tadeu</author>
	<author>Moretti, Talita Breda</author>
	<author>Souza, Priscila Alves de</author>
	<date>2010-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Atrazine</keyword>
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	<keyword>mistura em tanque</keyword>
	<keyword>Zea mays</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>    O objetivo do trabalho foi avaliar a seletividade e a eficácia de herbicidas aplicados em pós-emergência para o controle de plantas daninhas em duas cultivares de milho. O experimento foi desenvolvido entre dezembro/2007 a abril/2008, na FEP-UNESP no município de Selvíria/MS. O experimento foi conduzido em semeadura convencional, utilizando 7 tratamentos e 4 repetições, no esquema de parcelas subdivididas para o fator cultivar: Pioneer 30 S31 e Dow Agroscience 2B710. As aplicações foram realizadas em pós-emergência da cultura e plantas daninhas, aos 7 e 14 dias após a emergência da cultura, utilizando-se um pulverizador pressurizado a CO2 com volume de calda de 200 L ha-1. Verficou-se que os tratamentos Herbitrin® + Accent® + Joint Oil® (2500 mL + 25 g ha-1 + 0,5%v/v); Herbitrin® + Sanson 40 SC® + Joint Oil® (2500 mL + 470 mL ha-1 + 0,5%v/v); Herbitrin® + Callisto® + Joint Oil® (2500 mL + 250 mL ha-1 + 0,5%v/v); e as aplicações seqüenciais de Herbitrin® + Accent® + Joint Oil® (1250 mL + 21 g ha-1 + 0,5%v/v)/ Herbitrin® + Callisto® + Joint Oil® (1250 mL + 125 mL ha-1 + 0,5%v/v); Herbitrin® + Callisto® + Joint Oil® (1250 mL + 125 mL ha-1 + 0,5%v/v)/ Herbitrin® + Accent® + Joint Oil® (1250 mL + 21 g ha-1 + 0,5%v/v) e Herbitrin® + Accent® + Callisto® + Joint Oil® (1250 mL + 13 g + 100 mL ha-1 + 0,5%v/v)/(1250 mL + 13 g + 100 mL ha-1 + 0,5%v/v) foram altamente seletivos para os híbridos Pioneer 30 S31 e DowAgroceres 2B710, com alta eficácia no controle de Amaranthus deflexus, Ipomoea nil, Commelina benghalensis e Panicum maximum. Conclui-se que os tratamentos podem ser recomendados para o controle de plantas daninhas na cultura do milho.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 9 n. 2 (2010): Revista Brasileira de Herbicidas; 42-53</organization>
	<title>Otimização de herbicidas utilizados em pré-emergência para o controle de Portulaca oleracea</title>
	<type></type>
	<author>Raimondi, Michel Alex; Universidade Estadual de Maringá (UEM)</author>
	<author>Constantin, Jamil</author>
	<author>Oliveira Júnior, Rubem Silvério</author>
	<author>Biffe, Denis Fernando</author>
	<author>Franchini, Luiz Henrique Morais</author>
	<author>Santos, Gizelly</author>
	<author>Gemelli, Alexandre</author>
	<author>Gheno, Eliezer</author>
	<author>Bucker, Eros Guedes</author>
	<date>2010-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Algodão</keyword>
	<keyword>atividade residual</keyword>
	<keyword>beldroega</keyword>
	<keyword>curva dose-resposta</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>      Portulaca oleracea é encontrada interferindo em diversas culturas principalmente em hortaliças, além de culturas como cana-de-açúcar e algodão. O trabalho foi desenvolvido com objetivo de aperfeiçoar a recomendação de alternativas de herbicidas utilizados em pré-emergência do algodoeiro, para o controle de P. oleracea. O trabalho foi realizado em duas etapas em casa-de-vegetação: a primeira para estabelecer, por meio da curva dose-resposta, as doses de herbicidas capazes de promover o controle eficiente de P. oleracea; a segunda, para verificar o período de atividade residual proporcionado pelas doses consideradas eficientes, selecionadas na primeira etapa e, por doses recomendadas. Na primeira etapa, foram utilizadas doses crescentes dos herbicidas alachlor, diuron, clomazone, oxyfluorfen, pendimethalin, prometryne, s-metolachlor, trifluralin 600 e trifluralin 450. Na segunda etapa, uma dose eficiente e uma dose recomendada de cada herbicida, foram aplicadas em quatro épocas antecedendo a semeadura da planta daninha, avaliando a porcentagem de controle aos 0, 10, 20 e 30 dias após aplicação dos tratamentos (DAA). Verificou-se na primeira etapa que os herbicidas controlaram eficientemente P. oleracea, com exceção das duas formulações de trifluralin. No entanto, as doses eficientes (C95) de alachlor e prometryne apresentam curta atividade residual, como observado na segunda etapa.A dose recomendada de prometryne promoveu o controle eficiente até aos 30 DAA, ao contrário de alachlor. Diuron, pendimethalin, oxyfluorfen, s-metolachlor, em ambas as doses utilizadas, além da trifluralin 600 e clomazone, em doses recomendadas, apresentaram atividade residual eficiente por períodos de até 30 DAA, para o solo de textura franco argilo-arenosa. </abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 9 n. 2 (2010): Revista Brasileira de Herbicidas; 54-62</organization>
	<title>Metsulfuron-methyl no desempenho agronômico e na qualidade das sementes de trigo</title>
	<type></type>
	<author>Albrecht, Alfredo Junior Paiola</author>
	<author>Albrecht, Leandro Paiola</author>
	<author>Migliavacca, Rafaela Alenbrant</author>
	<author>Reche, Deivid Lincon</author>
	<author>Gasparotto, Aline de Carvalho</author>
	<author>Ávila, Marizangela Rizzatti</author>
	<date>2010-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Seletividade</keyword>
	<keyword>Sementes</keyword>
	<keyword>trigo</keyword>
	<keyword>herbicidas</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Na cultura do trigo são escassos os resultados científicos referente ao uso de herbicidas, limitando as informações sobre os efeitos que estes causam. Neste contexto, o objetivo deste trabalho foi avaliar alguns componentes da produção e a qualidade das sementes do trigo sob o efeito da aplicação de doses crescentes de metsulfuron-methyl em dois estádios de desenvolvimento, tendo como pressuposto que o emprego de altas doses em combinação com o estádio de desenvolvimento possa afetar a planta. Com este intuito foi conduzido um ensaio a campo, em que os tratamentos foram compostos por cinco doses do herbicida metsulfuron-methyl: 0; 1,8; 3,6; 5,4; 7,2 g i.a. ha-1; aplicadas em dois estádios da cultura: 4 e 10.4. As variáveis avaliadas foram: produtividade, massa de mil sementes, germinação e vigor. Com base nos resultados obtidos pode-se concluir que o herbicidametsulfuron-methyl pode ser nocivo à cultura do trigo, apenas quando se utiliza o incremento das doses na fase de espigamento.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 9 n. 3 (2010): Revista Brasileira de Herbicidas; 100-108</organization>
	<title>Utilização de glyphosate associado a herbicidas aplicados em pós-emergência na cultura da soja geneticamente modificada</title>
	<type></type>
	<author>Almeida Júnior, Joaquim Julio</author>
	<author>Barroso, Alberto Leão Lemos</author>
	<author>Silva, Alessandro Guerra da</author>
	<author>Procópio, Sérgio de Oliveira</author>
	<date>2010-12-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Lactofen</keyword>
	<keyword>soja Roundup Ready®</keyword>
	<keyword>glyphosate</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>          A frequente utilização de associações entre herbicidas pós-emergentes, tem deixado inúmeras indagações a respeito da seletividade e eficácia para o controle de plantas daninhas na cultura da soja. Assim, este trabalho teve por objetivo avaliar a seletividade e a eficácia de misturas em tanque de herbicidas, no manejo de plantas daninhas na cultura da soja Roundup Ready®. Para esta finalidade, foram avaliados os tratamentos: glyphosate (960 g ha-1), glyphosate+adjuvante Agrus 200® (960 + 200 g ha-1), glyphosate+chlorimuron-ethyl (960+12,5 g ha-1), glyphosate+lactofen (960 + 96 g ha-1) e testemunhas capinada e sem capina. A aplicação dos tratamentos em pós-emergência ocorreu quando a soja cultivar CD 219 RR® encontrava-se no estádio fenológico V4 (terceira folha trifoliolada). Os níveis de controle das espécies Alternanthera tenella, Senna obtusifolia, Cenchrus echinatus e Commelina benghalensis e os sintomas de fitointoxicação da cultura foram avaliados aos 3, 7, 14 e 21 dias após a aplicação. A associação entre glyphosate+lactofen proporcionaram os maiores níveis de fitotoxidade sobre a cultura. Todos os tratamentos herbicidas foram eficientes no controle Alternanthera tenella e Cenchrus echinatus, no entanto apresentaram controle insatisfatório da Senna obtusifolia e Commelina benghalensis, causando reduções significativas na produtividade da cultura.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 9 n. 2 (2010): Revista Brasileira de Herbicidas; 63-72</organization>
	<title>Componentes de produção e rendimento de soja em função da época de dessecação e do manejo em pós-emergência</title>
	<type></type>
	<author>Braz, Guilherme Braga Pereira; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Cassol, Gabriel Martins; ACL agrícola</author>
	<author>Ordoñez, Gustavo Adolfo Pazzetti; Fesurv - Universidade de Rio Verde</author>
	<author>Simon, Gustavo André; FESURV – Universidade de Rio Verde</author>
	<author>Procópio, Sérgio de Oliveira; Embrapa Tabuleiros Costeiros</author>
	<author>Oliveira Neto, Antonio Mendes de; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Ferreira Filho, Wander Cruvinel; Centro Tecnológico Comigo (CTC)</author>
	<author>Dan, Hugo Almeida; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<date>2010-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Glycine max</keyword>
	<keyword>transgenia</keyword>
	<keyword>controle químico.</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>   Objetivando avaliar os componentes de rendimento e a produtividade da cultura da soja em resposta à época de dessecação e do manejo realizado em pós-emergência em cultivares de soja transgênica e convencional, instalou-se na área do Centro Tecnológico da COMIGO, o presente experimento. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados em arranjo fatorial 2 x 7, com oito repetições. O primeiro fator correspondeu a épocas de dessecação antecedendo a semeadura da soja, realizada 15 e 1 dia antes da semeadura. O segundo fator constituiu de sete manejos pós-emergentes, sendo eles descritos a seguir: 1 - BRS-GO Luziânia RR® com capina manual; 2 - BRS-GO Luziânia RR® sem nenhum controle; 3 - BRS-GO Luziânia RR® aplicação de glyphosate aos 15 DAE; 4 - BRS-GO Luziânia RR® aplicação de glyphosate aos 30 DAE; 5 - BRS-GO Luziânia RR® aplicação de glyphosate aos 15 e 30 DAE; 6 - BRS-GO Luziânia com controle químico padrão da região; e 7 - BRS-GO Luziânia, com capina manual. Todas as parcelas foram capinadas ao longo do ciclo da cultura, exceto a testemunha sem nenhum controle. As variáveis avaliadas foram: altura de plantas na colheita, altura de inserção da primeira vagem, número de vagens com 1, 2 e 3 grãos, número total de vagens por planta, massa de cem grãos e rendimento de grãos. Os resultados permitiram constatar que: os herbicidas imazethapyr (30 g ha-1) + lactofen (84 g ha-1) + chlorimuron-ethyl (80 g ha-1) + haloxyfop-methyl (72 g ha-1) utilizados em soja convencional causaram menor crescimento das plantas de soja e menor altura de inserção da primeira vagem; o número de vagens por planta não sofreu influência de nenhum dos tratamentos avaliados; a massa de cem grãos e a produtividade da soja foi reduzida quando se realizou o manejo antecipado na dessecação (15 DAS) e quando não se adotou nenhum manejo em pós-emergência.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 9 n. 3 (2010): Revista Brasileira de Herbicidas; 109-116</organization>
	<title>Eficiência fotossintética da cana-de-açúcar após a aplicação dos herbicidas S-metolachlor e atrazine em pós-emergência</title>
	<type></type>
	<author>Girotto, Marcelo; Unesp-Botucatu</author>
	<author>Araldi, Rosilaine</author>
	<author>Velini, Edivaldo Domingues</author>
	<author>Jasper, Samir Paulo</author>
	<author>Gomes, Giovanna Larissa G. C.</author>
	<author>Carbonari, Caio Antônio</author>
	<date>2010-12-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>fluorômetro</keyword>
	<keyword>s-metolachlor</keyword>
	<keyword>atrazine</keyword>
	<keyword>seletividade</keyword>
	<keyword>controle químico</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>     O objetivo do trabalho foi avaliar a eficiência fotossintética através da taxa de transporte de elétrons na cultura da cana-de-açúcar, após aplicação dos herbicidas S-metolachlor e atrazine em pós-emergência. Para o plantio dos toletes da cana-de-açúcar (variedade SP80-3280), utilizaram-se vasos com capacidade de 8 dm3, para aplicação atrazine e S-metolachlor. A aplicação foi realizada através de um pulverizador estacionário instalado em laboratório e após a aplicação dos tratamentos, as plantas foram transportadas para casa-de-vegetação, onde ficaram até o término do ensaio. Realizou-se a leitura da taxa de transporte de elétrons (ETR) na porção mediana das folhas novas de cana-de-açúcar, com um fluorômetro portátil (protocolo Yield), nos intervalos de 01, 04, 24, 48, 72 e 96 horas após a aplicação. Os resultados demonstraram que a cana-de-açúcar SP80-3280 apresentou boa seletividade aos herbicidas aplicados em pós-emergência, com destaque para atrazine. As maiores reduções de ETR e fitointoxicação foram constatadas com S-metolachlor, sendo o uso do fluorômetro uma metodologia alternativa e complementar para analisar seletividade de herbicidas.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 1 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 29-36</organization>
	<title>Atividade residual de 2,4-D sobre a emergência de soja em solos com texturas distintas</title>
	<type></type>
	<author>Silva, Ferdinando Marcos Lima; FCA / UNESP - Botucatu-SP</author>
	<author>Cavalieri, Sidnei Douglas; EMBRAPA Hortaliças</author>
	<author>São José, Alcebiades Rebolças; UESB, Vitória da Conquista-BA</author>
	<author>Ulloa, Santiago M.; Department of Agronomy and Horticulture, University of Nebraska</author>
	<author>Velini, Edivaldo Domingues; FCA / UNESP - Botucatu-SP</author>
	<date>2011-04-10</date>
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	<keyword>herbicida</keyword>
	<keyword>persistência</keyword>
	<keyword>fitointoxicação</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>       Objetivou-se com este trabalho avaliar a atividade residual do herbicida 2,4-D sobre a emergência de soja em solos de texturas distintas. Os experimentos, um com cada classe de solo (textura média e argilosa), foram conduzidos em casa de vegetação, em delineamento inteiramente casualizado, no esquema fatorial 6x2+1, sendo os tratamentos constituídos pela combinação de seis épocas de aplicação: 0, 3, 5, 7, 10 e 14 dias antes da semeadura (DAS) da soja e duas dosagens de 2,4-D (502,5 e 1.005 g e.a. ha-1), mais uma testemunha absoluta sem aplicação do herbicida. A atividade residual do 2,4-D foi avaliada por meio do índice de velocidade de emergência (IVE), porcentagem de emergência (%), fitointoxicação visual (%), altura (cm) e biomassa seca (g) das plantas de soja aos 26 dias após a semeadura. Em ambos os solos, a atividade residual do 2,4-D foi observada, com variação em função da dosagem e do período de tempo entre a aplicação e a semeadura da soja. O efeito foi mais pronunciado nas plantas cultivadas em solo de textura média, onde houve maior fitointoxicação e redução da biomassa seca em relação à testemunha, principalmente, no tratamento onde o herbicida foi aplicado e a soja, cultivar V-Max, semeada em seguida.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 9 n. 3 (2010): Revista Brasileira de Herbicidas; 89-99</organization>
	<title>Seletividade de formulações de nicosulfuron para híbridos de milho em função da época da adubação nitrogenada</title>
	<type></type>
	<author>Guerra, Naiara; Universidade Estadual de Maringá-UEM</author>
	<author>Maciel, Cleber Daniel de Goes</author>
	<author>Oliveira Neto, Antonio Mendes de</author>
	<author>Poletine, Juliana Parisotto</author>
	<author>Lima, Gesley Guimarães de Ramos</author>
	<author>Sola Júnior, Luis Carlos</author>
	<date>2010-12-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Herbicida</keyword>
	<keyword>fitointoxicação</keyword>
	<keyword>nitrogênio</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract> Objetivou-se no presente trabalho avaliar o efeito da interação entre as épocas de adubação nitrogenada de cobertura e diferentes formulações do herbicida nicosulfuron sobre a seletividade aos híbridos de milho 2B-710 e 30K73. Dois experimentos foram conduzidos simultaneamente, com plantas de milho em estádios V3 e V6, sendo os tratamentos dispostos em esquema fatorial 2x4+1, onde o primeiro fator foi constituído por duas formulações de nicosulfuron (18,8 g ha-1) (Sanson® e Accent®) em mistura com atrazine (1250 g ha-1); o segundo fator por quatro épocas de adubação nitrogenada (67,5 kg N ha-1), representadas por 0, 3, 6 e 9 dias após a aplicação do herbicida (DAAH); mais uma testemunha adicional sem aplicação de herbicidas. Os híbridos de milho 2B-710 e 30K73 apresentaram seletividade variável quanto à aplicação de nicosulfuron, sendo que os maiores efeitos e sintomas da fitointoxicação ocorreram quando a adubação nitrogenada foi realizada em cobertura no mesmo dia da aplicação da formulação Sanson® para o estádio V3, e aos três dias da aplicação de Accent® para o estádio V6.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 9 n. 3 (2010): Revista Brasileira de Herbicidas; 73-80</organization>
	<title>Manejo de Conyza bonariensis com glyphosate + 2,4-D e amônio-glufosinate em função do estádio de desenvolvimento</title>
	<type></type>
	<author>Oliveira Neto, Antonio Mendes de; Universidade Estadual de Maringá-UEM</author>
	<author>Guerra, Naiara; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Dan, Hugo de Almeida; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Braz, Guilherme Braga Pereira; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Jumes, Talita Mayara de Campos; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Santos, Gizelly; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Constantin, Jamil; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Oliveira Júnior, Rubem Silvério de; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<date>2010-12-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>buva</keyword>
	<keyword>controle químico</keyword>
	<keyword>rebrota</keyword>
	<keyword>resistência</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>        O conhecimento do estádio em que a planta daninha é mais suscetível ao controle químico é parte fundamental para o manejo integrado de plantas daninhas. No caso específico da C. bonariensis, que é uma planta daninha de difícil controle, este conhecimento exerce influência direta na eficiência dos herbicidas. Desta forma, objetivou-se na presente pesquisa avaliar a eficiência dos herbicidas glyphosate + 2,4-D e amônio-glufosinate no controle de C. bonariensis aplicados em diferentes estádios de desenvolvimento. Os tratamentos foram dispostos em esquema fatorial 2x5, no qual o primeiro fator foi representado por glyphosate + 2,4-D (960+496 g ha-1) e amônio-glufosinate (400 g ha-1) e o segundo por diferentes estádios de desenvolvimento das plantas de C. bonariensis (cotiledonar ou 0, 7, 14, 21 e 28 cm de altura). Para cada estádio de desenvolvimento das buvas foi utilizada uma testemunha, para a avaliação da eficiência de controle dos herbicidas e comparação da massa seca. O estádio de desenvolvimento das plantas de buva no momento da aplicação afeta significativamente a eficiência dos herbicidas glyphosate + 2,4-D e amônio-glufosinate. Excelentes controles desta espécie ocorreram quando as aplicações de glyphosate + 2,4-D e amônio-glufosinate foram realizadas nas plantas com altura inferiores a 6 cm. Controle satisfatório de C. bonariensis foi obtido quando as plantas encontravam-se com altura máxima de 10 e 11 cm no momento da aplicação dos herbicidas glyphosate + 2,4-D e amônio-glufosinate, respectivamente.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 1 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 37-48</organization>
	<title>Seleção de espécies bioindicadoras para os herbicidas trifloxysulfuron-sodium e pyrithiobac-sodium</title>
	<type></type>
	<author>Guerra, Naiara; Universidade Estadual de Maringá-UEM</author>
	<author>Oliveira Júnior, Rubem Silvério de; Universidade Estadual de Maringá-UEM</author>
	<author>Constantin, Jamil; Universidade Estadual de Maringá-UEM</author>
	<author>Oliveira Neto, Antonio Mendes de; Universidade Estadual de Maringá-UEM</author>
	<author>Dan, Hugo de Almeida; Universidade Estadual de Maringá-UEM</author>
	<author>Alonso, Diego Gonçalves; Universidade Estadual de Maringá-UEM</author>
	<author>Jumes, Talita Mayara de Campos; Universidade Estadual de Maringá-UEM</author>
	<date>2011-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>bioensaios</keyword>
	<keyword>inibidores de ALS</keyword>
	<keyword>pepino</keyword>
	<keyword>comportamento no solo</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>      O uso de espécies bioindicadoras é muito comum em estudos do comportamento de herbicidas no solo. Trifloxysulfuron-sodium e pyrithiobac-sodium são herbicidas recomendados para o controle de plantas daninhas em pós-emergência da cultura do algodão, e apresentam potencial de “carryover” para culturas semeadas em sucessão. O trabalho teve como objetivo avaliar a susceptibilidade de espécies a dosagens dos herbicidas trifloxysulfuron-sodium e pyrithiobac-sodium, buscando selecionar plantas que possam ser utilizadas no monitoramento de baixas concentrações destes herbicidas no solo. Dois ensaios foram conduzidos simultaneamente em delineamento inteiramente casualizado, dispostos em esquema fatorial 4x5, constituídos por quatro espécies utilizadas como bioindicadoras (pepino [Cucumis sativus], soja [Glycine max], milho [Zea mays] e feijão [Phaseolus vulgaris] e cinco dosagens dos herbicidas (trifloxysulfuron-sodium 0; 0,94; 1,87; 3,75 e 7,5 g ha-1 e pyrithiobac-sodium 0; 8,75; 17,5; 35 e 70 g ha-1) aplicados em pré-emergência, antes da semeadura dos bioindicadores. Aos 21 dias após a aplicação, as plantas foram avaliadas quanto à fitointoxicação, altura e acúmulo de massa da parte aérea, calculando-se o I50 (dose necessária para redução de 50% da variável analisada), visando comparar a sensibilidade das espécies aos herbicidas. Concluiu-se que o pepino e o milho comportaram-se como as espécies mais sensíveis aos herbicidas trifloxysulfuron-sodium e pyrithiobac-sodium, tendo potencial para utilização em bioensaios com esses herbicidas.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 1 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 13-19</organization>
	<title>Deriva simulada de glyphosate em plantas jovens de jenipapo (Genipa americana L.)</title>
	<type></type>
	<author>Gusmão, Graziele Araujo; UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta</author>
	<author>Rondon Neto, Rubens Marques; UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta</author>
	<author>Yamashita, Oscar Mitsuo; UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta</author>
	<date>2011-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>herbicida</keyword>
	<keyword>fitotoxidade</keyword>
	<keyword>área degradada</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O presente trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos de subdoses de glyphosate em plantas jovens de jenipapo (Genipa americana L.). Um ano após o plantio das mudas, foram testadas três subdoses de glyphosate, sendo: T1 - 86,4, T2 - 172,8 e T3 - 345,6 g i.a. ha-1 e T4 - Testemunha (sem aplicação). Aos 7, 14, 21, 28 e 120 dias após a aplicação (DAA) do herbicida foram dadas notas para fitointoxicação visual, sendo que na primeira e última avaliação realizaram-se medições da altura e diâmetro do colo das plantas. Após 120 DAA observou-se que a espécie G. americana foi sensível a aplicação do herbicida glyphosate, afetando de forma significativa o crescimento em altura e não o diâmetro da planta. Dosagens de glyphosate superiores a 86,4 g i.a. ha-1 causaram apenas danos, no entanto, com 345,6 g i.a. ha-1 ocorreu morte das plantas.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 1 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 20-28</organization>
	<title>Avaliação de seletividade dos herbicidas chlorimuron-ethyl e nicosulfuron aplicados em pós-emergência na cultura da alfafa</title>
	<type></type>
	<author>Ricci, Thiago Toshio; UEM</author>
	<author>Piccinin, Gleberson Guillen; UEM</author>
	<author>Dan, Lilian Gomes de Moraes; UEM</author>
	<author>Barroso, Alberto Leão de Lemos; FESURV</author>
	<author>Carrijo, Murilo Souza</author>
	<author>Ortiz, Alex Henrique Tiene; UEM</author>
	<date>2011-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>seletividade</keyword>
	<keyword>herbicidas</keyword>
	<keyword>forrageiras</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Foram conduzidos simultaneamente dois experimentos com o objetivo de avaliar a seletividade dos herbicidas nicosulfuron e chlorimuron-ethyl, aplicados em pós-emergência, em dois estádios de desenvolvimento da cultura da alfafa. Os ensaios foram conduzidos em casa de vegetação em delineamento inteiramente casualizado, com 5 repetições, em esquema fatorial 4 x 2. Os fatores corresponderam à aplicação do herbicida chlorimuron-ethyl nas dosagens de 0; 7,5; 15 e 30 g ha-1 (Ensaio 1) e do nicosulfuron a 0; 20; 40 e 80 g ha-1 (Ensaio 2). Os herbicidas foram aplicados em plantas com quatro e sete folhas completamente expandidas, correspondendo aos estádios 1 e 2, respectivamente. Foram realizadas avaliações de fitointoxicação aos 7 e 21 dias após a aplicação dos tratamentos (DAA) e de altura de plantas e acúmulo de biomassa seca aos 44 DAA. O herbicida nicosulfuron não foi seletivo a cultura da alfafa, independente do estádio vegetativo em que foi realizada a aplicação. Em contrapartida o herbicida chlorimuron-ethyl, na dosagem de 8 g ha-1 foi seletivo à cultura da alfafa. </abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 1 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 49-56</organization>
	<title>Seletividade de herbicidas aplicados em pré-emergência na cultura do crambe</title>
	<type></type>
	<author>Oliveira Neto, Antonio Mendes de; Universidade Estadual de Maringá-UEM</author>
	<author>Guerra, Naiara; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Maciel, Cleber Daniel de Goes; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Silva, Tiago Roque Benetoli da; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Lima, Gesley Guimarães de Ramos; Escola Superior de Agronomia de Paraguaçu Paulista</author>
	<date>2011-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Crambe</keyword>
	<keyword>seltividade</keyword>
	<keyword>herbicidas</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>No Brasil não existem herbicidas registrados para o crambe (Crambe abyssinica Hochst), e pouco se sabe sobre a seletividade de herbicidas sobre essa cultura. Portanto, dois ensaios foram conduzidos simultaneamente em estufa plástica, com objetivo de avaliar a seletividade de herbicidas aplicados em pré-emergência no desenvolvimento inicial da cultura do crambe. No primeiro ensaio avaliou-se a dose-resposta dos tratamentos herbicidas trifluralin (225, 450, 675 e 900 g ha-1), alachlor (240, 480, 720 e 960 g ha-1) e pendimethalin (250, 500, 750 e 1000 g ha-1), em esquema fatorial (3x4)+1, representado pelos fatores herbicidas (três) e doses (quatro), e uma testemunha. No segundo ensaio foram avaliadas quatro misturas em tanque de herbicidas: trifluralin+alachlor (450+480 g ha-1), trifluralin+pendimethalin (450+500 g ha-1) e alachlor+pendimethalin (480+500 g ha-1) e uma testemunha. Em ambos ensaios utilizou-se vasos com capacidade de 4 dm3 de solo, em delineamento inteiramente casualizado, com oito repetições. A cultura do crambe mostrou-se extremamente sensível aos herbicidas pré-emergentes avaliados. Apenas o trifluralin, em doses inferiores a 450 g ha-1, demonstrou-se seletivo a cultura do crambe. Assim, ficou evidente a necessidade de estudos mais abrangentes que visem avaliar a seletividade de herbicidas à cultura do crambe.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 1 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 1-12</organization>
	<title>Herbicidas para o controle de plantas voluntárias de soja resistentes ao glyphosate</title>
	<type></type>
	<author>Lima, Dayene Bueno Cruvinel; Fesurv-Universidade de Rio Verde-Discente do Programa de Pós-graduação em Produção Vegetal</author>
	<author>Silva, Alessandro Guerra da; Fesurv-Universidade de Rio Verde-Docente permanente do Programa de Pós-graduação em Produção Vegetal</author>
	<author>Procópio, Sergio de Oliveira; Embrapa Tabuleiros Costeiros-Docente permanente do Programa de Pós-graduação em Produção Vegetal</author>
	<author>Barroso, Alberto Leão de Lemos; Fesurv-Universidade de Rio Verde-Docente permanente no Programa de Pós-graduação em Produção Vegetal</author>
	<author>Dan, Hugo de Almeida; Fesurv-Universidade de Rio Verde-Discente do Programa de Pós-graduação em Produção Vegetal</author>
	<author>Costa, Eduardo Barbosa; Fesurv-Universidade de Rio Verde-Discente do curso de Agronomia</author>
	<author>Braz, Antonio Joaquim Braga Pereira; Fesurv-Universidade de Rio Verde-Docente permanente no Programa de Pós-graduação em Produção Vegetal</author>
	<date>2011-04-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Glycine max</keyword>
	<keyword>soja transgênica</keyword>
	<keyword>Roundup Ready®</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Este trabalho objetivou avaliar a eficácia de herbicidas no controle de plantas voluntárias de soja resistente ao glyphosate. O ensaio foi conduzido a campo utilizando o delineamento de blocos casualizados, em esquema fatorial 6x9, com quatro repetições, sendo o primeiro fator seis variedades de soja resistentes ao herbicida glyphosate (BRS Favorita RR®, BRS Valiosa RR®, CD 219 RR®, M-SOY 7908 RR®, P98Y11® e P98R31®) e o segundo herbicidas aplicados isolados ou em mistura (2,4-D, 2,4-D + glyphosate, metsulfuron-methyl, metsulfuron-metyl + glyphosate, [MSMA + diuron], [MSMA + diuron] + glyphosate, [paraquat + diuron], [paraquat + diuron] + glyphosate e uma testemunha sem herbicida). Os tratamentos [MSMA + diuron] e [MSMA + diuron] + glyphosate apresentaram controle eficaz apenas para CD 219 RR®. Metsulfuron-methyl + glyphosate apresentou eficácia no controle da M-SOY 7908 RR®, P98Y11®, P98R31®, BRS Favorita RR® e CD 219 RR®; assim como a cultivar BRS Valiosa RR® foi a mais tolerante a esse tratamento. A adição de glyphosate não acarretou efeitos antagônicos na eficácia dos herbicidas, porém potencializou a ação do metsulfuron-methyl. Os herbicidas [paraquat + diuron] e 2,4-D foram eficazes no controle da soja RR. Houve diferenças na sensibilidade das variedades aos herbicidas metsulfuron-methyl, metsulfuron-methyl + glyphosate, [MSMA + diuron] e [MSMA + diuron] + glyphosate.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 2 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 134-142</organization>
	<title>Eficiência fotossintética da cana-de-açúcar submetida à aplicação de atrazine e tebuthiuron em pré-emergência</title>
	<type></type>
	<author>Girotto, Marcelo; Unesp-Botucatu</author>
	<author>Araldi, Rosilaine; Unesp-Botucatu</author>
	<author>Velini, Edivaldo Domingues; Unesp-Botucatu</author>
	<author>Gomes, Giovanna Larissa G. Cotrick; Unesp-Botucatu</author>
	<author>Carbonari, Caio Antônio; Unesp-Botucatu</author>
	<author>Jasper, Samir Paulo; Unesp-Botucatu</author>
	<author>Trindade, Lucia Maria Bueno; Unesp-Botucatu</author>
	<date>2011-08-10</date>
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	<keyword>Fluorômetro</keyword>
	<keyword>Seletividade</keyword>
	<keyword>ETR</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O objetivo do trabalho foi avaliar a eficiência fotossintética da cana-de-açúcar após aplicação, em pré-emergência, de dois herbicidas inibidores da fotossíntese. Para o plantio dos toletes da cana-de-açúcar (variedade SP80-3280), utilizaram-se vasos com capacidade de 8 dm3. A aplicação do atrazine e tebuthiuron foi realizada através de um pulverizador estacionário instalado em laboratório e após a aplicação dos tratamentos, as plantas foram transportadas para casa-de-vegetação onde ficaram até o término do ensaio. Realizou-se a leitura da taxa de transporte de elétrons (ETR) na porção mediana das folhas mais novas de cana-de-açúcar com fluorômetro portátil sendo que os intervalos de avaliação do ETR foram de: 16, 17, 19, 25 e 30 dias após a aplicação dos herbicidas. Realizou-se ainda análise visual de fitointoxicação aos 30 dias após aplicação. Os resultados demonstraram que o tebuthiuron causou maior redução da taxa de transporte de elétrons em comparação com a atrazine. Em relação aos sintomas de fitointoxicação, não foi observada diferença entre os herbicidas testados. Ao fim do trabalho, verificou-se que a metodologia empregada com o uso do fluorômetro para medir a taxa de transporte de elétrons após a aplicação dos herbicidas foi adequada, permitindo verificar a intoxicação da cultura de cana-de-açúcar, mesmo antes de qualquer detecção visual da atuação dos herbicidas nas plantas.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 2 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 95-102</organization>
	<title>Seletividade toponômica de herbicidas para a cultura do algodão</title>
	<type></type>
	<author>Santos, Gizelly; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Francischini, Alessandra Constantin</author>
	<author>Oliveira Jr., Rubem Silvério</author>
	<author>Constantin, Jamil</author>
	<author>Alonso, Diego Gonçalves</author>
	<author>Guerra, Naiara</author>
	<author>Neto, Antonio Mendes Oliveira</author>
	<author>Gemelli, Alexandre</author>
	<date>2011-08-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/97</other_access>
	<keyword>Gossypium sp.</keyword>
	<keyword>fitotoxicidade</keyword>
	<keyword>pré-emergentes</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>A profundidade de semeadura adequada é um dos fatores importantes na germinação e emergência das plântulas, garantindo assim um estande uniforme. Sendo assim, este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da profundidade de semeadura do algodoeiro, variedade Delta Opal, sobre a fitotoxicidade dos herbicidas, diuron, oxyfluorfen, alachlor, clomazone, pendimethalin, S-metolachlor, prometryne e trifluralin. Foram realizadas avaliações de fitointoxicação à cultura aos 7, 10, 12, 14, 17, 19, 21, 28, 35 dias após a aplicação do herbicida (DAA), por meio da escala EWRC e de massa seca total aos 35 DAA. Não foi observada redução de massa seca das plantas de algodoeiro quando foram utilizados os herbicidas oxyfluorfen, clomazone, pendimethalin e trifluralin. Houve redução na massa seca total para as profundidades 0,5; 1,0; 2,0 e 3,0 cm quando se utilizou diuron, para as profundidades 0,5; 1,0 e 3,0 cm quando se utilizou prometryne e para semeadura a 1,0 cm de profundidade quando se utilizou alachlor e S-metolachlor.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 2 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 64-73</organization>
	<title>Sistemas de manejo de plantas daninhas na pré-semeadura da soja</title>
	<type></type>
	<author>Osipe, Jethro Barros; Graduação pela UENP - CLM
Mestrando pela UEM</author>
	<author>Teixeira, Emerson da Silva</author>
	<author>Osipe, Robinson</author>
	<author>Ferreira, Camila</author>
	<author>Osipe, Petrus Barros</author>
	<author>Santos, Gizelly</author>
	<date>2011-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Plantio direto</keyword>
	<keyword>Dessecação</keyword>
	<keyword>Flumioxazin</keyword>
	<keyword>Chlorimuron-ethyl</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>     O trabalho teve por objetivo avaliar a eficiência e o efeito residual de herbicidas, aplicados na operação de manejo, nas modalidades “Aplique - Plante” e “Manejo Antecipado”, na cultura da soja. O delineamento experimental adotado foi blocos ao acaso, com quatro repetições, no esquema fatorial 8 x 2, sendo oito misturas de herbicidas (com flumioxazin, chlorimuron-ethyl e glyphosate) em dois sistemas de manejo. Para o “Manejo Antecipado” foi efetuada a aplicação de glyphosate 20 dias antes da semeadura, com os tratamentos sendo aplicados dois dias após o plantio. Já para a modalidade “Aplique – Plante” os tratamentos foram aplicados um dia antes da semeadura da cultura. Foram avaliados a eficiência de controle e o efeito residual dos herbicidas sobre Euphorbia heterophylla, Amaranthus hybridus e Commelina benghalensis, além da altura de plantas, estande e produtividade da cultura da soja. Os resultados mostraram que o sistema “Manejo Antecipado” proporcionou melhor controle das plantas daninhas que “Aplique-Plante”, além de garantir que a cultura da soja se desenvolvesse em melhores condições, garantindo maior produtividade. A presença de flumioxazin e chlorimuron-ethyl foi suficiente para garantir o fechamento das entrelinhas da cultura, sem uma aplicação em pós-emergência.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 2 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 165-175</organization>
	<title>Eficácia do S-metolachlor associado à ametrina e hexazinona+diuron no controle pré e pós-emergente de plantas daninhas em cana-de-açúcar</title>
	<type></type>
	<author>Santos, Eigon Costa</author>
	<author>Souza, Priscila Alves de</author>
	<author>Carvalho, Fernando Tadeu</author>
	<date>2011-08-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/100</other_access>
	<keyword>Saccharum spp.</keyword>
	<keyword>invasoras</keyword>
	<keyword>aplicação terrestre</keyword>
	<keyword>aplicação aérea</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O trabalho teve como objetivo avaliar em cana-de-açúcar a seletividade e a eficácia do herbicida S-metolachlor associado à ametrina e [hexazinona+diuron], aplicados via terrestre e via aérea, no controle pré e pós-emergente de plantas daninhas. O delineamento utilizado no experimento 1 (aplicação terrestre) foi o de blocos ao acaso com 16 tratamentos e quatro repetições, aplicados em pré e pós-emergência com: S-metolachlor + ametrina (1920 + 1500; 2400 + 1500 e 2880 + 1500 g i.a. ha-1); S-metolachlor + [hexazinona+diuron] (1440 + [702+198] e 1920 + [702+198] g i.a. ha-1); [hexazinona+diuron] + ametrina ([936+264] + 1500 g i.a. ha-1); tebuthiuron + ametrina (1000 + 1500 g i.a. ha-1) e as testemunhas capinada e sem capina. No experimento 2 (aplicação aérea), os tratamentos foram: S-metolachlor (2880 g i.a. ha-1), S-metolachlor + ametrina (2400 + 1500 g i.a. ha-1) e testemunha sem aplicação, sendo os herbicidas aplicados em duas faixas de um hectare para cada tratamento. Todos os tratamentos herbicidas provocaram fitotoxicidade inicial à cana-de-açúcar (RB 835486), com recuperação total aos 45 DAA (dias após aplicação). A aplicação terrestre em pré-emergência de S-metolachlor + ametrina, S-metolachlor + [hexazinona+diuron], [hexazinona+diuron] + ametrina e tebuthiuron + ametrina foi eficiente no controle de Digitaria horizontalis, Ipomoea nil e Amaranthus deflexus. Em pós-emergência, os tratamentos foram menos eficientes no controle de D. horizontalis; mais eficientes no controle de I. nil e equivalentes no controle de A. deflexus. A aplicação área de S-metolachlor e S-metolachlor + ametrina foi eficiente no controle de D. horizontalis e B. plantaginea, proporcionando produtividade da cana-de-açúcar superior a testemunha sem herbicidas.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 2 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 74-85</organization>
	<title>Herbicidas alternativos no controle de Bidens pilosa e Euphorbia heterophylla resistentes a inibidores de ALS na cultura do algodão</title>
	<type></type>
	<author>Braz, Guilherme Braga Pereira; Universidade Estadual de Maringá (UEM)</author>
	<author>Oliveira Jr., Rubem Silvério; Universidade Estadual de Maringá (UEM)</author>
	<author>Constantin, Jamil; Universidade Estadual de Maringá (UEM)</author>
	<author>Dan, Hugo Almeida; Universidade Estadual de Maringá (UEM)</author>
	<author>Oliveira Neto, Antonio Mendes; Universidade Estadual de Maringá (UEM)</author>
	<author>Santos, Gizelly; Universidade Estadual de Maringá (UEM)</author>
	<author>Constantin, Alessandra Francischini; Universidade Estadual de Maringá (UEM)</author>
	<author>Takano, Hudson Kagueyama; Universidade Estadual de Maringá (UEM)</author>
	<date>2011-08-10</date>
	<copyright></copyright>
	<other_access>url:http://www.rbherbicidas.com.br/index.php/rbh/article/view/101</other_access>
	<keyword>Picão-preto</keyword>
	<keyword>leiteiro</keyword>
	<keyword>acetolactato sintase</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>A presença de Bidens pilosa e Euphorbia heterophylla resistentes aos herbicidas inibidores da ALS é um entrave no manejo de plantas daninhas na cultura do algodão, em função da escassez de alternativas de latifolicidas seletivos. Com o intuito de suprir essa carência de informações, foram instalados quatro experimentos em casa-de-vegetação com o objetivo de avaliar herbicidas aplicados em pós-emergência, recomendados para o algodão convencional e transgênico (resistente ao glyphosate e amonio-glufosinate), no controle destes biótipos resistentes. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado com quatro repetições, sendo avaliados 21 tratamentos herbicidas, além de uma testemunha sem aplicação. Instalaram-se dois experimentos por espécie, onde o primeiro correspondeu à aplicação dos herbicidas em estádios de duas a quatro folhas e o segundo de quatro a seis. Avaliou-se os percentuais de controle aos 7 e 28 dias após a aplicação dos herbicidas. Amônio-glufosinate e glyphosate aplicados isolados ou em associações a outros herbicidas foram eficientes no controle de B. pilosa independente do estádio avaliado. Os dois biótipos demonstraram-se altamente resistente aos herbicidas inibidores de ALS avaliados. E. heterophylla demonstrou maior sensibilidade aos herbicidas amonio-glufosinate e glyphosate em aplicações precoces. Glyphosate destacou-se como boa alternativa no controle de E. heterophylla. Para este biótipo, foi verificado efeito sinérgico para as associações entre amonio-glufosinate e pyrithiobac-sodium.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 3 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 183-189</organization>
	<title>Eficácia do herbicida amicarbazone no controle de cordas-de-viola na cultura da cana-de-açúcar (Saccharum spp.)</title>
	<type></type>
	<author>Carvalho, Fernando Tadeu</author>
	<author>Queiroz, Juliana R. Gobi</author>
	<author>Toledo, Roberto Estêvão Bragion</author>
	<date>2011-12-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Saccharum spp.</keyword>
	<keyword>Ipomoeas</keyword>
	<keyword>controle químico</keyword>
	<keyword>pré-emergência</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O objetivo do trabalho foi avaliar a seletividade e a eficácia do herbicida amicarbazone em pré-emergência, no controle de espécies de cordas-de-viola na cultura da cana-de-açúcar. O experimento foi desenvolvido no período de novembro/2005 a novembro/2006, na Fazenda Santa Terezinha, Pereira Barreto-SP, cultivada pela Usina Pioneiros Bioenergia. O solo do local é do tipo LVE textura média. O experimento foi desenvolvido em área de cana-soca (1o corte), com a variedade RB 86-5486 e espaçamento de 1,4 m entrelinhas. As espécies de cordas-de-viola selecionadas para o experimento: Ipomoea grandifolia, Ipomoea hederifolia, Ipomoea nil, Ipomoea quamoclit e Merremia cissoides foram semeadas em linhas paralelas às linhas da cultura, após a operação de cultivo da cana-de-açúcar. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, com cinco tratamentos e quatro repetições, com parcelas de 20 m2 (5 x 4 m). Os tratamentos foram: amicarbazone (1050, 1225 e 1400 g ha-1) e testemunhas no mato e no limpo. As aplicações foram realizadas em pré-emergência das plantas daninhas, aos 25 dias após a colheita da cana-de-açúcar, utilizando-se um pulverizador pressurizado a CO2 (45 lb pol-2), com barra equipada com quatro pontas da marca Teejet XR110.03, espaçados de 0,5 m e volume de calda de 200 L ha-1. Concluiu-se que o herbicida amicarbazone (1050, 1225 e 1400 g ha-1) foi seletivo às plantas de cana-de-açúcar e altamente eficiente no controle das cordas-de-viola: I. grandifolia, I. hederifolia, I. nil, I. quamoclit e M. cissoides.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 2 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 110-120</organization>
	<title>Seletividade de herbicidas aplicados em pós-emergência em pinhão manso (Jatropha curcas L.)</title>
	<type></type>
	<author>Gonçalves, Karoline Santos; Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Agronomia (Irrigação e Drenagem) FCA – UNESP Fazenda Experimental Lageado, Botucatu-SP.</author>
	<author>São José, Alcebíades Rebouças; Pós Doutor - Doutorado em Agronomia (Produção Vegetal) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Brasil(2004)
PROFESSOR ADJUNTO da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia , Brasil.</author>
	<author>Cavaliere, Sidnei Douglas; PESQUISADOR DSc - Embrapa Hortaliças , Brasília-DF</author>
	<author>Martins, Ione Sousa Braga; Mestranda em Fitotecnia pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB, Vitória da Conquista-Bahia</author>
	<author>Velini, Edivaldo Domingues; Prof. Dr. FCA – UNESP. Fazenda Experimental Lageado, Núcleo de Pesquisas Avançadas em Matologia (NUPAM), Botucatu – SP.</author>
	<date>2011-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Jatropha curcas L.</keyword>
	<keyword>fitotoxicidade</keyword>
	<keyword>controle químico</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>A inexistência de herbicidas seletivos registrados para o pinhão manso torna difícil o controle químico de plantas daninhas, principalmente nos estádios iniciais de desenvolvimento. Objetivou-se com este trabalho, avaliar a seletividade de herbicidas aplicados em pós-emergência em pinhão manso (Jatropha curcas L.). O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, em arranjo fatorial (3x5)+1 com 11 repetições, sendo o primeiro fator constituído por herbicidas e o segundo por dosagens de cada um deles, mais uma testemunha adcional sem aplicação. Os herbicidas e as suas respectivas dosagens foram: glyphosate (180, 450, 720, 990 e 1.260 g ha-1), fluazifop-p-butil (100, 125, 150, 175 e 200 g ha-1) e 2,4-D (720, 1.080, 1.440, 1.800 e 2.160 g ha-1). Os herbicidas foram aplicados 55 dias após a semeadura, quando as plantas apresentavam dois a três pares de folhas verdadeiras. Apenas o glyphosate (180 g ha-1) e o fluazifop-p-butil (125 g ha-1) apresentaram-se seletivos ao pinhão manso, mostrando-se promissores para o controle de plantas daninhas em lavouras jovens. Nenhum dos herbicidas afetou a altura das plantas, no entanto, os herbicidas glyphosate (nas demais dosagens) e 2,4-D, demonstraram efeitos tóxicos com alterações no aspecto e morfologia das plantas. </abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 2 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 151-164</organization>
	<title>Efeito residual de herbicidas no solo (“Carryover”)</title>
	<type></type>
	<author>Mancuso, Mauricio Antonio Cuzato; Universidade Estadual Paulista - UNESP
Campus de Botucatu - SP</author>
	<author>Negrisoli, Eduardo; Universidade Estadual Paulista - UNESP
Campus de Botucatu - SP</author>
	<author>Perim, Lucas; Universidade Estadual Paulista - UNESP
Campus de Botucatu - SP</author>
	<date>2011-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>plantas daninhas</keyword>
	<keyword>atividade residual</keyword>
	<keyword>fitorremediação.</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Com a finalidade de reunir os principais trabalhos relacionados com o efeito residual (“carryover”) de alguns herbicidas em diferentes culturas agrícolas, foi realizada a presente revisão bibliográfica. Para tanto, foram abordados alguns temas relevantes para se entender a dinâmica dos herbicidas no solo, como por exemplo constante de equilíbrio de ionização (pKa/pKb), coeficiente de partição octanol-água (Kow), solubilidade, pressão de vapor, constante da Lei de Henry (H), meia-vida e a interação entre essas propriedades. Diante desses pontos, foi realizada a revisão sobre o efeito residual de diversos herbicidas: imazaquin, imazethapyr, sulfentrazone, nicosulfuron, fomesafen, entre outros, comentando os danos causados nas culturas agrícolas e no ambiente. Também foi discutido a respeito da fitorremediação, técnica de descontaminação do solo por meio do uso de algumas espécies de plantas. Para a utilização dos herbicidas de maneira racional, é de suma importância ficar atento à escolha dos produtos para mistura, adequar a dosagem ao tipo de solo e clima, assim como entender o motivo dos problemas ocorridos e falhas de controle, a fim de reduzir o risco do impacto ambiental que o efeito residual ou carryover possa vir causar.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 2 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 103-109</organization>
	<title>Fitotoxidade de peroba-mica (Aspidosperma desmanthum) submetidas à deriva de glyphosate</title>
	<type></type>
	<author>Rondon Neto, Rubens Marques; UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta</author>
	<author>Benetti, Edicarlos; UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta</author>
	<author>Yamashita, Oscar Mitsuo; UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta</author>
	<author>Gusmão, Grazieli Araujo; UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus Alta Floresta.</author>
	<date>2011-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Herbicida</keyword>
	<keyword>espécie nativa</keyword>
	<keyword>área degradada</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O presente trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos fitotóxicos de doses crescentes de glyphosate em plantas jovens de peroba-mica (Aspidosperma desmanthum Benth. ex Müll. Arg.). As doses de glyphosate aplicadas um ano após o plantio foram: T1 - 86,4; T2 - 172,8; T3 - 345,6 g e.a. ha-1 e T4 - Testemunha (sem aplicação). As avaliações de fitointoxicação visual foram realizadas aos 7, 14, 21, 28 e 180 dias após a aplicação (DAA) do herbicida, sendo que na primeira e última avaliação realizaram-se medições da altura e diâmetro do tronco. As doses do herbicida causaram fitotoxicações leves, com necroses nas folhas, apresentando tendência de recuperação aos 180 DAA.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 2 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 86-94</organization>
	<title>Manejo químico de adubos verdes para sucessão da cana-de-açúcar em sistema de cultivo mínimo</title>
	<type></type>
	<author>Oliveira Neto, Antonio Mendes de; Universidade Estadual de Maringá (UEM)</author>
	<author>Maciel, Cleber Daniel de Goes</author>
	<author>Guerra, Naiara</author>
	<author>Lima, Gesley Guimarães de Ramos</author>
	<author>Sola Júnior, Luis Carlos</author>
	<date>2011-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Dessecação</keyword>
	<keyword>Crotalaria spectabilis</keyword>
	<keyword>Mucuna aterrima</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Estudos referentes a manejo químico de adubos verdes são escassos na literatura nacional. O trabalho teve com objetivo avaliar a eficiência de herbicidas no controle químico dos adubos verdes para sucessão com a cultura da cana-de-açúcar, em sistema de cultivo mínimo. Foram conduzidos dois ensaios com as espécies Crotalaria spectabilis e Mucuna aterrima em delineamento de blocos ao acaso com 19 tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos de três dosagens distintas para os herbicidas: glyphosate + 2,4-D + carfentrazone-ethyl; glyphosate + 2,4-D; glyphosate + MSMA; 2,4-D + carfentrazone; 2,4-D; 2,4-D + picloran e uma testemunha sem aplicação. O controle químico com as misturas em tanque de glyphosate + 2,4-D + carfentrazone-ethyl e glyphosate + 2,4-D foram às alternativas com maior sucesso no manejo de M. aterrima e C. spectabilis, as quais podem viabilizar a possibilidade de sucessão do plantio da cana-de-açúcar em sistema de cultivo mínimo, com economia das operações de aração e gradagem.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 2 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 143-150</organization>
	<title>Cinética de absorção de fósforo em soja transgênica após a aplicação de glyphosate</title>
	<type></type>
	<author>Perim, Lucas; UNESP / FCA - Botucatu-SP</author>
	<author>Prando, Maryara Buriola; UNESP / FCA - Botucatu-SP</author>
	<author>Rosolem, Ciro Antonio; UNESP / FCA - Botucatu-SP</author>
	<date>2011-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Glyphosate</keyword>
	<keyword>fósforo</keyword>
	<keyword>absorção</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>Há indicações de que o glyphosate pode interferir na nutrição fosfatada da soja. Desta forma, o presente trabalho teve como objetivo estudar a absorção e alocação de fósforo (P) em soja após a aplicação de glyphosate. Foram realizados dois experimentos conduzidos em casa-de-vegetação em delineamento experimental de blocos inteiramente casualisados. O 1º experimento avaliou-se o glyphosate nas dosagens de 0,0; 1,5; 3,0; 6,0 e 12,0 g ha-1 e o 2º experimento avaliou-se o glyphosate nas dosagens de 0,0; 200,0; 400,0 e 800,0 g ha-1. O glyphosate foi aplicado aos 21 dias após a emergência das plantas via foliar na variedade de soja ‘Valiosa RR’. Em seguida as plantas foram cultivadas em solução nutritiva utilizando-se a técnica de exaustão da solução. Após o ensaio de exaustão, as plantas foram coletadas para a determinação da massa de seca e os teores P, na parte aérea e raízes. Embora não tenha sido possível determinar parâmetros da cinética de absorção, não foi verificado efeito estimulante na absorção de P pela soja, após a aplicação de baixas dosagens do glyphosate, ou efeito depressivo, quando aplicado em dosagens compatíveis as recomendadas para controle de plantas daninhas.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 2 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 121-133</organization>
	<title>Tolerância do feijoeiro a herbicidas aplicados na cultura da cana-de-açúcar</title>
	<type></type>
	<author>Fernandes, Camila Pereira Caixeta; Universidade de Rio Verde</author>
	<author>Braz, Antônio Joaquim Braga Pereira; Universidade de Rio Verde</author>
	<author>Procópio, Sergio de Oliveira; Embrapa Soja</author>
	<author>Dan, Hugo de Almeida; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Braz, Guilherme Braga Pereira; Universidade Estadual de Maringá</author>
	<author>Barroso, Alberto Leão de Lemos; Universidade de Rio Verde</author>
	<author>Menezes, Carlos César Evangelista de; Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano</author>
	<author>Simon, Gustavo André; Universidade de Rio Verde</author>
	<author>Braz, Lucas Braga Pereira; Universidade de Rio Verde</author>
	<date>2011-08-10</date>
	<copyright></copyright>
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	<keyword>Saccharum spp.</keyword>
	<keyword>Phaseolus vulgaris</keyword>
	<keyword>plantas daninhas</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>O trabalho teve como objetivo avaliar a seletividade dos principais herbicidas utilizados na cultura da cana-de-açúcar, aplicados em pré ou pós-emergência, ao feijão-comum (Grupo Jalo – cultivar Jalo Precoce). Na modalidade de pré-emergência os tratamentos avaliados foram: ametryn (2.500 g ha-1), tebuthiuron (800 g ha-1), [hexazinone + diuron] (237,6 + 842,4 g ha-1), metribuzin (1.440 g ha-1), clomazone (800 g ha-1), isoxaflutole (112,5 g ha-1), sulfentrazone (600 g ha-1), imazapic (105 g ha-1), trifluralin (1.800 g ha-1) e S-metolachlor (1.920 g ha-1), mais uma testemunha sem aplicação. Já na modalidade de pós-emergência os tratamentos foram: MSMA (1.440 g ha-1), MSMA + diuron (1.080 + 420 g ha-1), [hexazinone + diuron] (237,6 + 842,4 g ha-1), metribuzin (1.440 g ha-1), ametryn (1.500 g ha-1), [ametryn + trifloxysulfuron sodium] (1.280 + 32,4 g ha-1), halosulfuron (112,5 g ha-1), 2,4-D (1.005 g ha-1) e mesotrione (120 g ha-1), mais uma testemunha sem aplicação. Foram avaliadas a fitointoxicação, estande e altura de plantas, matéria verde e seca da parte aérea, número de plantas na colheita, altura de inserção da primeira vagem, além da produtividade. Os herbicidas S-metolachlor, tebuthiuron, trifluralin e clomazone apresentaram seletividade satisfatória às plantas de feijão cv. Jalo Precoce, quando aplicados em pré-emergência. No entanto, ametryn, [hexazinone + diuron], metribuzin, isoxaflutole, sulfentrazone e imazapic não foram seletivos, também em aplicações de pré-emergência. Nenhum dos herbicidas avaliados apresentou condições de seletividade para ser utilizado em pós-emergência em um sistema de cultivo integrado de feijão (cv. Jalo Precoce) em áreas de produção de cana-de-açúcar.</abstract>
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	<organization>Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas</organization>
	<organization>v. 10 n. 3 (2011): Revista Brasileira de Herbicidas; 277-290</organization>
	<title>Controle de Ipomoea nil utilizando ponta centrífuga de pulverização em diferentes volumes de aplicação com e sem adjuvante</title>
	<type></type>
	<author>Barbosa, Bruno Flávio Figueiredo; UNESP/FCAV, CAMPUS DE JABOTICABAL</author>
	<author>Ferreira, Marcelo da Costa; UNESP/Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal</author>
	<author>Silva, José Luiz da; UNESP/Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal</author>
	<author>Cavichioli, Fabio Alexandre; UNESP/Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal</author>
	<author>Bertonha, Rafael Scabello; UNESP/Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal</author>
	<author>Custódio, Anselmo Augusto de Paiva; UNESP/Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal</author>
	<date>2011-12-10</date>
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	<keyword>Ipomoea nil</keyword>
	<keyword>tecnologia de aplicação</keyword>
	<keyword>bico de pulverização rotativo</keyword>
	<keyword>volume de aplicação</keyword>
	<keyword>adjuvantes</keyword>
	<language>pt_BR</language>
	<abstract>A incorporação de ferramentas relacionadas à tecnologia de aplicação de agrotóxicos torna-se inevitável para uma agricultura sustentável. Foi testada a eficiência no controle de Ipomoea nil, em pós-emergência inicial com diuron+hexazinone, em dois volumes de aplicação (20 L ha-1 e 40 L ha-1), com ou sem a adição de adjuvantes, utilizando-se pontas de pulverização rotativo e hidráulico, comparativamente. Foram realizados outros dois ensaios para comparar a distribuição volumétrica e o diâmetro das gotas produzidas pelas pontas hidráulica e rotativa. O percentual de necrose na parte aérea de I. nil aumentou progressivamente, nos dois volumes, independentemente da utilização de adjuvante. A ponta rotativa não diferiu da ponta hidráulica quanto à eficácia. O uso da ponta rotativa diminuiu o coeficiente de uniformidade (COEF) em relação à ponta hidráulica, indicando produção de gotas com maior uniformidade. A distribuição das gotas produzidas pela ponta rotativa proporcionou padrão de distribuição desuniforme em relação à ponta testemunha (TT 110.01 a 40 L.ha-1), devido ao menor volume de aplicação utilizado. O espaçamento entre pontas foi maior com o uso de óleo vegetal para o volume de 20 L ha-1. A associação dos adjuvantes à diuron + hexazinone proporcionou aumento do diâmetro médio das gotas, com semelhante eficiência entre os dois volumes testados. O menor volume de aplicação (20 L ha-1) de diuron+hexazinone pode ser utilizado no controle de I. nil, pois proporcionou eficácia semelhante ao volume maior. A utilização dos adjuvantes organo siliconado (0,025% v/v) e óleo vegetal (1,0 % v/v), pode ser recomendada em sistema de pulverização com bico rotativo, pois permite aumento do diâmetro médio das gotas e diminuição do risco de deriva, possibilitando a utilização do menor volume de aplicação (20 L ha-1), por ter aumentando o potencial de sobreposição das gotas sobre o alvo.</abstract>
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